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Marca CV Nelore Mocho impulsiona pesquisa em revista científica de renome

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A recente publicação do artigo “Efeito genético e sexual na predição genômica do desenvolvimento de chifres em bovinos Nelore” na prestigiada revista científica Livestock Science marca um avanço significativo na compreensão dos fatores genéticos por trás do desenvolvimento de chifres em bovinos. Este estudo, conduzido pela Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP) em colaboração com instituições acadêmicas e o criatório CV Nelore Mocho, revela importantes insights que podem moldar o futuro da seleção genética na pecuária.

Visão Inovadora e Contribuição da Marca CV

A marca CV Nelore Mocho destaca-se por sua visão inovadora e compromisso com o bem-estar animal. Pioneira na seleção de animais Nelore naturalmente sem chifres, a marca utiliza a Diferença Esperada de Progênie (DEP) para o caráter mocho desde 2022. Esta iniciativa não só demonstra uma abordagem avançada na pecuária, mas também desempenha um papel crucial no avanço da pesquisa científica.

A colaboração entre a marca CV e a ANCP foi fundamental para o estudo publicado, fornecendo dados fenotípicos valiosos que lançaram luz sobre os segredos genéticos e sexuais que influenciam o desenvolvimento de chifres na raça Nelore. Com registros fenotípicos e informações genotípicas de animais Nelore da Fazenda Guaporé, a pesquisa se baseou em um pedigree de mais de 48.000 animais, dos quais mais de 19.000 possuíam fenótipos registrados para a característica pesquisada.

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Validação da DEP e Ganhos Genéticos

Além de validar o método de avaliação do fenótipo para o desenvolvimento de chifres, o estudo comprova a robustez da DEP para o caráter mocho da ANCP, fornecendo evidências científicas sólidas que apoiam a utilização dessa ferramenta inovadora na seleção de animais sem chifres na raça Nelore. Ricardo Viacava, diretor da marca CV Nelore Mocho, enfatiza que a ferramenta tem alta precisão na previsão do nascimento de animais mochos, o que, combinado com a genômica, reduz o intervalo entre gerações e aumenta os ganhos genéticos de forma exponencial.

Consolidação da Marca CV Nelore Mocho

Por meio de sua dedicação à inovação e ao bem-estar animal, o criatório CV Nelore Mocho emerge como uma referência na pecuária brasileira e global. Sua contribuição para o avanço da pesquisa genética bovina e o desenvolvimento de tecnologias promissoras não apenas impulsionam a indústria, mas também garantem um futuro mais sustentável e eficiente para a pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produto Interno Bruto da agropecuária cresceu 0,7% no primeiro trimestre de 2026

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O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária iniciou o ano de 2026 em crescimento, registrando uma leve alta de 0,7% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação aos três últimos meses de 2025, o avanço do setor foi de 2,0%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29.05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram que o PIB total do País cresceu 1,8% na comparação anual e 1,1% frente ao trimestre anterior.

Apesar do ritmo moderado na comparação interanual, o resultado é classificado como positivo por entidades do setor, dado que ocorre sobre uma base comparativa recorde do ano anterior. De acordo com o Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a safra passada foi excelente, o que torna o avanço de 0,7% um desempenho expressivo que ajuda a sustentar o resultado econômico nacional.

Integrando a leitura do cenário macroeconômico, o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto) destaca que o acompanhamento de longo prazo reflete melhor a realidade do campo. “A análise da variação anual é a mais pertinente, em função das sazonalidades existentes na produção agropecuária”, afirma.

Segundo Rezende, “embora o conflito no Oriente Médio tenha afetado o setor e gerado um resultado inicialmente mais fraco em termos de expectativas, o saldo final foi muito mais positivo do que negativo para o agronegócio brasileiro, já que o setor ainda impulsionou os resultados neste trimestre”.

“O agro vive muito de ciclos. Lá atrás, você tinha um ciclo muito favorável, e acho que isso explica boa parte do resultado do ano passado. Agora, o que a gente observa no agro tem a ver com ciclos e cenários externos. Mas também há um ponto interessante: às vezes temos impactos negativos do clima e, em outras, positivos. No caso deste ano, o impacto foi mais positivo”, explica o presidente.

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Safrinha

De acordo com a análise de especialistas, o PIB do setor ainda deve contar com impactos positivos vindos da soja no segundo trimestre, mas o milho segunda safra desponta como um limitador para os próximos resultados. A avaliação da consultoria indica que será difícil registrar crescimentos fortes no PIB da agropecuária ao longo do ano, com o milho safrinha pressionando o desempenho principalmente na segunda metade de 2026.

A colheita da segunda safra de milho já começou sob a expectativa de redução na oferta. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que a produção do cereal deve alcançar 108,4 milhões de toneladas na segunda safra, volume 4,2% menor do que o registrado no ciclo 2024/25. A falta de chuvas afetou severamente a produtividade no Estado de Goiás, e problemas pontuais em menor proporção são observados em Minas Gerais e São Paulo.

Além do milho, analistas do setor privado citam o algodão e a cana-de-açúcar como pontos de atenção para os próximos meses. No primeiro trimestre, o crescimento anual foi sustentado pela soja — que registrou novo recorde de 4,8% na estimativa anual de produção — e pelo segmento de carnes, além de contribuições do café arábica, beneficiado pela bienalidade positiva, e do cacau. Na outra ponta, as principais retrações foram registradas na batata inglesa, no arroz (-10,6%) e no milho (-2,5%).

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Juros

O início de ano positivo ocorre em um momento em que a agropecuária começa a sentir com maior intensidade o peso da taxa Selic elevada. Economistas da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) avaliam que o custo do crédito tende a desacelerar o ritmo de produção nos próximos meses, período em que o clima se tornará uma variável crítica.

A CNA projeta que os resultados do segundo e do terceiro trimestres fiquem próximos da margem, podendo oscilar levemente para cima ou para baixo devido à base comparativa elevada de 2025. Contudo, o grande ponto de interrogação reside no fechamento do ano. A coordenação técnica da entidade alerta que há dúvidas sobre como o fenômeno climático El Niño vai se refletir na safra de inverno, tornando o clima a principal incógnita do setor.

Petróleo e gás

Diferentemente do observado em períodos anteriores, a agropecuária não deve figurar como o principal motor do PIB brasileiro neste ano. Estimativas do Núcleo Econômico da CNA indicam que o protagonismo do crescimento em 2026 deve ser assumido pelos setores de petróleo e gás, do ponto de vista da produção.

O prolongamento dos conflitos no Oriente Médio elevou os preços internacionais do barril de petróleo, levando a indústria extrativa nacional a intensificar o ritmo de atividade. Como o Brasil exporta petróleo bruto e importa subprodutos como diesel e gasolina, a valorização da commodity no mercado internacional deve fazer com que a Petrobras mantenha a produção em patamares elevados, gerando reflexos estatísticos positivos sobre o PIB ao longo de todo o ano.

Fonte: Pensar Agro

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