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Syngenta destaca inovações em controle de pragas na Hortitec 2024

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A Syngenta, líder global em proteção de cultivos, marcará presença na 29ª Hortitec (Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Extensivas), que ocorrerá de 19 a 21 de junho em Holambra (SP). O evento representa uma oportunidade crucial para a empresa destacar suas soluções inovadoras desenvolvidas para aprimorar o manejo de pragas em diversas culturas agrícolas.

André Fink, Gerente de Marketing de Culturas na Syngenta Proteção de Cultivos, enfatiza a importância da Hortitec como o maior evento do setor de hortifrúti no Brasil. “Estamos entusiasmados em participar mais uma vez, apresentando nosso portfólio de produtos e serviços que visam aumentar a produtividade e rentabilidade no campo. É uma oportunidade única para interagir com os produtores, entender suas necessidades e compartilhar conhecimentos essenciais para o sucesso das lavouras”, destaca Fink.

O grande destaque da Syngenta para a Hortitec será o JOINER®, um inseticida acaricida que incorpora a tecnologia PLINAZOLIN®. Esse produto revolucionário foi desenvolvido para mais de 100 culturas, incluindo batata, tomate, cebola, citros, melão, melancia, abóbora, entre outras. JOINER® apresenta um novo conceito de inovação, oferecendo um modo de ação inédito e um grupo químico avançado que proporciona alto controle das principais pragas das frutas e vegetais, além de um amplo espectro de ação.

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“A performance excepcional do JOINER® é garantida pela tecnologia PLINAZOLIN®, que assegura um longo período de controle com alta aderência nas folhas, resistência à lavagem pela chuva e baixa degradação por raios ultravioletas. Além disso, sua formulação permite aplicação conjunta com fungicidas ou herbicidas, sem necessidade de adjuvante, adaptando-se perfeitamente às condições tropicais predominantes em nosso país”, explica Fink.

Lançado no segundo semestre do ano passado, JOINER® oferece benefícios adicionais como alta seletividade, baixo período de carência e flexibilidade no manejo das culturas. Sua ação ovi-larvicida permite interromper o ciclo das pragas, proporcionando um controle eficaz em todas as fases de desenvolvimento.

Durante a Hortitec 2024, a Syngenta também apresentará outras tecnologias disruptivas para o manejo integrado de pragas, disponíveis para os visitantes explorarem exclusivamente no estande da empresa na feira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

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China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
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A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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