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FMI eleva previsão de crescimento do PIB da China para 2024 e 2025, mas alerta para Riscos Futuros

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira uma elevação em sua previsão de crescimento do PIB da China para este ano, estimando um aumento de 5% após um primeiro trimestre robusto. Esta revisão positiva supera a previsão anterior de 4,6%, embora o FMI preveja um crescimento mais moderado nos anos seguintes.

As novas projeções ocorrem enquanto Pequim intensifica seus esforços para sustentar uma recuperação desigual na segunda maior economia do mundo, que enfrenta os desafios de uma prolongada crise imobiliária e seus impactos sobre investidores, consumidores e empresas.

O FMI ajustou suas estimativas para o PIB da China em 2024 e 2025, aumentando-as em 0,4 ponto percentual. Contudo, a entidade alerta que o crescimento deverá desacelerar para 3,3% até 2029, devido ao envelhecimento da população e à expansão mais lenta da produtividade. Para 2025, a previsão é de um crescimento de 4,5%.

“A melhoria que prevemos para este ano reflete principalmente o fato de que o crescimento do PIB no primeiro trimestre foi mais forte do que o esperado e que algumas medidas adicionais foram anunciadas recentemente”, afirmou Gita Gopinath, primeira vice-diretora-gerente do FMI, em uma coletiva de imprensa em Pequim, marcando a conclusão da análise anual do Fundo sobre as políticas econômicas da China.

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A atualização do FMI para 2024 está alinhada com a meta de crescimento de “cerca de” 5% estabelecida por Pequim, uma meta que a economia chinesa parece estar a caminho de alcançar após superar expectativas com uma expansão de 5,3% no primeiro trimestre. No entanto, pressões deflacionárias persistem, e a prolongada crise imobiliária continua a ser um grande obstáculo para o crescimento.

“Os riscos para a perspectiva estão inclinados para o lado negativo, incluindo um reajuste do setor imobiliário maior ou mais prolongado do que o esperado e o aumento das pressões de fragmentação”, destacou Gopinath. Ela enfatizou que a correção habitacional em andamento é necessária para conduzir o setor a uma trajetória mais sustentável e sugeriu que há espaço para um pacote de medidas mais abrangente para enfrentar os problemas do setor imobiliário.

Neste mês, a China divulgou medidas consideradas “históricas” para estabilizar o mercado imobiliário, mas analistas afirmam que essas ações ainda são insuficientes para garantir uma recuperação sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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