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Fiagro RZAG11 Registra Aumento de 68% no Lucro

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O Fiagro RZAG11 anunciou um lucro de R$ 10,39 milhões para o mês de junho, marcando um impressionante aumento de 68,11% em comparação com os R$ 6,18 milhões registrados em maio. O lucro por cota foi de R$ 0,15, com o fundo distribuindo R$ 0,105 por cota em dividendos, o que corresponde a 69% do lucro mensal. O dividend yield (DY) para o mês foi de 1,24%, apesar de uma leve queda de 1,84% na cotação do mercado secundário, que passou de R$ 8,66 para R$ 8,50.

Em termos financeiros, o Fiagro RZAG11 gerou receitas de R$ 13,747 milhões e teve despesas de R$ 3,357 milhões em junho, mantendo a estabilidade nos rendimentos, que se mostraram constantes nos últimos quatro meses. Nos últimos 12 meses, a distribuição total por cota foi de R$ 1,39.

Esses resultados evidenciam uma gestão financeira robusta e um desempenho consistente, sublinhando o compromisso do Fiagro RZAG11 com a criação de valor para seus investidores e a manutenção de uma trajetória positiva no mercado. A continuidade desses resultados é um sinal encorajador para o futuro desempenho do fundo.

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Iniciado em outubro de 2021, o RZAG11 investe em ativos das cadeias produtivas agroindustriais, com ênfase na originação própria. A gestão do fundo está ajustando a carteira para alinhar retorno, risco e liquidez, com planos de alocar R$ 46,5 milhões até o final de agosto, focando em grãos e sementes. Com 96,73% do patrimônio líquido alocado e 34 ativos em carteira, o fundo prevê uma desaceleração na taxa de juros até o final de 2024, com uma possível redução na Selic para entre 10,00% e 10,25% ao ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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