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Paraná destaca-se no Agronegócio Nacional e Global

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O Brasil tem conquistado uma posição de destaque no cenário mundial de produção de alimentos, e o estado do Paraná tem sido um dos principais protagonistas desse crescimento. No último ano, as exportações do setor agropecuário paranaense atingiram a marca histórica de mais de 30 milhões de toneladas, gerando uma receita de US$ 25,2 bilhões. Esse desempenho coloca o Paraná como o quinto maior exportador brasileiro, superando as demais regiões do Sul e do Sudeste em termos de incremento.

O milho, uma das culturas de maior relevância, alcançou uma colheita recorde nesta safra, e as perspectivas para 2024/25 são igualmente promissoras. Um exemplo notável é o produtor Ronei Gaviraghi, de Mangueirinha, que se destacou nacionalmente ao vencer o concurso de produtividade de milho promovido durante o Fórum Getap Verão/2024. Organizado pelo Grupo Tático de Aumento de Produtividade da consultoria Céleres desde 2021, o concurso reconhece os agricultores que se sobressaem em suas regiões.

Gaviraghi conquistou o primeiro lugar na categoria sequeiro, com uma produtividade de 270 sacas por hectare, três vezes superior à média nacional de 95 sacas por hectare, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ele, que comanda a Fazenda São Manoel, cultivando milho e soja no verão e trigo e feijão no inverno, relatou que a conquista foi uma grata surpresa, especialmente por ter sido sua primeira participação no concurso. “Sempre acompanhei o Getap e decidi desafiar nossa equipe, e o resultado foi excelente”, afirmou.

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Segredos para Alta Produtividade

Para alcançar altos índices de produtividade no cultivo de milho, Gaviraghi destaca vários fatores importantes. A localização privilegiada da Fazenda São Manoel, com altitude ideal para a cultura, contribui significativamente para os resultados. Contudo, o manejo cuidadoso do solo é igualmente crucial. “Nosso clima é favorável, mas o preparo do solo e a gestão da qualidade são determinantes para que o milho atinja todo o seu potencial”, explicou.

Outro diferencial da Fazenda São Manoel é o trabalho de correção do solo com calcário e gesso, além da atenção às plantas de cobertura, que são escolhidas não apenas para proteger o solo, mas também para agregar valor à safra principal. “Essas práticas não demandam grandes investimentos, mas fazem toda a diferença”, complementou Gaviraghi.

Tecnologia e Inovação

O uso de tecnologia é um componente essencial na Fazenda São Manoel e na região sudoeste do Paraná, conhecida por seu alto nível de tecnificação. “A tecnologia é crucial, e as condições climáticas favoráveis nos encorajam a investir continuamente em novas tecnologias”, afirmou Gaviraghi.

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Outro exemplo de sucesso é o agricultor Nilson de Paula Xavier Marchioro, de Ipiranga/PR, que obteve a segunda colocação no prêmio Getap Verão/2024 na categoria sequeiro, com uma produção de 256,3 sacas por hectare. Marchioro destaca que o investimento em inovação deve ser constante, aliando eficiência com questões sociais e ambientais. Ele administra duas fazendas na região dos Campos Gerais, cultivando grãos e dedicando áreas para pastagem e reflorestamento.

Marchioro atribui seu sucesso ao uso de técnicas avançadas, como adubação com taxa variável, amostragem de solo detalhada e manejo sanitário integrado. “O sucesso na agricultura é resultado de uma combinação de fatores”, ressaltou.

Atento às mudanças climáticas, Marchioro também está estudando o balanço de carbono em sua propriedade para reduzir emissões e armazenar carbono no solo, com o objetivo de gerar créditos que contribuirão para o processo produtivo. “Pensar globalmente e agir localmente é fundamental”, concluiu.

O agricultor Egon Heinrich Milla, de Candói, também se destacou no prêmio Getap, alcançando a terceira colocação com uma produção de 253 sacas por hectare.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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