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Quadros exclusivos são destaque na galeria de arte da Casa da Moldura

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Quadros exclusivos são destaque na galeria de arte da Casa da Moldura
Ailane Silva

Quadros exclusivos são destaque na galeria de arte da Casa da Moldura

Mais de 40 quadros originais ganham evidência pela beleza e exclusividade na galeria de arte da tradicional e renomada Casa da Moldura. Entre as obras, que estão disponíveis na unidade da Asa Norte, em Brasília, há opções de telas de artistas como Burle Marx, Maldonado Diaz, Tarciso Viriato, Luiz Costa, Carybé, Alfredo Volpi e Carlos Scliar.

O proprietário da Casa da Moldura, em funcionamento há 35 anos, Higino França explica que essa oferta ampliada de obras de arte é uma inovação da loja. “A grande novidade que a Casa da Moldura traz é oferecer a opção de venda de quadros originais e peças originais tanto óleo sobre tela como aquarela sobre papel, as mais variadas formas de apresentação da arte”, destaca.

Tarcila do Amaral

Rocio Melgabes

Rocio Melgabes

Higino França

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Carybé

Carybé

Carybé

Carybé

Carybé

Carlos Scilar

Burle Marx

Burle Marx

Burle Marx

Burle Marx

Burle Marx

Burle Marx

Burle Marx

Amilcar de Castro

Alfredo Volpi

Alfredo Volpi

Alfredo Volpi

Segundo ele, a galeria é resultado de um trabalho de “garimpo” feito pelas galerias e leilões do Brasil a fora. “Hoje estamos preparados para atender a esse mercado tão exclusivo e exigente de obras de arte, principalmente de artistas que se identificam com Brasília. Essa decisão se deu pela necessidade que identificamos no mercado de um segmento de artistas muito bem aceitos na capital, que também conta com a oferta de mais de 3 mil gravuras assinadas de artistas brasileiros, entre eles, Athos Bulcão”, contabiliza.

Higino França explica que as obras começaram a ser adquiridas para atender o público de arquitetos e decoradores com obras abaixo de R$ 100 mil, que é a faixa de preço em que mais circulam as opções de artes.

“A decoração de qualquer ambiente não pode prescindir dos quadros, sejam gravuras, esculturas ou óleo sob tela. As paredes brancas não são aceitas numa boa decoração, por mais minimalista que seja. Você retrata nas paredes a forma com que você vê as obras de arte e cria uma sintonia com o seu próprio gosto pelo tipo de técnica criada pelos artistas. Tem gente que gosta muito dos abstratos, como Tarcísio e Burle Marx”, assinala.

Ele cita que a Casa da Moldura também conta com:

  • Serviço de Moldura
  • Espelhos decorativas
  • Quadros originais
  • Gravuras assinadas
  • Impressão de fotos e imagens que podem ser transformadas em quadro.

Serviço:

Casa da Moldura

https://www.casadamoldura.com.br/

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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