AGRONEGÓCIO

Casa Branca Agropastoril se Destaca na Expozebu 2024 com Grandes Conquistas

Publicado em

A Casa Branca Agropastoril conquistou, pelo segundo ano consecutivo, o Grande Campeonato Fêmea Nelore na Expozebu 2024, com Carina FIV do Kado, uma jovem de apenas 29 meses. Esta é a terceira vitória consecutiva de Carina, que anteriormente havia sido Grande Campeã na Expoinel 2023 e na Expoinel Minas 2024. Além disso, a Casa Branca também é a proprietária da Reservada Grande Campeã Nelore da Expozebu, Mira TE Baronesa, em parceria com Monica Marchett. O destaque não para por aí, a Casa Branca conquistou o tricampeonato como Melhor Expositor Nelore na maior exposição pecuária de raças zebuínas do mundo.

Fabiana Marques Borrelli, diretora da Casa Branca, enfatiza: “Participamos três vezes da Expozebu e nos consagramos Melhor Expositor em todas as ocasiões. Isso confirma a qualidade genética dos animais que apresentamos em Uberaba, além do elevado padrão de produtividade, destacando-se atributos como precocidade, fertilidade e qualidade de carcaça, que oferecemos ao mercado”.

Além do título de Grande Campeonato Fêmea, Carina também foi premiada como a Melhor Vaca Jovem Nelore da Expozebu 2024. Outro destaque foi Havenger FIV Brun, que conquistou o título de Campeão Bezerro Nelore e ficou em 3º lugar como Melhor Macho da raça na exposição, demonstrando um excelente potencial com apenas um ano de idade.

Leia Também:  Primeira-dama de MT destaca realização de sonho o lançamento de apartamentos em Campo Verde

A Casa Branca também se destacou na categoria de Progênie de Pai, com filhos de Kayak TE Mafra, e como Reservada Progênie de Mãe, com filhas de Donna FIV CIAV. Entre outras premiações, vale ressaltar Elisbela FIV NDF (Reservada Novilha Menor), Amsterdam FIV Giber (Reservada Vaca Adulta), Mustang FIV Lince (Reservado Campeão Júnior Menor), Heringer A6531 FIV (3º Melhor Júnior Menor) e Regente FIV Xuab (3º Melhor Touro Jovem).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Crise no petróleo acelera corrida por biocombustíveis e deve impulsionar fusões no setor de energia

Published

on

A crise internacional no abastecimento de petróleo, agravada pelas tensões no Oriente Médio e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, recolocou os biocombustíveis no centro da agenda energética global e deve acelerar uma nova onda de fusões e aquisições no setor de bioenergia.

Com estoques globais de petróleo registrando a maior redução da história em abril — queda estimada em cerca de 200 milhões de barris em apenas um mês, segundo a S&P Global Energy — governos, investidores e grandes grupos energéticos voltaram a intensificar a busca por alternativas renováveis e menos dependentes do petróleo fóssil.

Neste cenário, o Brasil reforça sua posição estratégica como um dos principais produtores globais de biocombustíveis, atraindo investimentos bilionários e ampliando o movimento de consolidação no setor.

Mercado de biocombustíveis vive novo ciclo de expansão

Levantamento da consultoria Redirection International aponta que o setor brasileiro de bioenergia atravessa um novo ciclo de crescimento estrutural, sustentado pelo agronegócio, por políticas públicas de incentivo e pelo aumento da demanda internacional por energia limpa.

A expectativa é de crescimento médio anual de aproximadamente 9% nos próximos anos.

Entre os principais motores dessa expansão está a implementação do B15, política que determina a mistura obrigatória de 15% de biodiesel no diesel comercializado no país.

Com isso, a demanda brasileira por biodiesel deve alcançar cerca de 11 milhões de metros cúbicos apenas em 2026.

A projeção do mercado é ainda mais otimista para os próximos anos. O governo trabalha com perspectiva de avanço gradual da mistura obrigatória até atingir o B20 em 2030, ampliando ainda mais o consumo interno de biodiesel.

Leia Também:  Preços do café oscilam fortemente em cenário indefinido e oferta ajustada
Setor pode receber mais de R$ 100 bilhões em investimentos

O aquecimento do mercado já impulsiona novos aportes em toda a cadeia de bioenergia.

As estimativas indicam investimentos entre R$ 107 bilhões e R$ 108 bilhões ao longo da próxima década, abrangendo:

  • etanol;
  • biodiesel;
  • biogás;
  • biometano;
  • combustíveis sustentáveis de aviação (SAF).

Somente em 2024, os investimentos anunciados no setor superaram R$ 42 bilhões.

Segundo Adam Patterson, economista e sócio da Redirection International, o mercado entra agora em uma fase de consolidação operacional e ganho de escala.

“O setor de biocombustíveis no Brasil entra em um novo ciclo de consolidação, impulsionado pelo crescimento estrutural da demanda e pela necessidade de escala e eficiência operacional”, afirma.

Fusões e aquisições aceleram no setor de energia

O movimento de fusões e aquisições (M&A) também segue em ritmo acelerado no mercado energético brasileiro.

Dados da KPMG apontam que somente no ano passado foram registradas 95 transações no setor macro de energia.

Segundo especialistas, o avanço da demanda global por energia renovável exige:

  • maior capacidade produtiva;
  • integração logística;
  • eficiência operacional;
  • verticalização da cadeia.

Com isso, empresas buscam ampliar presença desde a produção agrícola até a distribuição final de combustíveis.

“M&A é hoje a principal ferramenta para capturar crescimento e resolver ineficiências estruturais do setor”, destaca Patterson.

Etanol de milho, biogás e SAF atraem investidores

Os segmentos mais visados pelos investidores atualmente incluem:

  • etanol de milho;
  • biodiesel;
  • biogás e biometano;
  • combustíveis sustentáveis de aviação.
Leia Também:  Chegada do Período das Chuvas Exige Ajustes na Dieta do Gado, Aconselha Especialista

O mercado de biogás e biometano, por exemplo, já registrou aproximadamente 13 operações recentes de fusões e aquisições.

Além de grupos nacionais, investidores estrangeiros seguem altamente ativos no Brasil e já representam cerca de metade das operações realizadas no setor energético.

Fundos de Private Equity e investidores estratégicos internacionais enxergam o país como uma plataforma global de produção de bioenergia, especialmente devido à força do agronegócio brasileiro.

Grandes empresas ampliam presença em bioenergia

Entre as companhias que vêm acelerando investimentos e aquisições estão gigantes do setor sucroenergético e de combustíveis.

A Raízen anunciou recentemente novos movimentos de expansão em bioenergia, buscando ampliar escala e eficiência operacional.

Outras empresas que aparecem entre os principais players ativos em M&A incluem:

  • 3tentos;
  • Tereos;
  • Jalles Machado;
  • Uisa.

A Petrobras também vem reposicionando sua estratégia energética, ampliando a exposição a combustíveis renováveis e fortalecendo a integração de sua cadeia de produção.

Crise energética fortalece debate sobre transição global

O fechamento do Estreito de Ormuz e os impactos sobre o abastecimento mundial reacenderam o debate sobre a dependência global do petróleo fóssil.

Especialistas avaliam que a crise atual pode acelerar investimentos em transição energética, especialmente em países com grande capacidade agrícola e produção de biomassa, como o Brasil.

Nesse cenário, os biocombustíveis brasileiros ganham relevância estratégica tanto para segurança energética quanto para metas globais de descarbonização, consolidando o país como um dos protagonistas da nova economia de energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA