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Campos Gerais Consolida Liderança na Produção de Café no Sul de Minas

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Campos Gerais se destaca como o maior produtor de café no Sul de Minas Gerais, mantendo a quarta posição entre os maiores produtores do Estado, graças a investimentos contínuos em tecnologia e inovação e condições ideais para o cultivo. Para fomentar ainda mais a produção e disseminar novas tecnologias, a Cooperativa de Café de Campos Gerais e Campo do Meio (Coopercam) promoverá a Rodada de Negócios 2024 nos dias 28 e 29 de agosto, na sede da cooperativa em Campos Gerais.

José Márcio Rocha, presidente da Coopercam, ressalta a importância de estar atualizado com as inovações do setor. “Todo ano, organizamos esta rodada de negócios para reunir os principais fornecedores de insumos, tecnologias, máquinas e equipamentos. O evento é uma oportunidade valiosa para os cafeicultores adquirirem produtos com condições especiais, especialmente neste período de transição entre a colheita e a próxima safra”, explica Rocha.

A Rodada de Negócios 2024 espera receber cerca de 2 mil visitantes e contará com a participação de 40 empresas expositoras. “Além de possibilitar investimentos, o evento permite aos cafeicultores conhecer as últimas inovações e tecnologias desenvolvidas para a atividade, contribuindo para o aumento da produtividade e para a obtenção de uma safra de alta qualidade”, completa Rocha.

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Campos Gerais, com uma área dedicada ao cultivo de café de aproximadamente 16 mil hectares, é reconhecido como o maior produtor de café do Sul de Minas. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), na safra de 2022, o município colheu 24,9 mil toneladas de café, equivalente a cerca de 416 mil sacas de 60 quilos.

Em termos de produtividade, Campos Gerais ocupa a segunda posição no Estado, com um rendimento de 1.562 toneladas por hectare, superado apenas por Monte Carmelo, que alcançou 1.735 toneladas por hectare. Esse volume também está acima da média estadual de 1.346 toneladas por hectare.

Com uma população de cerca de 27 mil habitantes, Campos Gerais tem na cafeicultura sua principal atividade econômica, gerando emprego e renda significativa para o município. “A cafeicultura em Campos Gerais é responsável por 20% das áreas montanhosas, enquanto os 80% restantes utilizam tecnologias avançadas. O clima e o solo são favoráveis para a produção, embora, assim como em outras regiões do Brasil, a variação climática tenha impacto”, afirma Rocha.

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Para a safra de 2024, a Coopercam estima a colheita de cerca de 300 mil sacas de café, uma redução em relação às 320 mil sacas de 2023. Apesar da menor produção, a qualidade do café permanece alta, com exportações destinadas aos Estados Unidos e à Europa. “Embora o tamanho do grão tenha diminuído devido às condições climáticas, a qualidade continua excelente, refletindo nosso compromisso com a excelência”, conclui Rocha.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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