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USDA Deve Elevar Estimativas de Safra e Estoques Finais de Milho dos EUA para 2024/25

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará nesta sexta-feira, 12 de julho, às 13h, seu relatório de oferta e demanda de julho. Este documento trará novas estimativas para os Estados Unidos e dados mundiais para a temporada 2024/25, além de atualizações para a safra 2023/24. As expectativas apontam para um relatório com tendência de baixa nas cotações.

Especialistas consultados por agências internacionais preveem uma produção de 15,060 bilhões de bushels de milho para 2024/25, superando os 14,86 bilhões de bushels projetados em junho, mas ainda inferior ao volume da safra 2023/24, que foi de 15,342 bilhões de bushels. A produtividade média do milho nos EUA deve ser estimada em 180,7 bushels por acre, ligeiramente abaixo dos 181 bushels por acre indicados no mês anterior, mas acima dos 177,3 bushels por acre registrados na temporada 2023/24.

Os estoques finais de passagem da safra 2024/25 nos Estados Unidos devem ser reportados em 2,272 bilhões de bushels, comparados aos 2,102 bilhões de bushels previstos em junho. Para a safra 2023/24, os estoques finais de passagem devem subir de 2,022 bilhões para 2,041 bilhões de bushels.

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Em termos globais, os estoques finais de passagem para a safra 2024/25 estão projetados em 312 milhões de toneladas, ligeiramente acima dos 310,8 milhões de toneladas do relatório anterior. Para a safra mundial 2023/24, a previsão é de estoques finais de 312 milhões de toneladas, uma leve redução em relação às 312,4 milhões de toneladas estimadas em junho.

No Brasil, a safra de milho 2023/24 deve ser indicada em 121,3 milhões de toneladas, uma redução em comparação com os 122 milhões de toneladas projetados no mês anterior. Já na Argentina, a produção de milho para 2023/24 deve ser reportada em 51,4 milhões de toneladas, abaixo das 53 milhões de toneladas previstas anteriormente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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