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Time Brasil alcança 300 mil inscritos e 80 milhões de visualizações no YouTube

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Time Brasil alcança 300 mil inscritos e 80 milhões de visualizações no YouTube
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Time Brasil alcança 300 mil inscritos e 80 milhões de visualizações no YouTube

O canal do Time Brasil no YouTube, gerenciado pelo Comitê Olímpico do Brasil , chegou a 300 mil inscritos e alcançou a marca de 80 milhões de visualizações. O perfil tem como propósito mostrar o dia a dia dos atletas brasileiros nas mais variadas modalidades e realiza produções que envolvem bastidores, informações, curiosidades, lives, melhores momentos e transmissões ao vivo.

Entre os eventos já transmitidos pelo canal estão os Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, a Copa do Mundo de Ginástica, o Circuito Mundial de Judô e a Diamond League, principal circuito de atletismo do planeta. Além disso, no player são transmitidos mais de 40 campeonatos nacionais por ano.

Somente em 2024, o perfil administrado pelo COB teve mais de 11 milhões de visualizações em sua conta no YouTube e conquistou 41 mil novos inscritos.

Atualmente, o canal do Time Brasil é o número 1 do mundo entre os comitês pertencentes à Association of National Olympic Committees (ANOC), em português Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais. O Team USA, segundo colocado, por exemplo, tem 254 mil. Outro dado relevante é que, em 2023, o COB alcançou mais de 40 milhões de visualizações, incluindo dados das transmissões ao vivo e de vídeos on demand.

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Em 2024, dos cinco vídeos mais assistidos, dois são da ginástica artística, dois da ginástica rítmica e um do atletismo. O conteúdo campeão disparado de audiência é um shorts feito com os meninos da base do Flamengo de ginástica artística. Nele, os jovens atletas mostram suas habilidades na modalidade dando mortais e exibindo algumas técnicas. A fofura da garotada ostenta também o título de conteúdo mais assistido do canal em toda a história até aqui, com 2,2 milhões de views.

Na sequência, duas exibições do conjunto brasileiro na Copa do Mundo de ginástica rítmica aparecem em segundo e terceiro lugar com 244,3 mil e 199,1 mil visualizações, respectivamente. Completam o ranking o ouro conquistado por Alison dos Santos nos 400m com barreiras da Diamond League Doha (187 mil) e o ouro de Caio Souza no Pan-Americano de Ginástica Artística (148,7 mil).

Já considerando-se todo o período do canal, o segundo vídeo com mais visualizações é da estrela brasileira e mundial, Rebeca Andrade. Inclusive, ela também ocupa a terceira posição. Um dos conteúdos é referente à sua apresentação no Mundial de Ginástica, em 2022, quando foi campeã, o vídeo totalizou 1,8 milhão de acessos. O segundo foi durante os Jogos Pan-Americanos de 2023, quando sua conquista de ouro rendeu 950 mil visualizações.

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O quarto lugar, por sua vez, pertence ao ouro conquistado por Ingrid Oliveira nos saltos ornamentais, quando saltou da plataforma 10m, em 2022, pelo Troféu Brasil. O quinto lugar fica com a transmissão ao vivo da disputa pela medalha de ouro entre Brasil e Argentina, no vôlei masculino, no Pan-Americano de Santiago 2023. O título brasileiro rendeu ao canal 911 mil visualizações.

*Com informações do MKT Esportivo/ Foto de capa: Miriam Jeske/COB

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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