AGRONEGÓCIO
Mato Grosso realiza seminário para desenvolvimento agropecuário a partir de quarta
Publicado em
4 de agosto de 2024por
Da RedaçãoMato Grosso realiza, a partir da próxima quarta-feira (07.08), o 3º Seminário para Desenvolvimento Agropecuário. Será em Lucas do Rio Verde (335 km de Cuiabá). O tema principal é a Aviação Agrícola, tanto tripulada quanto remotamente pilotada.
O evento, organizado em parceria com o Instituto do Agronegócio (IA) e a Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT), é promovido pela Unidade Técnica Regional de Agricultura e Pecuária de Sorriso (UTRA-SO/SFA-MT/MAPA) e pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental Alto Teles Pires (Cidesa).
O seminário, que visa orientar sobre a legislação vigente, apresentar instrumentos de aferição atmosférica, discutir obstáculos e encaminhar demandas para a segurança das aplicações aeroagrícolas, será coordenado por Omar Roberto Silveira Sorriso, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
A iniciativa conta ainda com o apoio de diversas entidades, como a Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde, Associação dos Engenheiros Agrônomos de Lucas do Rio Verde, Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Centro Brasileiro de Bioaeronáutica (CBB), entre outras.
Programação:
1º dia (07/08) – Manhã
7h00: Recepção
7h30: Cerimônia de Abertura
8h30 – 9h30: Nova Lei Federal de Agrotóxicos (Lei nº 14.785, de 27 de dezembro de 2023) – Dr. José Victor Torres Alves Costa (MAPA)
9h30 – 10h30: Discussão
10h30 – 11h00: Coffee-break
11h00 – 11h45: Nova Lei Federal de Autocontrole (Lei nº 14.515, de 29 de dezembro de 2022) – Dr. José Victor Torres Alves Costa (MAPA)
11h45 – 12h00: Discussão
1º dia (07/08) – Tarde
14h00 – 14h45: Projeto de Decreto Federal sobre Aviação Agrícola – Dra. Uellen Lisoski Duarte Colatto (MAPA)
14h45 – 15h30: Discussão
15h30 – 16h00: Coffee-break
16h00 – 16h45: Projetos de Lei para Proibição de Aviação Agrícola – Dr. Divaldo Custodio Maciel (Sindag)
16h45 – 17h30: Discussão
2º dia (08/08) – Manhã
8h00 – 8h45: Receituário Agronômico e Responsabilidade Técnica – Dr. Érico de Melo Campos (CREA-MT)
8h45 – 9h30: Receituário Agronômico e Responsabilidade Técnica – Dra. Ana Paula Vicenzi (Indea/MT)
9h30 – 10h00: Coffee-break
10h00 – 10h45: Receituário Agronômico e Responsabilidade Técnica – Dr. José Victor Torres Alves Costa (MAPA)
10h45 – 11h30: Mesa Redonda – Dr. Érico de Melo Campos (CREA-MT), Dra. Ana Paula Vicenzi (Indea/MT), Dr. José Victor Torres Alves Costa (MAPA)
2º dia (08/08) – Tarde
14h00 – 15h00: Importância das condições meteorológicas para a Aviação Agrícola e Novo equipamento para indicação de inversão térmica – Dr. Marcos Vilela de M. Monteiro (CBB)
15h00 – 15h45: Novos aplicativos para monitoramento de condições meteorológicas em tempo real – Dr. Marcos Vilela de M. Monteiro (CBB), Dr. André Luiz Dias dos Santos (Holambra II)
15h45 – 16h00: Coffee-break
16h00 – 16h30: Estado e tendências de uso da Aviação Agrícola no Brasil Central – Dr. Marcos Vilela de M. Monteiro (CBB)
16h30 – 17h00: Momento Prático – Dr. Marcos Vilela de M. Monteiro (CBB), Dr. André Luiz Dias dos Santos (Holambra II)
17h00 – 17h30: Deliberação da plenária para encaminhamento de demandas
17h30 – 18h00: Encerramento
SERVIÇO:
Evento: 3º Seminário para Desenvolvimento Agropecuário de Mato Grosso
Local: Fundação Rio Verde, Rodovia da Mudança Km 8, Lucas do Rio Verde
Data: 7 e 8 de agosto de 2024
Telefone: (65) 3549-1161
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Canola de segunda safra no Brasil pode reduzir emissões da aviação em até 55%, aponta estudo sobre SAF
Published
2 minutos agoon
23 de abril de 2026By
Da Redação
SAF de canola pode reduzir emissões da aviação em até 55%
Uma avaliação do ciclo de vida do combustível sustentável de aviação (SAF) produzido a partir da canola de segunda safra no Brasil indica potencial de redução de até 55% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE), em comparação ao querosene fóssil Jet-A1.
