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Brasil Registra Fluxo Cambial Positivo de US$ 937 Milhões em Julho

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O Brasil apresentou um fluxo cambial positivo de US$ 937 milhões em julho, segundo informações preliminares divulgadas pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (31). Esses dados referem-se ao período até o dia 26 do mês. Em comparação, o mês de junho registrou um saldo positivo de US$ 5,603 bilhões.

O segmento financeiro, que engloba investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucros, pagamento de juros, entre outras operações, teve uma saída líquida de US$ 2,009 bilhões. Esse valor resulta de US$ 43,307 bilhões em compras e US$ 45,316 bilhões em vendas.

Por outro lado, o saldo preliminar do comércio exterior foi positivo em US$ 2,946 bilhões, decorrente de importações que somaram US$ 17,841 bilhões e exportações de US$ 20,787 bilhões.

Na semana de 22 a 26 de julho, o fluxo cambial totalizou US$ 1,771 bilhão em saldo positivo. O canal financeiro registrou uma entrada líquida de US$ 963 milhões, com compras de US$ 10,948 bilhões e vendas de US$ 9,985 bilhões. O saldo do comércio exterior também foi positivo, com US$ 808 milhões, resultantes de importações de US$ 5,109 bilhões e exportações de US$ 5,917 bilhões.

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Acumulado Anual

No acumulado de 2024 até o dia 26 de julho, o saldo cambial do país está positivo em US$ 12,375 bilhões, superando o saldo de US$ 11,491 bilhões registrado no mesmo período de 2023. Durante este intervalo, as saídas líquidas somaram US$ 41,589 bilhões, com aportes de US$ 337,538 bilhões e saídas de US$ 379,127 bilhões.

Além disso, o Banco Central destacou que o saldo do comércio exterior também se mantém positivo em 2024, acumulando US$ 53,964 bilhões. Este resultado é composto por importações de US$ 124,633 bilhões e exportações de US$ 178,597 bilhões.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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