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Relatório do USDA pressiona e preços do milho recuam em Chicago

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Nesta terça-feira (25), os preços futuros do milho começaram o dia em queda na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 10h14 (horário de Brasília), as principais cotações variavam entre R$ 57,30 e R$ 64,00.

O contrato para julho de 2024 estava cotado a R$ 57,30, uma queda de 0,87%. O vencimento para setembro de 2024 registrava R$ 60,19, uma perda de 0,94%, e o contrato para novembro de 2024 valia R$ 64,00, uma baixa de 0,48%.

Mercado Externo

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro também abriram a terça-feira em queda, por volta das 09h44 (horário de Brasília).

O contrato para julho de 2024 estava cotado a US$ 4,28, uma perda de 5,00 pontos. O vencimento para setembro de 2024 valia US$ 4,34, uma queda de 5,25 pontos. Já o contrato para dezembro de 2024 era negociado a US$ 4,46, uma desvalorização de 5,75 pontos, e o contrato para março de 2025 registrava US$ 4,57, uma queda de 5,75 pontos.

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De acordo com o site internacional Successful Farming, os futuros de grãos recuaram nas negociações da noite para o dia, à medida que a emergência das lavouras nos Estados Unidos se aproximava da conclusão.

Segundo o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), 97% da safra de milho dos EUA havia emergido no início da semana, ligeiramente acima da média dos últimos cinco anos, que é de 96%. Além disso, cerca de 69% da safra estava em condições boas ou excelentes, uma redução em relação aos 72% da semana anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Inflação acelera para famílias de baixa renda em abril e energia pesa no orçamento, aponta Ipea

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A inflação voltou a acelerar para as famílias de baixa renda em abril, pressionada principalmente pelos aumentos nos preços da energia elétrica, medicamentos e alimentos básicos. Os dados são do indicador de inflação por faixa de renda divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo o levantamento, a inflação das famílias com renda mensal de até R$ 2.299,82 avançou de 0,85% em março para 0,92% em abril, tornando essa faixa a mais impactada pela alta do custo de vida no período.

Enquanto isso, as demais faixas de renda registraram desaceleração inflacionária ao longo do mês.

Energia elétrica e medicamentos lideram pressão inflacionária

De acordo com o Ipea, os principais responsáveis pela aceleração da inflação entre as famílias mais vulneráveis foram os reajustes da energia elétrica e dos produtos farmacêuticos.

A conta de luz subiu 0,72% em abril, enquanto os medicamentos registraram alta de 1,8%, ampliando a pressão sobre o orçamento doméstico das famílias de menor renda.

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O instituto destaca que os gastos com energia e saúde possuem peso maior na composição das despesas das camadas mais pobres da população, o que explica o impacto mais intenso da inflação nesse grupo.

No acumulado entre janeiro e abril de 2026, a inflação para as famílias com renda de até R$ 2.299,82 chegou a 2,66%.

Apesar da aceleração recente, o Ipea ressalta que, no acumulado dos últimos 12 meses, essa faixa ainda apresenta a menor inflação entre todos os estratos de renda, com variação de 3,83%.

Alimentos seguem pressionando inflação no Brasil

Para o conjunto das famílias brasileiras, independentemente da renda, os alimentos continuaram entre os principais vetores de pressão inflacionária em abril.

Entre os produtos que registraram maiores aumentos de preços estão:

  • arroz: 2,5%;
  • feijão carioca: 3,5%;
  • batata: 6,6%;
  • carnes: 1,6%;
  • ovos: 1,7%;
  • leite: 13,7%.

A alta dos alimentos mantém preocupação entre consumidores e setores ligados ao abastecimento e ao agronegócio, especialmente diante da volatilidade dos custos de produção e das pressões climáticas e logísticas.

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Saúde e combustíveis também impactaram orçamento das famílias

Outro grupo que apresentou forte impacto inflacionário foi o de saúde e cuidados pessoais. O avanço foi puxado pelo aumento dos artigos de higiene pessoal, com alta de 1,6%, além dos reajustes dos serviços médicos, que subiram 1%.

Os combustíveis também contribuíram para a pressão inflacionária em abril. Segundo o levantamento, os preços registraram alta de 1,8%, influenciados pelas tensões geopolíticas internacionais envolvendo o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.

O cenário mantém o custo de vida pressionado no país e reforça a preocupação com o poder de compra das famílias, especialmente das camadas de menor renda.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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