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Visitantes admiram a excelência na produção de ostras em fazenda marinha de Santa Catarina

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No coração de Santa Catarina, a produção de ostras se destaca como uma valiosa fonte de renda para o estado. Para compartilhar um vislumbre desse sucesso, o Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outras federações, promoveu uma visita técnica à Fazenda Marinha localizada no Ribeirão da Ilha, em Florianópolis (SC).

Na última sexta-feira, 19 de abril, a comitiva teve o privilégio de explorar a Fazenda Marinha Paraíso das Ostras, uma empresa integrante do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Sistema Faesc/Senar há três anos. Reconhecida pela excelência em sanidade, cumprimento rigoroso da legislação trabalhista e práticas sustentáveis, a fazenda produz ostras, vieiras e mexilhões.

Os visitantes foram calorosamente recebidos pelo proprietário Vinícius Marcus Ramos, pela gerente Gislaine Figueiredo e pela equipe de engenheiros e auxiliares de aquicultura. Eles conduziram uma explanação detalhada do processo produtivo, desde o cultivo das ostras em viveiros marinhos até a distribuição aos fornecedores, ressaltando as práticas adotadas para preservar o meio ambiente e garantir a segurança alimentar.

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“Comecei com 50 sementes de ostras e hoje já alcançamos a marca de 10 milhões. Estamos em transição para uma empresa sustentável, e nosso compromisso primordial é oferecer um produto saudável que respeite a natureza”, enfatizou Ramos, que iniciou sua jornada empreendedora há duas décadas, impulsionado pela demanda crescente, pela localização privilegiada e pela viabilidade econômica do negócio.

Destacando a importância do Programa ATeG, Ramos enfatizou sua contribuição para a expansão de conhecimentos e a troca de experiências, especialmente em questões de inovação e sustentabilidade.

Para Clemerson Argenton Pedrozo, vice-presidente executivo da Faesc, o compromisso da fazenda com a qualidade é notável. “Observamos investimentos em tecnologia de ponta, capacitação da equipe, práticas de manejo e sanidade, além do comprometimento com a responsabilidade ambiental e o cumprimento das leis trabalhistas.”

Rodrigo Hugueney do Amaral Mello, coordenador da Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social da CNA (CNRTPS), expressou sua satisfação com a visita e ressaltou a importância de compreender os desafios enfrentados pelos produtores em todo o país. Ele destacou a necessidade de revisão de normativas para otimizar os processos produtivos, garantindo a segurança dos trabalhadores e dos consumidores.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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