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ABAG lança cartilha para melhorar conectividade em áreas rurais durante a 29ª Agrishow

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A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) apresentou, durante a 29ª Agrishow, uma cartilha voltada para governantes e formuladores de políticas públicas, com orientações para melhorar a conectividade em áreas rurais. A iniciativa, lançada na maior feira de tecnologia agrícola do Brasil, realizada em Ribeirão Preto (SP) entre 29 de abril e 3 de maio, visa auxiliar no avanço da agricultura e pecuária por meio de maior eficiência, precisão, rastreabilidade e sustentabilidade.

Intitulada “Como ampliar a conectividade rural na sua região”, a cartilha é resultado de discussões promovidas pelo Grupo de Trabalho de Conectividade do Comitê de Inovação da ABAG, contando com a colaboração de empresas de telecomunicações, TI, cooperativas e outras entidades setoriais. O documento foi produzido com o apoio da Vivo, Sonda e Grupo Innovatech, e está disponível para download em PDF.

Giuliano Ramos Alves, gerente de sustentabilidade e projetos da ABAG, ressalta que a cartilha busca oferecer soluções práticas para ampliar a conectividade rural. “Como a ABAG tem mais de 75 associados, que abrangem diferentes setores do agronegócio, essa cartilha é uma ferramenta para tornar mais acessíveis estratégias que podem ser implementadas por prefeituras e governos locais para melhorar o sinal de internet no campo”, explica.

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O conteúdo da cartilha destaca a importância da conectividade para aumentar a produtividade e a inovação no agronegócio. Rafael Munhoz, head de pré-vendas da SONDA Brasil, considera a cartilha um “catalisador para impulsionar a produtividade e a inovação no campo”. Tiago Machado, diretor de relações institucionais da Vivo, observa que as soluções digitais baseadas em Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial são fundamentais para o agronegócio brasileiro. “A cartilha da ABAG oferece medidas concretas para acelerar a digitalização no campo e fomentar políticas públicas que reduzam barreiras e promovam investimentos”, destaca ele.

João Comério, CEO do Grupo Innovatech e coordenador do Comitê de Inovação da ABAG, classifica a cartilha como um importante passo para superar obstáculos no campo. “Investir na conectividade é estratégico para impulsionar a produtividade e a inovação no agronegócio”, afirma.

Além do lançamento da cartilha, a ABAG gravou dois podcasts durante a Agrishow, em parceria com a John Deere. Os temas abordados foram “Financiamento Agrícola” e “Inovação e Competitividade”, contando com a participação de especialistas e membros do Comitê de Inovação da ABAG. Os episódios estão disponíveis nos canais da John Deere e da ABAG.

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A Agrishow, realizada por diversas entidades setoriais, incluindo ABIMAQ, ABAG, ANDA, SRB e FAESP, é um evento importante para o agronegócio brasileiro, não apenas pelo volume de negócios gerados, mas também como um espaço para conexão entre empresas, cooperativas e governo. Gislaine Balbinot, diretora-executiva da ABAG, destaca a importância da feira para a divulgação de tecnologias que tornam o agronegócio brasileiro cada vez mais produtivo, eficiente e sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de inverno 2026/27 avança no RS com boas condições climáticas e redução da área de trigo

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A safra de inverno 2026/27 começa a ganhar ritmo na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, especialmente nas áreas de solos arrozeiros, onde produtores avançam na implantação das culturas com condições consideradas favoráveis neste início de ciclo. O cenário climático registrado ao longo do outono tem contribuído para o bom estabelecimento das lavouras e para a execução dos manejos agrícolas dentro das janelas ideais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Edison Jacociunas, as últimas precipitações ocorreram no início do mês, permitindo melhora significativa nas condições de solo para a semeadura. Com a redução da umidade superficial, os produtores conseguiram realizar o plantio em profundidade adequada, fator decisivo para garantir uniformidade na emergência das plantas e maior potencial produtivo nas fases iniciais das culturas.

O período também favoreceu a realização do manejo pré-emergente para controle de plantas invasoras, prática considerada estratégica para reduzir a competição por água, luz e nutrientes durante o desenvolvimento inicial das lavouras de inverno.

Aveia apresenta excelente desenvolvimento na região

Entre os cultivos já implantados, a aveia se destaca pelo desempenho positivo nas áreas da Fronteira Oeste. As lavouras apresentam bom vigor vegetativo e vêm sendo aproveitadas em sistemas integrados de produção, especialmente por meio do pastoreio intensivo.

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A integração entre agricultura e pecuária segue como alternativa importante para os produtores que utilizam solos arrozeiros durante o inverno, ampliando a rentabilidade das propriedades e otimizando o uso das áreas agrícolas no período de entressafra.

Área de trigo registra forte retração na Fronteira Oeste

Apesar das condições favoráveis para implantação, a cultura do trigo apresenta redução significativa de área cultivada nesta safra na região da Fronteira Oeste gaúcha. Ainda assim, as lavouras já semeadas encontram-se em fase de emergência, dentro da janela considerada ideal para o desenvolvimento da cultura.

O estabelecimento adequado nesta fase inicial é visto como fundamental para que as plantas avancem no ciclo produtivo com melhores condições sanitárias e maior potencial de rendimento.

A retração da área de trigo reflete fatores econômicos e estratégicos enfrentados pelos produtores, incluindo custos de produção elevados, margens pressionadas e incertezas de mercado.

Canola mantém bom potencial mesmo após geadas

As áreas cultivadas com canola também apresentam evolução satisfatória na região, mesmo após as geadas registradas na semana passada. O frio provocou impactos pontuais no desenvolvimento inicial das plantas, mas, até o momento, o cenário geral permanece positivo para a cultura.

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A expectativa dos produtores é de que as condições climáticas sigam favoráveis ao longo das próximas semanas, garantindo continuidade no desenvolvimento das lavouras de inverno no Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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