AGRONEGÓCIO

Bayer apresenta inovações digitais em busca de uma agricultura regenerativa na Agrishow 2024

Publicado em

A Climate FieldView, plataforma de agricultura digital da Bayer, está trazendo novidades significativas para a Agrishow 2024, em Ribeirão Preto (SP), que acontece de 29 de abril a 3 de maio. Com investimentos em inteligência artificial e soluções digitais, a multinacional apresentará avanços em seus programas consolidados, bem como novas ferramentas voltadas para uma agricultura regenerativa.

Os visitantes do estande da Climate FieldView terão a oportunidade de conhecer as inovações que a Bayer está implementando no agronegócio brasileiro, incluindo a tecnologia de inteligência artificial aplicada ao campo. “Queremos mostrar, na prática, como estamos criando e testando iniciativas para impulsionar a digitalização no agronegócio”, diz Abdalah Novaes, líder de soluções agrícolas digitais da Bayer para a América Latina. “A combinação de dados e insights possibilita a criação de soluções que visam facilitar a jornada de transformação digital dos agricultores, atendendo às suas principais necessidades.”

A Climate FieldView, presente no Brasil desde 2017, é uma das principais plataformas de agricultura digital, monitorando atualmente mais de 28 milhões de hectares no país, o que equivale a quase metade da área destinada ao plantio de soja. A plataforma permite que produtores utilizem dados para tomar decisões mais assertivas e otimizar a gestão de insumos no campo, o que se traduz em maior produtividade e rentabilidade. Para se ter uma ideia, sojicultores que utilizam a Climate FieldView produzem, em média, sete sacas a mais por hectare em comparação com a média nacional.

Leia Também:  Show Safra 2024 é marcado por inovação e tecnologia

Além dos avanços tecnológicos, a Agrishow 2024 também será palco para anunciar novas parcerias estratégicas, como a colaboração entre Bayer e Microsoft no desenvolvimento do Agri-Copilot, comparado a um “ChatGPT do Agro”. Outras novidades incluem a ferramenta Bayer VAlora Milho, que oferece soluções personalizadas para a cultura do milho, e o Barter+, que utiliza dados reais de produtividade para melhorar o poder de troca e acesso a crédito. Haverá também a apresentação de uma nova ferramenta de recomendação automática dentro do programa PRO Carbono, focada em melhorar a saúde do solo e o sequestro de carbono.

A Bayer também está desenvolvendo uma solução de IA generativa para facilitar consultas sobre dados agrícolas. Esta ferramenta permite que agricultores façam perguntas agronômicas e recebam respostas rápidas e precisas. O projeto piloto será apresentado na Agrishow, e os visitantes poderão testar a solução diretamente no estande da Climate FieldView.

A Bayer, por meio da Climate FieldView, reafirma seu compromisso com a transformação digital na agricultura, buscando parcerias estratégicas para cocriar soluções e aprimorar serviços. Para Abdalah Novaes, “o potencial transformador dessa tecnologia pode impulsionar diretamente os produtores a alcançarem níveis ainda maiores de produtividade, avançando em direção a uma agricultura regenerativa, o que significa produzir mais, regenerar mais e gerar escala para soluções sustentáveis, utilizando o mesmo espaço de plantio.”

Leia Também:  Município investe na agricultura familiar através de cooperativa

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Agro argentino deve gerar US$ 36,1 bilhões em 2026 com avanço da soja e do milho, projeta Bolsa de Rosario

Published

on

O setor agropecuário da Argentina deve voltar a desempenhar papel decisivo na geração de dólares para a economia em 2026. A combinação entre aumento da produção de grãos e recuperação parcial dos preços internacionais elevou as projeções de exportação, em um momento em que o país segue altamente dependente da entrada de divisas externas para equilibrar suas contas.

Segundo estimativas divulgadas pela Bolsa de Comércio de Rosario, a liquidação de divisas do agronegócio argentino deve atingir US$ 36,111 bilhões em 2026. O valor representa um acréscimo de cerca de US$ 800 milhões em relação à projeção anterior e praticamente repete o desempenho estimado para 2025, mantendo o complexo agroexportador como principal fonte de dólares da economia argentina.

Soja e milho lideram revisão positiva da safra

A revisão para cima das projeções está diretamente relacionada ao desempenho esperado das principais culturas do país, especialmente soja e milho.

De acordo com a atualização do GEA-BCR, a produção de soja na safra 2025/26 foi estimada em 50 milhões de toneladas, um aumento de 2 milhões em relação à projeção anterior. Já o milho teve sua estimativa elevada para 68 milhões de toneladas, avanço de 1 milhão frente ao cálculo divulgado em abril.

Leia Também:  Chuvas causam prejuízos a mais de 400 produtores rurais na Zona da Mata, aponta Emater-MG

Com maior disponibilidade de grãos, o setor industrial argentino tende a ganhar fôlego ao longo do ciclo. A moagem de soja deve crescer cerca de 1 milhão de toneladas, sustentando o processamento local e ampliando a oferta de derivados. No comércio exterior, as exportações de farelo e óleo de soja também devem registrar expansão. No caso do milho, a projeção indica incremento de aproximadamente 500 mil toneladas nas vendas externas.

Cotações e fluxo de exportação sustentam receitas

Além do aumento da produção, o cenário internacional mais favorável também contribui para o reforço das receitas do agro argentino. A recuperação recente das cotações de diversas commodities agrícolas elevou o valor estimado das exportações, fortalecendo a entrada de divisas no país.

O cálculo da Bolsa de Rosario considera tanto as liquidações realizadas no Mercado Livre de Câmbio quanto as operações via Contado com Liquidação, mecanismo amplamente utilizado por exportadores argentinos.

Entrada de dólares ainda abaixo de 2025 no início do ano

Apesar da perspectiva positiva para o ano fechado, o fluxo de divisas nos primeiros meses de 2026 ainda apresenta desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano anterior.

Leia Também:  Mistura de terbutilazina + mesotriona alcança até 95% de controle de plantas daninhas no milho, aponta Estação Dashen

Entre janeiro e abril, o setor agroexportador argentino aportou cerca de US$ 8,516 bilhões, abaixo dos mais de US$ 9 bilhões registrados no primeiro quadrimestre de 2025. Segundo analistas, a diferença está ligada a fatores como o efeito residual da redução temporária de retenções, antecipação de vendas no ciclo anterior e o ritmo mais lento da colheita em abril.

Ainda assim, o mercado projeta que a aceleração da safra ao longo dos próximos meses tende a compensar parcialmente esse atraso, consolidando o agro como pilar central da geração de divisas da Argentina em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA