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Autoridades e empresários conhecem o projeto Sorriso em Números

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Prefeito destacou a atuação dos setores que movem a economia do Município, com enfoque na agricultura, Pib e o crescimento acelerado

Depois da cerimônia de inauguração das instalações do Ponto de Inclusão Digital, o primeiro PID do interior do Mato Grosso, o prefeito Ari Lafin, convidou o juiz federal e diretor da Seção Judiciária de Mato Grosso, Ciro José de Andrade Arapiraca; o juiz federal da Subseção Judiciária de Sinop, Marcel Queiros Linhares; o defensor o juiz de direito da 5ª Vara Criminal de Alta Floresta, Alexandre Sócrates Mendes; o juiz federal substituto da Seção Judiciária de Sinop, André Perico Ramires dos Santos; juiz de direito da 4ª Vara Cível de Sorriso e coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), Anderson Candiotto; o desembargador e coordenador dos juizados especiais federais do TRF1, Carlos Pires Brandão, bem como os empresários do agronegócio Elusmar Maggi Scheffer, sócio do Grupo Bom Futuro e Estenio Carvalho do Grupo Safras, para uma visita à prefeitura onde lhes apresentou o projeto “Sorriso em Números”.

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Durante a apresentação, o desembargador e coordenador dos juizados especiais federais do TRF1, Carlos Pires Brandão, questionou sobre diversos pontos, demonstrando interesse em saber mais sobre Sorriso, sua pujança e, principalmente, o desenvolvimento acelerado, em tão pouco tempo, conquistando um título de “Capital Nacional do Agronegócio”.

Quando o Prefeito mostrou os números e potencial de expansão agrícola recebeu o reforço do empresário Estenio carvalho. “Sorriso tem o maior número de pivôs de irrigação do Mato Grosso e a única cidade a produzir etanol de soja”, corrobora.

Ainda falando sobre a trajetória do agro, Elusmar Maggi Scheffer, do Grupo Bom Futuro, completou o raciocínio sobre os caminhos da agricultura, nesses 40 anos. Ari completou dizendo que nada foi fácil houve dificuldades, estudos e experimentos pra se chegar a produtividade de hoje, tanto na soja, milho quanto no algodão.

Quando Ari falava da Educação, com ênfase ao crescimento mensal de 100 alunos, ao mês e o déficit de 800 vagas nos Cemeis, o juiz da Cejusc, Anderson Candiotto, explicou aos seus pares o compromisso acordado entre os poderes para que 2027 sobrem 800 vagas, nas escolas que atendem crianças de 0 a 4 anos.

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“Além da nossa preocupação com os anos iniciais, temos em Sorriso 15 instituições de ensino profissionalizante, contamos com três faculdades presenciais e outras a distância, inclusive uma de medicina”, reforça o prefeito.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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