Mato Grosso

Faissal cobra da Ager informações sobre obras não executadas da Via Brasil

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O deputado estadual Faissal Calil (Cidadania) apresentou, na sessão da manhã desta quarta-feira (29), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), um requerimento de informações sobre a atuação da concessionária Via Brasil. Na solicitação, o parlamentar questiona a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager), sobre obras programadas pela concessionária, que não foram executadas, conforme o previsto em contrato.

Faissal apresentou um requerimento semelhante, em 2023, solicitando à Ager informações sobre o contrato, como cópias dos projetos de engenharia das obras programadas a serem executadas. A agência, no entanto, apresentou material sobre apenas quatro intervenções, sendo que outras 30, que tinham prazo de conclusão em 27 de maio de 2024, sequer tinham planejamento enviado.

Como estas datas já venceram, o deputado entendeu que são necessários novos requerimentos para que a Ager possa instaurar procedimentos administrativos sancionatórios contra a empresa, que só podem ser iniciados após o prazo de entrega. Faissal solicitou ainda, resposta definitiva acerca da revisão das multas aplicadas à Concessionária Via Brasil, a qual também excedeu o prazo dado pela Ager.

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“Os questionamentos se deram após uma análise minuciosa das notificações emitidas pela Ager, na qual foi constatada o não cumprimento do contrato com relação à incongruência nas penalidades, persistência de irregularidades, falta de aplicação de multas, tratamento das notificações e discricionariedade da concessionária. Desta forma, além da revisão das multas, solicitamos atualização sobre o andamento das obras programadas e que seja instaurado o processo administrativo sancionatório referente às que não foram concluídas no prazo de 5 anos”, diz o pedido.

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Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
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Fonte: OAB – MT

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