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Lista elege melhores comidas brasileiras; saiba quais são

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Lista elege melhores comidas brasileiras
Redação GPS

Lista elege melhores comidas brasileiras

A TasteAtlas lançou um novo guia gastronômico com as melhores comidas brasileiras. A lista traz 100 pratos e o primeiro lugar ficou com a picanha, seguida de outra carne, o contrafilé e o tradicional pão de queijo. Considerados “tipicamente brasileiros”, o ranking traz pratos quentes, petiscos e sobremesas de todas as regiões do País.

De acordo com a publicação, a picanha seria equivalente ao sirloin cap , nos Estados Unidos , ou rump cap , no Reino Unido. O site internacional avaliou o prato com nota 4,7 (a pontuação máxima é 5,0) e nenhum da lista atingiu a pontuação.

Outras receitas no ranking são escondidinho, salpicão moqueca baiana, sanduíche de mortadela, tacará e pastel.

Confira a lista completa das melhores comidas brasileiras:

1º lugar: Picanha

2º lugar: Contrafilé

3º lugar: Pão de queijo

4º lugar: Escondidinho

5º lugar: Arrumadinho

6º lugar: Filé mignon

7º lugar: Bombocado

8º lugar: Tacacá

9º lugar: Tutu de feijão

10º lugar: Moqueca baiana

11º lugar: Queijo canastra

12º lugar: Pudim de leite

13º lugar: Coxinha

14º lugar: Pastel

15º lugar: Mousse de maracujá

Foto: Reprodução

16º lugar: Baião-de-dois

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17º lugar: Bobó de camarão

18º lugar: Vaca atolada

19º lugar: Vatapá

20º lugar: Pavê

21º lugar: Costela

22º lugar: Feijoada

23º lugar: Bolo de brigadeiro

24º lugar: Brigadeiro

25º lugar: Queijo Minas

26º lugar: Feijão tropeiro

27º lugar: Queijo coalho

28º lugar: Cartola

29º lugar: Beijinho

Foto: Reprodução

30º lugar: Farofa

31º lugar: Bolo de rolo

32º lugar: Açaí na tigela

33º lugar: Curau

34º lugar: Casquinha de siri

35º lugar: Tambaqui na brasa

36º lugar: Rabanada

37º lugar: Bolinho de bacalhau

38º lugar: Carne de sol

39º lugar: Acarajé

40º lugar: Pirão

41º lugar: Arroz carreteiro

Foto: Reprodução

42º lugar: Cachorro-quente

43º lugar: Bolinho de chuva

44º lugar: Beirute

45º lugar: Filé Oswaldo Aranha

46º lugar: Quindim

47º lugar: Bauru

48º lugar: Romeu e Julieta

49º lugar: Cuscuz nordestino

50º lugar: X-Tudo

51º lugar: Pamonha

52º lugar: Galinhada

53º lugar: Biscoito de polvilho

Foto: Reprodução

54º lugar: Barreado

55º lugar: Baba-de-moça

56º lugar: Casadinhos

57º lugar: Carne de onça

58º lugar: Creme de papaya

59º lugar: Canjica

60º lugar: Mocotó

61º lugar: Caruru

62º lugar: Bolo formigueiro

63º lugar: Pato no tucupi

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64º lugar: Salada de maionese

65º lugar: Cajuzinho

66º lugar: Queijo prato

67º lugar: Pé-de-moleque

68º lugar: Peito

69º lugar: Salpicão de frango

70º lugar: Sanduíche de mortadela

Foto: Reprodução

71º lugar: Patinho

72º lugar: Quibebe

73º lugar: Sequilho

74º lugar: Sagu

75º lugar: Tareco

76º lugar: Músculo

77º lugar: Maria-mole

78º lugar: Coxão mole

79º lugar: Lagarto

80º lugar: Acém

81º lugar: Arroz com pequi

82º lugar: Cuscuz Paulista

83º lugar: Bolo de bruxa

84º lugar: Buchada de bode

85º lugar: Virado à paulista

86º lugar: Baixaria

87º lugar: Torta capixaba

88º lugar: Sopa Leão Veloso

89º lugar: Pescoço

90º lugar: Filé de costela

91º lugar: Capa de filé

92º lugar: Abará

93º lugar: Caldo de piranha

94º lugar: Bijabija

95º lugar: Ostra ao bafo

96º lugar: Fraldão

97º lugar: Paleta

98º lugar: Coxão duro

99º lugar: Ponta de agulha

100º lugar: Aba de filé

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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