AGRONEGÓCIO

ADAMA Marca Avanços na Produção Sustentável de Fungicidas com Nova Tecnologia

Publicado em

A ADAMA, uma das líderes no desenvolvimento de soluções para proteção de culturas, comemora marcos significativos em sua jornada rumo a uma produção mais sustentável. A companhia, conhecida por sua expertise na formulação de fungicidas, alcançou um feito notável ao reciclar 100% dos resíduos gerados na produção do protioconazol e 70% dos resíduos da síntese de picoxistrobina em sua unidade de Taquari (RS).

O Brasil, um dos maiores produtores e exportadores de soja do mundo, enfrenta desafios contínuos relacionados às doenças que afetam a cultura, abrangendo cerca de 45 milhões de hectares nesta safra. Nesse cenário, a eficácia dos fungicidas é crucial para garantir a produtividade, segurança alimentar e a rentabilidade dos produtores.

“Com o aumento da consciência ambiental, a busca por processos de produção mais limpos é uma prioridade crescente. Na ADAMA, consideramos a formulação sustentável como um dos nossos pilares estratégicos e estamos comprometidos com a inovação para oferecer produtos que sejam eficazes e ambientalmente responsáveis”, afirma Roberson Marczak, gerente de Inovação e Sustentabilidade da ADAMA no Brasil.

Leia Também:  Produção de café de 2024 é estimada em 54,79 milhões de sacas
Inovação na Produção de Protioconazol

A ADAMA, única produtora de protioconazol no Brasil, enfrentou desafios na gestão dos resíduos gerados, especificamente o cloreto ferroso, subproduto do processo de produção. Inicialmente, o resíduo era descartado, mas a empresa desenvolveu uma solução inovadora para tratar e reciclar o material.

Luciano Porto, coordenador de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da ADAMA em Taquari, destaca que a reciclagem é realizada dentro do próprio processo produtivo da companhia. “Nossa meta era reciclar 50% do resíduo, mas conseguimos alcançar 100% após estudos e melhorias contínuas”, explica Porto. A ADAMA também adaptou sua estação de tratamento biológico para processar 100% de outro efluente do protioconazol, reduzindo significativamente o volume de resíduos e efluentes.

Sustentabilidade na Produção de Picoxistrobina

No caso da picoxistrobina, um ativo essencial no fungicida Blindado® T.O.V., a ADAMA implementou um sistema de evaporação a vácuo para reciclar resíduos. Antes, a empresa incinerava 129 toneladas anuais de resíduos, o que representava um custo ambiental e econômico elevado. Com o novo sistema, a ADAMA reduziu a quantidade de resíduos incinerados em aproximadamente 70% nos últimos três anos.

Leia Também:  Dólar recua com foco em dados de emprego nos EUA e cenário político no Brasil

Marczak ressalta: “Esses avanços reforçam nosso compromisso com a sustentabilidade e a eficiência. Estamos investindo em tecnologias que não apenas minimizam o impacto ambiental, mas também otimizam a utilização de matérias-primas e reduzem custos.”

Tecnologia de Formulação Exclusiva

A ADAMA também desenvolveu a Tecnologia T.O.V. – Tecnologia, Operação Simplificada e Valor para o produtor. Essa tecnologia é incorporada nos fungicidas Armero®, Almada® e Blindado® T.O.V., proporcionando aos produtores uma solução que combina inovação e sustentabilidade desde a produção até a aplicação.

Com essas inovações, a ADAMA reafirma seu compromisso com a excelência e a sustentabilidade, oferecendo soluções que beneficiam tanto o meio ambiente quanto os produtores agrícolas brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Cachaça artesanal busca posicionamento premium

Published

on

Viçosa (cerca de 227 km da capital Belo Horizonte), em Minas Gerais, vai sediar nos dias 22 e 23 deste mês a 96ª Semana do Fazendeiro. Realizada na Universidade Federal de Viçosa (UFV), o Sistema Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Sistema Faemg) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoverão uma imersão técnica voltada para a inserção do destilado no mercado de coquetelaria profissional.

O objetivo da capacitação é mover a cachaça de alambique para além da tradicional caipirinha, posicionando-a como um destilado premium. Em um mercado brasileiro cada vez mais exigente, o consumidor busca experiências que unem a tradição do campo à sofisticação urbana. Para o produtor rural, essa mudança de comportamento representa uma oportunidade estratégica: a diversificação das atividades e a criação de novas receitas através do turismo rural, da gastronomia e da venda direta para estabelecimentos que buscam produtos exclusivos.

A iniciativa aborda a “premiumização” da bebida nacional. O treinamento técnico capacitará produtores e empreendedores a entenderem as tendências de consumo e o potencial comercial da cachaça quando inserida em drinks sofisticados. Ao dominar técnicas de coquetelaria e harmonização, o produtor encurta a cadeia de comercialização, retendo maior margem de lucro dentro da propriedade e fortalecendo a marca do alambique frente à concorrência de destilados importados.

Leia Também:  Tendências do mercado de açúcar: Contratos futuros em alta mesmo com crescente produção no Centro-Sul do Brasil

A ação integra o calendário do Sistema Faemg Senar de fomento ao agronegócio mineiro, reforçando que a inovação no setor de bebidas é fundamental para garantir a competitividade e a sustentabilidade econômica das pequenas e médias propriedades rurais.

Serviço: Imersão Cachaça no Preparo de Drinks — Lucro, Experiência e Mercado

  • Data: 22 e 23 de julho de 2026.

  • Horário: Das 9h30 às 18h.

  • Local: Carreta Agro pelo Brasil (estacionada na UFV durante a 96ª Semana do Fazendeiro).

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA