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Tecnologia Inovadora Monitora Comportamento de Bovinos e Revoluciona a Pecuária Brasileira

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A pecuária brasileira enfrenta o desafio de aumentar a produção de carne e leite por hectare, sem expandir a área dedicada ao gado e respeitando o meio ambiente. Segundo a FAO, agência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação, a oferta de alimentos de origem animal deve dobrar até 2050, sendo que 70% desse crescimento virá da eficiência produtiva. Essa evolução se dá não apenas em genética, nutrição e sanidade, mas também na adoção de práticas de manejo. “Estamos falando da pecuária de precisão como uma aliada no aumento da produção”, destaca Vanessa Amorim, analista de mercado agro da Belgo Arames. “A boa notícia é que já dispomos de tecnologias que podem impulsionar essa transformação”, complementa.

A agtech Instabov foi criada com o propósito de aumentar a produtividade na pecuária por meio do monitoramento e geolocalização do rebanho.

“A Instabov monitora os animais em tempo integral, permitindo que os pecuaristas tomem decisões mais rápidas e assertivas. Os dados coletados identificam, rastreiam e medem indicadores produtivos, comportamentais e fisiológicos do rebanho, como número de passos, zonas de calor, atividade e movimentação dos animais”, informa Vanessa Amorim.

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O sistema Instabov é composto por dois dispositivos: uma coleira instalada nos animais, que emite os dados coletados, e uma antena que capta o sinal em um raio de até 10 quilômetros. As informações são registradas a cada dez minutos, e os colares possuem uma bateria com durabilidade de cinco anos.

Essa tecnologia já está contribuindo para o monitoramento do comportamento de bovinos em propriedades rurais em todas as regiões do Brasil e, até o final de 2026, pretende expandir sua atuação para países vizinhos, como Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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