O estudo considera todas as etapas da cadeia produtiva — do cultivo da canola até a queima do combustível na aeronave — por meio da metodologia de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), amplamente utilizada para mensurar impactos ambientais completos.
A pesquisa é resultado de uma colaboração entre o Laboratório de Energia e Ambiente (LEA) da Universidade de Brasília, a Embrapa Agroenergia e a Embrapa Meio Ambiente.
Redução de emissões depende de cenário e tecnologia adotada
Segundo a pesquisadora Priscila Sabaini, da Embrapa Meio Ambiente, o potencial de redução de 55% representa um cenário otimista e ainda hipotético, baseado em condições ideais de adoção.
Na prática, o percentual pode variar devido a limitações técnicas e regulatórias, especialmente na substituição total do combustível fóssil.
Atualmente, o SAF do tipo HEFA (produzido a partir de óleos e gorduras) permite mistura de até cerca de 50% com querosene convencional, o que impede substituição integral no curto prazo.
Produção de SAF ainda depende de evolução regulatória e tecnológica
Os pesquisadores destacam que os percentuais de redução devem ser entendidos como potencial de mitigação, e não como resultado imediato.
O avanço do setor depende de fatores como:
- Desenvolvimento tecnológico
- Expansão da produção de SAF
- Adequações regulatórias
- Adoção em larga escala no setor aéreo
O estudo também contribui para debates internacionais sobre descarbonização da aviação e políticas climáticas.
Cenários analisados incluem produção e uso do combustível
A pesquisa utilizou dados reais de produtores brasileiros, considerando condições tropicais de cultivo em sistema de segunda safra.
Foram avaliados três cenários principais:
- Combustível fóssil Jet-A1
- Mistura com 50% SAF e 50% Jet-A1
- Uso de 100% SAF
A rota tecnológica analisada foi a HEFA (Hydroprocessed Esters and Fatty Acids), que converte óleos vegetais em combustível de aviação por hidrotratamento.
O estudo também dialoga com iniciativas como o Corsia, da Organização da Aviação Civil Internacional, além de políticas brasileiras como o RenovaBio e a Lei do Combustível do Futuro.
Agricultura responde pela maior parte das emissões do SAF
Os resultados mostram que a etapa agrícola é a principal fonte de emissões no ciclo de vida do SAF de canola.
- Cultivo: cerca de 34,2 g CO₂ eq./MJ
- Conversão industrial HEFA: cerca de 12,8 g CO₂ eq./MJ (com hidrogênio fóssil)
O principal fator de impacto está no uso de fertilizantes nitrogenados, que também gera emissões de óxido nitroso (N₂O).
Segundo o pesquisador Alexandre Cardoso, da Embrapa Agroenergia, esse é o ponto mais crítico do sistema, com impactos adicionais sobre água e ecossistemas.
Hidrogênio renovável pode reduzir emissões em até 94%
Um dos principais achados do estudo é o papel do hidrogênio na produção do SAF.
Quando o hidrogênio fóssil é substituído por hidrogênio verde, produzido a partir de fontes como energia solar e eólica, as emissões da etapa industrial podem cair entre 86% e 94%.
Esse fator reforça a importância da integração entre bioenergia e energia renovável para ampliar a eficiência climática do combustível.
Canola de segunda safra melhora sustentabilidade no Brasil
No Brasil, a canola é cultivada majoritariamente como segunda safra, em rotação com a soja, o que melhora o aproveitamento de áreas agrícolas já existentes.
Segundo o pesquisador Bruno Laviola, da Embrapa Agroenergia, essa característica reduz a competição por terra e melhora o desempenho ambiental do cultivo em comparação a regiões onde a cultura é plantada como safra principal.
O estudo, no entanto, não considerou emissões de mudança indireta no uso da terra (iLUC), apontadas como tema para pesquisas futuras.
Implicações para políticas públicas e certificação ambiental
Os resultados reforçam a importância de instrumentos regulatórios para expansão sustentável do SAF no Brasil.
Atualmente, a canola ainda não está incluída na rota HEFA do RenovaCalc, ferramenta usada para certificação de intensidade de carbono e geração de Créditos de Descarbonização (CBIOs) dentro do RenovaBio.
A inclusão da cultura pode ampliar o portfólio de matérias-primas certificáveis e melhorar a representatividade da agricultura nacional no sistema.
Sustentabilidade vai além da redução de carbono
O estudo destaca que a avaliação ambiental do SAF deve considerar não apenas emissões de carbono, mas também impactos sobre solo, água e ecossistemas.
Pesquisadores apontam que a sustentabilidade do combustível depende da combinação entre:
- Melhores práticas agrícolas
- Uso eficiente de fertilizantes
- Integração com energia renovável
- Avanços industriais
Para os autores, o Brasil reúne condições favoráveis para integrar produção agrícola e energia limpa, ampliando o potencial climático do SAF e fortalecendo sua posição na transição energética global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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