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CTC Registra Lucro Recorde de R$ 152,3 Milhões na Safra 2023/2024

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O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), uma referência em soluções de melhoramento genético para a indústria de cana-de-açúcar no Brasil e listado no segmento BOVESPA MAIS (CTCA3), anunciou um lucro líquido recorde de R$ 152,3 milhões na safra 2023/2024. Este resultado representa um crescimento significativo de 66,6% em relação à safra 2022/2023.

A receita líquida do CTC no período foi de R$ 382 milhões, refletindo um aumento anual de 4,1%, impulsionado pelo crescimento do EBITDA e pelos benefícios proporcionados pela Lei do Bem. O EBITDA acumulado na safra 2023/2024 atingiu R$ 185,8 milhões, um incremento de 28,6% em comparação com o ano anterior, com uma margem de 48,6%. Este desempenho positivo do EBITDA reflete tanto o aumento das receitas quanto a redução das despesas operacionais, apesar dos maiores custos com pesquisa e desenvolvimento devido ao ritmo acelerado das pesquisas em andamento.

“A safra 2023/2024 foi excepcional, com crescimento da receita e lucro recorde. Nossas margens de contribuição se expandiram e continuamos a avançar no nosso pipeline de desenvolvimento, visando elevar o potencial produtivo do setor sucroenergético”, afirmou Cesar Barros, CEO do CTC. “Do ponto de vista de geração de caixa, registramos um ano muito bom, com uma sólida posição de caixa e baixo endividamento, confirmando a solidez financeira da companhia. Isso nos permite continuar com nossos programas de pesquisa e desenvolvimento para o aprimoramento genético da cana-de-açúcar no Brasil”, destacou o executivo.

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No encerramento da safra 2023/2024, o CTC registrou um caixa líquido positivo de R$ 447,1 milhões, demonstrando sua robustez financeira para sustentar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento necessários para os próximos anos.

Os investimentos do CTC em Pesquisa & Desenvolvimento totalizaram R$ 205,6 milhões no acumulado do ano, um aumento de 2,7% em relação à safra 2022/2023. Este montante inclui avanços significativos em sementes e no pipeline de canas geneticamente modificadas, além dos custos associados ao CTC Genomics, uma subsidiária integral do CTC sediada em Saint Louis, Missouri, equipada com um laboratório de ponta dedicado ao desenvolvimento e aprimoramento de técnicas de edição genômica.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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