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Brasil tem cinco das melhores pizzarias do mundo

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Brasil tem cinco das melhores pizzarias do mundo
Yumi Kuwano

Brasil tem cinco das melhores pizzarias do mundo

Os brasileiros apaixonados por pizza podem comemorar, porque cinco das melhores pizzarias do mundo estão no Brasil , segundo o ranking italiano 50 Top Pizza World 2024 que escolhe as 1oo melhores do mundo . Quatro das cinco pizzarias ficam em São Paulo e uma no Rio de Janeiro .

De acordo com a lista, a melhor pizzaria brasileira é a Leggera Pizza Napoletana, em São Paulo, comandada pelo chef André Guidon, que por pouco não aparece entre as 10 melhores do mundo, ficando na 11ª posição. No ano passado a pizzaria tinha apenas na 100ª posição.

Em 38º lugar está a QT Pizza Bar, na região de Cerqueira César, do empresário Matheus Ramos, que também levou o título de Pizzaiolo do Ano. A Pizza da Mooca aparece em 53º lugar, comandada por Fellipe Zanuto. Quem também integra a lista é a Unica Pizzeria, situada no Campo Belo, na capital paulista, onde a pizza de Nápoles é a estrela do cardápio. Ela aparece em 87º lugar. também na capital paulista.

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Completa a lista das brasileiras a única localizada no Rio de Janeiro, a pizzaria Ferro e Farinha, do chef Sei Shiroma, que ficou no 89º lugar. Com quatro unidades em Botafogo, Leblon, Ipanema e na Barra, a quinta unidade do restaurante está prevista para ser inaugurada em novembro.

O resultado foi divulgado nesta terça-feira (10), em evento em Nápoles, na Itália, e a escolhida como a melhor pizzaria do mundo fica em Nova York: a Una Pizza Napoletana. De acordo com o ranking, as pizzarias são avaliadas anonimamente por fiscais que se passam por cliente.

Dez melhores pizzarias do Top Pizza World 2024

1. Una Pizza Napoletana (Nova York, Estados Unidos)
2. Diego Vitagliano Pizzeria (Nápoles, Itália) e I Masanielli – Francesco Martucci (Caserta, Itália), empatadas
3. The Pizza Bar on 38th (Tóquio, Japão)
4. Confine (Milão, Itália)
5. Napoli on the Road (Londres, Inglaterra)
6. Tony’s Pizza Napoletana (São Francisco, Estados Unidos)
7. I Tigli (San Bonifacio, Itália)
8. Sartoria Panatieri (Barcelona, Espanha)
9. 50 Kalò (Nápoles, Itália)
10. Seu Pizza Illuminati (Roma, Itália)

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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