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Colheita de feijão acelera no Paraná

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A colheita de feijão no Paraná ganhou ritmo na última semana, com produtores aproveitando as condições climáticas favoráveis para intensificar os trabalhos no campo. Após um período de excesso de feijão no mercado, o Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe) fez um levantamento detalhado da situação nas regiões de Ponta Grossa, Pato Branco e Francisco Beltrão, constatando progresso significativo na colheita.

Em Ponta Grossa, uma das áreas mais importantes para a produção de feijão no estado, foram plantados 60 mil hectares com uma previsão de produção de 111,6 mil toneladas. Desse total, 60% são dedicados ao feijão-cores. Até agora, cerca de 30% da safra já foi colhida e a expectativa é de que mais 20% sejam colhidos até a próxima segunda-feira, caso o tempo continue colaborando. De acordo com relatos locais, tanto a qualidade das colheitas quanto as condições nos campos têm sido satisfatórias.

Em Castro, uma cidade vizinha a Ponta Grossa, o movimento de caminhões transportando feijão aumentou consideravelmente. Conforme relatou uma cerealista local, o número de caminhões aguardando para descarregar subiu de uma média de 4 a 5 por dia para aproximadamente 19 caminhões diários. Esse aumento sugere que a colheita na região está avançando em um ritmo acelerado.

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A presença do sol em algumas áreas do Paraná foi um fator determinante para esse avanço. Os agricultores continuam atentos às condições climáticas, buscando aproveitar ao máximo os dias sem chuva para agilizar a colheita e garantir uma produção de qualidade.

Apesar do bom progresso registrado até agora, os produtores e comerciantes permanecem cautelosos, aguardando para ver como o clima se comportará nas próximas semanas. Se as condições permanecerem favoráveis, a colheita deverá continuar avançando, trazendo boas notícias para o mercado e para a economia local.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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