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Mercado de Soja se Mantém Estável em Chicago com Foco em Política e Fundamentos

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Na manhã desta quinta-feira (25), o mercado de soja segue estável na Bolsa de Chicago, sem grandes novidades. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), os preços registravam leves quedas de 1,75 a 2,50 pontos, prolongando as perdas da sessão anterior. Os contratos de agosto e novembro eram cotados a US$ 11,08 e US$ 10,62 por bushel, respectivamente.

De acordo com Matheus Pereira, diretor da Pátria Agronegócios, o momento é altamente especulativo. Além disso, enquanto os futuros do milho voltavam a subir, o trigo mostrava retração. Os mercados permanecem atentos às condições climáticas nos Estados Unidos e globalmente, além de observarem de perto o cenário político norte-americano e a demanda, especialmente no caso da soja.

As condições climáticas no Meio-Oeste dos EUA não são ideais, com algumas áreas enfrentando falta de chuvas, o que gera preocupações. Entretanto, especialistas afirmam que não há uma ameaça significativa no horizonte que possa comprometer o potencial da safra americana 2024/25 de forma expressiva.

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Ginaldo Sousa, diretor geral do Grupo Labhoro, ressalta que as previsões de curto e médio prazo indicam um clima majoritariamente seco nos Estados Unidos, mas o mercado ainda não demonstra grandes preocupações com a safra atual. Ele acrescenta que, em nível global, altas temperaturas no leste da Europa e na região do Mar Negro devem reduzir a umidade nas lavouras do sul da Rússia, o que pode impactar a produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz no Rio Grande do Sul avança para 96,41% e se aproxima da reta final

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado e já alcança 96,41% da área cultivada na safra 2025/26, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O avanço dos trabalhos confirma a reta final da colheita nas principais regiões produtoras do Estado, maior produtor nacional do cereal.

De acordo com os dados do Irga, dos 891,9 mil hectares destinados ao cultivo nesta temporada, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando um cenário de ampla evolução das operações no campo ao longo das últimas semanas.

Zona Sul lidera ritmo da colheita de arroz

Entre as regionais produtoras, a Zona Sul apresenta o maior percentual de avanço, com 98,81% da área já colhida. Logo na sequência aparece a Planície Costeira Externa, com 98,46% dos trabalhos concluídos.

A Planície Costeira Interna também registra forte evolução, atingindo 98,13% da área colhida. Já a Campanha contabiliza 97,02%, enquanto a Fronteira Oeste soma 95,92% das lavouras já retiradas do campo.

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A Região Central segue com o menor percentual entre as regionais monitoradas, mas ainda assim apresenta avanço significativo, com 89,84% da área já colhida.

Irga fará balanço consolidado da safra 2025/26

Segundo a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) do Irga, após a conclusão total da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra gaúcha de arroz.

O relatório deverá reunir informações completas sobre área efetivamente colhida, produtividade média das lavouras e eventuais perdas registradas durante o ciclo produtivo.

O desempenho da safra é acompanhado de perto pelo mercado, já que o Rio Grande do Sul responde pela maior parcela da produção brasileira de arroz e exerce forte influência sobre a oferta nacional e a formação dos preços do cereal no país.

Mercado acompanha produtividade e qualidade dos grãos

Além do ritmo da colheita, produtores, indústrias e agentes do mercado seguem atentos aos indicadores de produtividade e qualidade dos grãos colhidos nesta temporada.

As condições climáticas ao longo do ciclo foram determinantes para o desenvolvimento das lavouras, e o levantamento final do Irga será fundamental para dimensionar o potencial produtivo da safra 2025/26 no Estado.

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Com a conclusão dos trabalhos de campo se aproximando, o setor também volta as atenções para o comportamento da comercialização e para os impactos da oferta sobre os preços internos do arroz nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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