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Híbridos da Bayer se destacam no Concurso de Produtividade na Safra de Verão 2024

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O Concurso de Produtividade Elevada no Campo – Safra de Verão 2024 destacou o desempenho excepcional dos híbridos de milho da Bayer, evidenciando a escolha estratégica dos agricultores e o impacto positivo das tecnologias empregadas. Os produtores que optaram pelos híbridos da marca foram os protagonistas, conquistando resultados impressionantes acima de 247 sacas por hectare.

Estratégias Vencedoras

Ronei Gaviraghi, produtor em Mangueirinha (PR), foi o grande destaque na categoria sequeiro com o híbrido AS 1757 PRO4 da Agroeste. Com uma produtividade notável de 270 sacas por hectare, Gaviraghi atribuiu o sucesso ao potencial produtivo do híbrido, aliado a um manejo cuidadoso e ao uso de ferramentas digitais como o Climate Fieldview. A escolha se mostrou acertada, destacando-se pela estabilidade e segurança do ciclo da planta, além da eficácia contra doenças como a mancha branca e cercóspora, reforçada pelo uso de soluções Bayer como Fox Xpro e Connect.

Inovação e Resiliência

Fabio Zandonai, engenheiro agrônomo e agricultor em Cristalina (GO), conquistou o segundo lugar na categoria irrigado com o híbrido AG 8701 PRO4 da Sementes Agroceres. Com uma produtividade de 254,4 sacas por hectare, Zandonai ressaltou a importância da escolha do híbrido adequado e das tecnologias Bayer para manejo integrado de doenças foliares, como o Fox Xpro. Além disso, ele participa ativamente do PRO Carbono, iniciativa que promove práticas agrícolas sustentáveis.

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Compromisso com a Qualidade e Sustentabilidade

Os híbridos selecionados pelos produtores são caracterizados pela biotecnologia VTPRO4, que oferece múltiplos mecanismos de ação para proteção da planta e da espiga de milho, garantindo maior resistência às principais pragas e doenças da cultura. Denis Piazolli, gerente técnico Sul da Bayer, enfatizou que essas inovações são fundamentais para enfrentar os desafios da agricultura moderna, contribuindo significativamente para a segurança alimentar e a produtividade agrícola no Brasil.

Reconhecimento e Futuro Promissor

O Concurso de Produtividade na Safra de Verão destacou não apenas a habilidade dos produtores em superar adversidades climáticas e econômicas, mas também reforçou o potencial do Brasil em dobrar sua produção de milho nos próximos anos. O evento enfatizou a importância da integração de tecnologia, gestão e escolha estratégica de híbridos para maximizar os resultados na agricultura.

A Bayer continua comprometida em desenvolver soluções inovadoras que atendam às necessidades dos agricultores brasileiros, promovendo o crescimento sustentável e a eficiência no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Etanol despenca com avanço da safra de cana e registra menor preço de 2026 no Brasil

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O avanço da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil já começa a provocar impactos diretos no mercado de combustíveis. Com aumento da oferta de biocombustível, o preço do etanol hidratado registrou a maior queda entre os combustíveis na segunda semana de maio e atingiu o menor patamar de 2026.

Levantamento do Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, elaborado com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, mostra que o litro do etanol caiu 3,83% em relação à última semana de abril, passando para R$ 4,48 na média nacional.

O movimento reforça a pressão baixista provocada pela intensificação da moagem de cana-de-açúcar e pela maior disponibilidade do produto no mercado interno.

Etanol amplia vantagem frente à gasolina

Enquanto o etanol apresentou forte retração, os demais combustíveis tiveram comportamento mais moderado no período analisado.

A gasolina comum recuou 0,27%, para R$ 6,76 por litro, enquanto o diesel S-10 caiu 1,27%, chegando a R$ 7,21 por litro.

Preços médios nacionais – 2ª semana de maio de 2026
  • Gasolina comum: R$ 6,76/litro (-0,27%)
  • Etanol hidratado: R$ 4,48/litro (-3,83%)
  • Diesel S-10: R$ 7,21/litro (-1,27%)

Desde o pico registrado em meados de abril, o etanol já acumula queda próxima de 7%, com redução de R$ 0,34 por litro no período.

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Além de aliviar parcialmente o bolso do consumidor, o movimento também aumentou a competitividade do biocombustível frente à gasolina.

A relação de preços entre etanol e gasolina caiu de 71,7% no fim de abril para 69,7% na segunda semana de maio, retornando ao nível considerado economicamente vantajoso para veículos flex.

Tradicionalmente, o mercado utiliza o percentual de 70% como referência para indicar quando o etanol se torna mais atrativo em relação à gasolina, embora a eficiência varie conforme o modelo do veículo e as condições regionais.

Centro-Sul lidera queda nos preços do etanol

Os maiores recuos no preço do etanol foram observados em estados ligados diretamente à produção sucroenergética do Centro-Sul brasileiro.

Estados com maiores quedas no preço do etanol
  • Goiás: -R$ 0,24 por litro (-4,9%)
  • Distrito Federal: -R$ 0,22 (-4,6%)
  • São Paulo: -R$ 0,21 (-4,7%)
  • Minas Gerais: -R$ 0,20 (-4,2%)
  • Mato Grosso: -R$ 0,19 (-4,1%)

A presença de importantes polos produtores entre as maiores quedas reforça o impacto direto da ampliação da moagem de cana sobre os preços finais ao consumidor.

Safra de cana aumenta pressão sobre o mercado

O mercado acompanha de perto a evolução da safra 2026/27 no Centro-Sul, principal região produtora de cana-de-açúcar do país.

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Com o avanço da colheita e da moagem nas usinas, cresce a disponibilidade de etanol hidratado, ampliando a pressão baixista sobre o combustível renovável.

Além da safra brasileira, investidores e agentes do setor monitoram outros fatores que influenciam os preços:

  • comportamento do petróleo no mercado internacional;
  • oscilações do dólar;
  • demanda doméstica por combustíveis;
  • estratégia das usinas entre produção de açúcar e etanol.

A definição do mix de produção continua sendo um dos principais pontos de atenção do setor sucroenergético, especialmente diante das oscilações nos preços globais do açúcar e da energia.

Mercado de combustíveis segue em ajuste

Analistas avaliam que o comportamento dos preços nas próximas semanas dependerá principalmente do ritmo da safra no Centro-Sul e das condições internacionais do petróleo.

Caso a oferta de etanol continue avançando acima da demanda, o mercado pode registrar novas reduções nos preços do biocombustível ao longo do segundo trimestre.

Para o consumidor, o atual cenário aumenta a competitividade do etanol e reforça a importância do biocombustível na matriz energética brasileira, especialmente em um momento de maior volatilidade no mercado global de energia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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