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Minas Gerais Celebra o Dia Nacional do Campo Limpo com Envolvimento Comunitário e Agropecuário

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A 20ª edição do Dia Nacional do Campo Limpo (DNCL) será comemorada com destaque em Minas Gerais, reunindo comunidades e o setor agropecuário para celebrar os avanços na gestão ambiental. Sob o tema “Comemorando juntos as conquistas de todos”, o evento enaltece o impacto positivo do Sistema Campo Limpo, um programa nacional dedicado à logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. As celebrações ocorrerão entre os dias 12 e 16 de agosto em sete cidades mineiras: Montes Claros, Patrocínio, Pouso Alegre, São Joaquim de Bicas, São Sebastião do Paraíso, Uberaba e Unaí.

Em todo o Brasil, mais de 100 cidades participarão das atividades, promovendo a correta destinação de resíduos. No ano de 2023, foram destinadas adequadamente 53,2 mil toneladas de embalagens, resultado do esforço coletivo de agricultores, indústrias, revendedores e poder público.

O DNCL é promovido pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), responsável pela gestão do Sistema Campo Limpo. Desde 2002, o Instituto, uma entidade sem fins lucrativos, já destinou corretamente mais de 754 mil toneladas de embalagens, evitando a emissão de 1,05 milhão de toneladas de CO2.

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Marcelo Okamura, diretor-presidente do inpEV, destaca a relevância do DNCL para o setor agropecuário brasileiro. “O Instituto é, na prática, o ESG do agro. Esta celebração não só reforça o trabalho de toda a cadeia produtiva, mas também solidifica o Brasil como líder global na reciclagem de embalagens de defensivos agrícolas”, afirma Okamura.

A edição deste ano inclui o DNCL Portas Abertas, permitindo que a comunidade conheça as práticas sustentáveis adotadas nas centrais de recebimento. Palestras educativas em escolas e homenagens aos agricultores destacarão a importância desses profissionais na reciclagem e na conservação ambiental.

“A celebração do DNCL é uma oportunidade para a comunidade entender o trabalho do Sistema Campo Limpo e aumentar a conscientização sobre a importância da participação de todos na proteção ambiental”, afirma Acilamar Vilela, coordenadora Regional de Operações do inpEV.

Mais de 100 mil pessoas participarão das atividades deste ano, que incluem:

  • DNCL Portas Abertas: Visitas de alunos e membros da comunidade às centrais de recebimento.
  • DNCL na Escola: Atividades educativas voltadas para estudantes do ensino fundamental.
  • DNCL Universitário: Ações destinadas a estudantes universitários.
  • DNCL Ação com Agricultor: Homenagens aos agricultores.
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Além disso, o inpEV firmou uma nova parceria com a Green Eletron, uma gestora líder brasileira de logística reversa de eletrônicos e pilhas, para reforçar seu compromisso com a sustentabilidade e a correta destinação de resíduos.

Os moradores e visitantes das regiões de Campo Grande (MS) e Piracicaba (SP) terão a oportunidade de descartar produtos eletroeletrônicos de uso doméstico que já não possuem mais utilidade, como computadores, impressoras, telefones, geladeiras, TVs, carregadores, pilhas gastas e outros (para mais informações clique aqui).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

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A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

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Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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