AGRONEGÓCIO

Webinar Explora Perspectivas do Mercado do Boi em Contexto Global

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e a Safras & Mercado, consultoria de destaque no agronegócio brasileiro, seguem com sua parceria iniciada em 2023 para promover webinars mensais focados em temas cruciais para o setor agrícola catarinense.

A próxima edição será realizada nesta segunda-feira, 29 de julho, às 19 horas, e contará com a palestra do especialista Fernando Iglesias. O tema em destaque será “Cenário de oferta e demanda global, perspectivas de mercado do Boi”.

José Zeferino Pedrozo, presidente da Faesc, ressalta a relevância dessa parceria para a atualização e o planejamento estratégico dos produtores e empresários rurais. “Durante esses dois anos de colaboração com a Safras & Mercado, os webinars têm se mostrado ferramentas indispensáveis para o agronegócio catarinense. As palestras com especialistas renomados oferecem informações valiosas sobre os mercados nacional e internacional, o que é fundamental para tomadas de decisão mais informadas, otimização da produção e melhoria dos resultados”, afirma Pedrozo.

Os webinars são gratuitos e abertos ao público, incluindo sindicatos, lideranças, produtores, técnicos e demais interessados. Para participar, basta acessar o site Faesc e preencher um breve cadastro.

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O cronograma futuro dos webinars inclui:

  • “Cenário de oferta e demanda global, perspectivas de mercado do milho/soja”, em 27 de agosto, com Paulo Molinari.
  • “Cenário de oferta e demanda global, perspectivas de mercado do arroz”, em 30 de setembro, com Evandro da Silva Oliveira.
  • “Cenário de oferta e demanda global, perspectivas de mercado do boi”, em 28 de outubro, com Fernando Iglesias.
  • “Cenário de oferta e demanda global, perspectivas de mercado do arroz”, em 25 de novembro, com Evandro da Silva Oliveira.
  • “Cenário de oferta e demanda global, perspectivas de mercado/milho e soja”, em 17 de dezembro, com Paulo Molinari.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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