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Exportações de Carne Suína Até Julho Superam Resultado do Ano Passado

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Conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal nesta segunda-feira (29), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada até a quarta semana de julho (20 dias úteis) superaram com folga o desempenho de julho do ano passado, tanto em faturamento quanto em volume.

A receita obtida com as exportações de carne suína até o momento deste mês alcançou US$ 249.562.855, o que representa um aumento de 7,10% em relação ao total arrecadado em julho de 2023, que foi de US$ 233.007.869. Em termos de volume embarcado, as 103.753,031 toneladas representam uma elevação de 10,38% em comparação com as 93.994,811 toneladas registradas no mesmo mês do ano passado.

A média diária de faturamento até agora foi de US$ 12.478.142, marcando um aumento de 12,5% em relação a julho de 2023. Em comparação com a semana anterior, houve uma queda de 5,77% em relação aos US$ 13.242.438 registrados na semana passada.

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Quanto à média diária de toneladas exportadas, foram 5.187,65 toneladas, apresentando um incremento de 15,9% em comparação com o mesmo mês de 2023. No entanto, houve uma redução de 5,42% em relação às 5.485,33 toneladas da semana anterior.

O preço médio pago por tonelada foi de US$ 2.405,35, representando uma redução de 3,00% em relação ao praticado em julho do ano passado. Comparado ao valor da semana anterior, houve uma leve queda de 0,36% em relação aos US$ 2.414,15 anteriores.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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