Lucas do Rio Verde

Município investe na agricultura familiar através de cooperativa

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A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, busca cada vez mais fomentar a agricultura familiar através de parcerias que ofereçam oportunidades aos pequenos agricultores, com capacitações e o incentivo a aquisição de produtos do setor. Para isso, o apoio à Cooperlaf – Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares, é essencial.

A cooperativa atua na parte de processamento e da comercialização dos produtos da agricultura familiar. Para garantir os resultados, a Cooperlaf conta com um caminhão equipado com câmera fria, uma sala de manipulação, mini ceasa, além de câmeras de congelamento instalados nos dois mercados do produtor, tudo fornecido pela Prefeitura.

Por meio da Cooperlaf, os pequenos produtores conseguem atender ao PAA – Programa de Aquisição de Alimentos. Com isso, a Prefeitura de Lucas do Rio Verde pode adquirir da cooperativa mais de 5 mil maços de folhas e temperos, além de 13 toneladas de frutas e legumes ao ano. Esses alimentos são destinados as famílias cadastradas no CadÚnico participantes dos programas da assistência social.

Outro setor dos alimentos da agricultura familiar é a merenda escolar, abastecendo as unidades escolares do município. Para isso, são fornecidos 153 quilos de frutas e legumes e mais 25 mil maços de folhas e temperos durante o ano.

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A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, atua também junto aos agricultores familiares colocando em prática a Patrulha Agrícola, disponibilizando maquinários como tratores e niveladoras, além de implementos agrícolas.

A pasta possui outros projetos em andamento, visando o fortalecimento dos pequenos agricultores, a exemplo do Programa Frutifica Lucas, onde Município faz a distribuição de mudas frutíferas, de acordo com a vocação dos produtores familiares. Neste projeto já foram fornecidas mais de 70 mil mudas frutíferas.

Outra ação que vem sendo fomentada desde 2022 é a cadeia do mel. Com o programa Apilucas são ofertadas capacitações, assistência técnica e auxílio em gerenciamento aos produtores cadastrados.

Lucas do Rio Verde conta com outro diferencial importante para atender bem a comunidade e garantir produtos de qualidade na mesa do luverdense, com a certificação dos produtos da agricultura familiar. São 78 produtores cadastrados, que possuem selo de origem.

“Hoje 70 por cento dos produtos que chegam à mesa do cidadão vem da agricultura familiar. É claro que não podemos esquecer do nosso carro-chefe, o agronegócio que é a nossa economia base. Mas agricultura familiar tem que ser fortalecida, é o que estamos fazendo sob orientação do prefeito Miguel Vaz. Dando todo o apoio aos pequenos produtores ou agricultura de pequeno porte”, comenta o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Paulo Nunes.

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Na última semana, a Cooperlaf promoveu um encontro com empresários, com o objetivo de mostrar o que a cooperativa tem a oferecer para as empresas locais, bem como a capacidade de atendimento e a qualidade dos produtos. O evento contou com a participação do prefeito Miguel Vaz, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Paulo Nunes, além de representantes da cooperativa, sociedade civil, empresários, representantes do Legislativo e demais convidados.

“Reunimos no sindicato rural alguns produtores de grande porte, que tem cantinas nas suas fazendas, para que a cooperativa pudesse apresentar os produtos que são produzidos aqui. Além da gente dar todo o incentivo material no caso, nós também estamos auxiliando a parte de logística, justamente para que os empresários conheçam e comprem da agricultura familiar”, explica Paulo.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

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Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

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O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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