AGRONEGÓCIO

Hereford e Braford Marcam Presença na Primeira Fenagen em Pelotas

Publicado em

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) estará presente na 1ª Feira Nacional da Genética, Fenagen, promovida pela Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC) e pelo Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo). O evento ocorrerá de 31 de julho a 4 de agosto na Associação Rural de Pelotas, no Rio Grande do Sul.

A participação da ABHB inclui a presença em julgamentos e um estande para receber criadores das raças Hereford e Braford, além de estreitar relações com outras entidades do setor. Felipe Azambuja, gerente executivo da ABHB, expressa a honra de participar do evento, destacando a importância da ANC no cenário nacional: “Trata-se de uma das primeiras entidades a fazer registro de animais e que tem um cartório e melhoramento genético reconhecidos nacional e internacionalmente”.

Azambuja enfatiza que a semana será repleta de atividades significativas para a pecuária, destacando a relevância da ABHB no evento e a importância de apoiar a ANC, uma entidade com fortes laços históricos com a associação. “A união de todas as entidades do setor fortalece a pecuária e as raças Hereford e Braford”, ressalta.

Leia Também:  Com aumento das vendas, avião agrícola Ipanema da Embraer atinge a marca de 1.600 unidades entregues

Os julgamentos das raças Hereford e Braford na Fenagen acontecerão no dia 2 de agosto, às 8h e às 13h30min. A premiação será no mesmo dia, às 18h30min, no estande da ANC. O jurado Miguel Ferreira, honrado pelo convite, destaca a importância de avaliar os animais com base nos programas de melhoramento e aplicar escores visuais para identificar os melhores exemplares para diferentes sistemas e ambientes.

A Fenagen é organizada pela ANC e pelo Promebo, com patrocínio do Senar, Banrisul e Sicredi, e conta com o apoio da Farsul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Inverno no Rio Grande do Sul exige manejo reforçado para proteger vacas leiteiras e manter a produtividade

Published

on

As condições climáticas do inverno no Rio Grande do Sul demandam atenção especial dos produtores de leite para preservar a saúde do rebanho e evitar impactos na produtividade. Apesar da boa adaptação das vacas da raça Holandesa às baixas temperaturas, a combinação de frio, vento e alta umidade representa um desafio importante para o manejo das propriedades leiteiras.

Segundo a superintendente técnica substituta da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Maíza Scheleski, o frio, por si só, não costuma comprometer o desempenho dos animais. Pelo contrário, as temperaturas mais amenas podem até favorecer a produção de leite.

“As vacas leiteiras da raça Holandesa toleram muito bem o frio, que pode inclusive contribuir para o conforto térmico e para a produção. O maior desafio durante o inverno gaúcho é a associação entre frio, vento e umidade, característica frequente nesta época do ano”, explica.

Umidade e barro aumentam riscos sanitários

Entre as principais recomendações para o período está a manutenção de ambientes secos e protegidos, especialmente após chuvas. A presença constante de barro e umidade favorece a proliferação de agentes causadores de doenças e pode comprometer diretamente o bem-estar animal.

Leia Também:  Primeira-dama de MT visita Alto Taquari para entrega de unidades do SER Família Habitação

De acordo com a especialista, os impactos são observados principalmente na saúde dos cascos e na incidência de mastite, uma das enfermidades que mais geram prejuízos à atividade leiteira.

“É fundamental garantir que os animais tenham acesso a áreas secas e protegidas. O excesso de umidade aumenta significativamente os riscos de problemas nos cascos e favorece a ocorrência de mastite”, destaca.

Terneiras exigem atenção redobrada no inverno

As categorias mais jovens do rebanho também estão entre as mais vulneráveis às condições climáticas adversas. Durante o inverno, cresce a incidência de doenças respiratórias, tornando essencial a adoção de medidas preventivas.

Instalações limpas, camas secas, proteção contra correntes de vento e ambientes adequadamente manejados contribuem para reduzir os riscos sanitários e melhorar o desenvolvimento dos animais.

Segundo Maíza, o conforto das terneiras deve ser tratado como prioridade para minimizar perdas e garantir melhores índices produtivos no futuro.

Nutrição, conforto e sanidade são fundamentais

Além da infraestrutura adequada, fatores como alimentação balanceada, monitoramento sanitário e manejo eficiente continuam sendo determinantes para o desempenho do rebanho durante os meses mais frios do ano.

Leia Também:  Primeira-dama de MT e comitiva do estado trocam informações com a Secretaria de Estado de Segurança Pública de SP

A especialista ressalta que a combinação de boas práticas de manejo, nutrição adequada e atenção ao conforto animal permite que os produtores atravessem o inverno sem comprometer a produtividade da atividade leiteira.

Com planejamento e cuidados preventivos, é possível reduzir os efeitos das condições climáticas típicas do Sul do Brasil, preservar a saúde dos animais e manter a eficiência dos sistemas de produção de leite.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA