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Destaques do monitoramento agrícola global: Condições das principais culturas no Brasil

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A mais recente edição do Crop Monitor for AMIS, uma publicação internacional produzida pelo Geoglam, trouxe em destaque as condições dos cultivos de primeira safra, desenvolvimento dos cultivos de segunda safra e o início da safra de inverno no Brasil. Essa iniciativa monitora o movimento agrícola dos países membros do G20 para as culturas de milho, soja, trigo e arroz, contando com análises de especialistas locais e dados de observação da Terra.

Análise das Condições no Brasil

A publicação, divulgada nesta quinta-feira (6), aponta um atraso na colheita do milho de primeira safra, especialmente nas regiões Sudeste e Nordeste, devido à escassez de chuvas e altas temperaturas durante o desenvolvimento. No entanto, o desenvolvimento da segunda safra de milho segue em condições favoráveis. Quanto ao arroz, o período de colheita está sendo concluído, com atualizações sobre o impacto das inundações no Rio Grande do Sul na produtividade. Apesar da redução no Rio Grande do Sul, a condição geral da soja na região Sul foi favorável.

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Destaques Internacionais e Previsões

Além das informações brasileiras, a edição destaca as condições favoráveis do trigo, milho, arroz e soja nos principais países produtores. O monitoramento também acompanha a evolução das condições climáticas, como o El Niño, em direção à neutralidade e possibilidade de La Niña, para prever possíveis impactos na produção agrícola global.

Colaboração com o Geoglam

Os dados, compartilhados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), alimentam o Geoglam, o Grupo de Observação da Terra responsável pelo Monitoramento Agrícola Global, fornecendo informações essenciais para entender e prever a dinâmica agrícola não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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