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SEEDCORP|HO Lança Cinco Novas Cultivares de Soja com Tecnologia de Ponta

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A SEEDCORP|HO, reconhecida por sua expertise em genética e sementes de soja no Brasil, acaba de anunciar o lançamento de cinco novas cultivares sob a marca HO Genética, todas incorporando a inovadora tecnologia i2x. A empresa, que se destaca por seu modelo integrado que abrange toda a cadeia produtiva da soja, desde a pesquisa até a logística, marca um avanço significativo em seu compromisso com a excelência e a tecnologia avançada no melhoramento genético.

As novas cultivares – HO CASCAVEL i2x, HO ARARI i2x, HO GARÇAS i2x, HO NOBRES i2x e HO PIAUÍ i2x – foram rigorosamente testadas em diferentes ambientes de produção, demonstrando notável adaptabilidade às diversas regiões produtoras de soja no Brasil. “Esses lançamentos simbolizam nossa busca incessante pela excelência e nossa capacidade de fornecer aos produtores sementes que aliam alta produtividade com a adaptabilidade necessária para as variadas condições climáticas do país”, afirma Felipe Possa, gerente técnico da SEEDCORP|HO.

Com esses lançamentos, a SEEDCORP|HO amplia seu portfólio para 30 cultivares, sendo 14 com a tecnologia i2x, solidificando sua posição no mercado de sementes de soja. As novas variedades estarão disponíveis para a safra 2024/2025, permitindo aos produtores acesso imediato a estas inovações.

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Os interessados podem adquirir as sementes através da equipe de vendas da SEEDCORP|HO ou dos licenciados da HO Genética. A empresa também implementará uma estratégia de distribuição que permitirá aos agricultores observar o desempenho das novas cultivares diretamente no campo.

Detalhes das Novas Cultivares:

  • HO CASCAVEL i2x: Indicada para a região Sul (macro 1 e 2), com ciclo de maturação 6.0.
  • HO ARARI i2x: Voltada para o Cerrado, especialmente macro 3, com ciclo de maturação 7.1.
  • HO GARÇAS i2x: Ideal para o Cerrado, especialmente macro 3 e 4, com ciclo de maturação 7.6.
  • HO NOBRES i2x: Desenvolvida para o Cerrado, especialmente macro 3 e 4, com ciclo de maturação 7.7.
  • HO PIAUÍ i2x: Criada para a macro 5, com ciclo de maturação 8.0.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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