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Colheita de feijão acelera no Paraná

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A colheita de feijão no Paraná ganhou ritmo na última semana, com produtores aproveitando as condições climáticas favoráveis para intensificar os trabalhos no campo. Após um período de excesso de feijão no mercado, o Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe) fez um levantamento detalhado da situação nas regiões de Ponta Grossa, Pato Branco e Francisco Beltrão, constatando progresso significativo na colheita.

Em Ponta Grossa, uma das áreas mais importantes para a produção de feijão no estado, foram plantados 60 mil hectares com uma previsão de produção de 111,6 mil toneladas. Desse total, 60% são dedicados ao feijão-cores. Até agora, cerca de 30% da safra já foi colhida e a expectativa é de que mais 20% sejam colhidos até a próxima segunda-feira, caso o tempo continue colaborando. De acordo com relatos locais, tanto a qualidade das colheitas quanto as condições nos campos têm sido satisfatórias.

Em Castro, uma cidade vizinha a Ponta Grossa, o movimento de caminhões transportando feijão aumentou consideravelmente. Conforme relatou uma cerealista local, o número de caminhões aguardando para descarregar subiu de uma média de 4 a 5 por dia para aproximadamente 19 caminhões diários. Esse aumento sugere que a colheita na região está avançando em um ritmo acelerado.

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A presença do sol em algumas áreas do Paraná foi um fator determinante para esse avanço. Os agricultores continuam atentos às condições climáticas, buscando aproveitar ao máximo os dias sem chuva para agilizar a colheita e garantir uma produção de qualidade.

Apesar do bom progresso registrado até agora, os produtores e comerciantes permanecem cautelosos, aguardando para ver como o clima se comportará nas próximas semanas. Se as condições permanecerem favoráveis, a colheita deverá continuar avançando, trazendo boas notícias para o mercado e para a economia local.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio respondeu por 45,7% das exportações brasileiras em junho

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Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que o agronegócio foi responsável por 45,7% de todas as exportações brasileiras em junho, totalizando R$ 85,77 bilhões — um avanço de 14% na comparação anual. No acumulado do primeiro semestre, o setor exportou R$ 450,25 bilhões, alta de 6,2%.

Mais do que índices macroeconômicos, esse desempenho define o horizonte para os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros). Em um momento em que a exportação flui — impulsionada pela soja (R$ 32,36 bilhões em junho) e pela carne bovina, que teve a China consolidada como principal destino após compras na casa dos R$ 33,50 bilhões — a capacidade de pagamento do produtor rural e das empresas da cadeia produtiva é reforçada, criando um cenário favorável para a originação de crédito de melhor qualidade.

A força das exportações do agro não está concentrada apenas nos grandes polos. Os dados da CNM indicam que 1.497 municípios brasileiros registraram exportações do setor em junho, com Mato Grosso (R$ 15,61 bilhões) e São Paulo (R$ 12,66 bilhões) liderando a ponta.

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Fonte: Pensar Agro

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