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Tecnologia de Drones para Agricultura de Precisão é Destaque no Lançamento do Plano Safra 2024-2025

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Na manhã desta quarta-feira, dia 3 de julho, durante o anúncio do Plano Safra 2024-2025 em Brasília (DF), foi apresentada uma solução inovadora para a agricultura: o projeto Orbio, desenvolvido em parceria entre a Embrapa, a empresa paulista BirdView e com apoio financeiro da Fapesp. Este projeto utiliza drones equipados com sistemas avançados de otimização de planos de voo e dispositivos para liberação de insetos, visando o controle biológico de pragas e doenças, sem comprometer o meio ambiente.

O Orbio foi destacado como uma alternativa de baixo custo, acessível aos pequenos produtores, substituindo o uso de agroquímicos. A tecnologia foi uma das principais atrações da exposição realizada na Praça dos Três Poderes, durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2024-2025 e do Plano Safra 2024-2025, que contou com a presença do presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, ministros e autoridades do setor agrícola.

Lúcio Jorge, pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP), responsável pelo desenvolvimento da tecnologia dos drones, destacou as vantagens do Orbio, como o baixo custo operacional, alta eficiência e o potencial de alcance nas propriedades agrícolas. A utilização de drones também otimiza o planejamento das rotas de cobertura para controle biológico, garantindo maior precisão e eficácia nas aplicações.

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O projeto, que está em fase final de testes em algumas fazendas, promete democratizar o acesso a tecnologias sustentáveis, beneficiando não apenas grandes produtores, mas também a agricultura familiar. A parceria estratégica com a BirdView permitiu combinar experiências na área, visando oferecer um produto robusto e adaptado às necessidades do mercado brasileiro.

Durante o evento, a presidente da Embrapa, Sílvia Massruhá, destacou o papel crucial da instituição no desenvolvimento de soluções inovadoras para o agronegócio brasileiro. Ela enfatizou a importância das linhas de crédito do Plano Safra para impulsionar a adoção de práticas sustentáveis, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, e afirmou o compromisso da Embrapa em tornar essas tecnologias acessíveis a todos os produtores rurais do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina somam 953 mil toneladas no 1º quadrimestre de 2026 e avançam até 30% no ano

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As exportações brasileiras de carne bovina in natura começaram 2026 em ritmo acelerado. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o país embarcou 953,606 mil toneladas no primeiro quadrimestre do ano, resultado que reforça a continuidade do ciclo positivo do setor.

O volume representa alta de 15,2% em relação ao mesmo período de 2025 e avanço próximo de 30% sobre o primeiro quadrimestre de 2024. Desde março de 2025, os embarques mensais vêm se mantendo acima de 200 mil toneladas, indicando sustentação da demanda internacional pela proteína brasileira.

Abril registra maior volume da série histórica

Em abril de 2026, o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina in natura, o maior volume já registrado para o mês na série histórica da Secex. O desempenho consolida o bom início de ano do setor exportador e evidencia a competitividade da proteína brasileira no mercado global.

China lidera compras e amplia participação

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira. Em abril, o país asiático importou 135,472 mil toneladas, crescimento de 32,8% frente a março de 2026.

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No acumulado do quadrimestre, as compras chinesas somaram 460,888 mil toneladas, alta de 19,3% em relação ao mesmo período de 2025 (386,351 mil toneladas), reforçando a forte dependência do Brasil em relação ao mercado chinês.

Cenário externo acende alerta para próximos meses

Pesquisadores do CEPEA avaliam que o ambiente externo pode se tornar mais desafiador no curto prazo.

Entre os fatores de atenção estão:

  • Possíveis ajustes de cotas de importação pela China
  • Novas exigências da União Europeia relacionadas ao uso de antimicrobianos em produtos de origem animal
  • Exclusão do Brasil da lista de países que atendem integralmente às regras do bloco

Apesar disso, o impacto direto do mercado europeu tende a ser limitado, já que o bloco responde por cerca de 4% das exportações brasileiras de carne bovina.

Oferta global restrita sustenta mercado internacional

Mesmo diante de possíveis entraves regulatórios, o cenário global segue marcado por oferta limitada de carne bovina, o que contribui para sustentar a demanda pela proteína brasileira.

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Esse contexto mantém o Brasil em posição estratégica no comércio internacional, ainda que com maior sensibilidade a mudanças regulatórias e comerciais nos principais destinos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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