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Confinamento Expresso proporciona lucratividade na pecuária em períodos de seca

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A chegada dos meses de menor intensidade de chuvas representa um desafio crítico para os pecuaristas, impactando diretamente a produtividade e, consequentemente, a lucratividade dos negócios. “A escassez de chuvas ou mesmo estiagem prolongada reduzem a disponibilidade de pastagens, comprometendo a nutrição do rebanho e aumentando os custos de produção. Diante desse cenário, é essencial o planejamento antecipado para enfrentar os desafios da seca. (garantindo o bem-estar dos animais e a manutenção da rentabilidade na pecuária.) Para aquelas propriedades que tenham animais em fase de engorda, uma estratégia que pode ser utilizada é o confinamento expresso, que pode ser aplicada tanto para pequenos quanto para as grandes propriedades”, explica João Paulo Costa, consultor técnico da Trouw Nutrition.

O Confinamento Expresso®, desenvolvido pela Bellman | Trouw Nutrition, proporciona bom ganho de peso dos animais sem a necessidade de utilização de alguns recursos dos confinamentos convencionais. “O sistema envolve o fornecimento de alto teor de concentrado para animais alimentados a pasto, resultando em carcaças pesadas sem a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura para engorda. Além disso, é uma técnica acessível a todos os pecuaristas, desde que seja somada às outras condições para a terminação eficiente, como boa genética, condição corporal adequada e controle sanitário eficaz”, detalha o consultor técnico.

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Antes de implementar o Confinamento Expresso®, é importante considerar três pontos-chave para maior eficácia do sistema. “A oferta de forragem deve ser farta, não limitando o consumo dos animais. Recomenda-se oferta em torno de 200 quilos de matéria seca por cabeça ao longo dos 90 dias da estratégia. O capim serve como fonte de fibra, não sendo necessária qualidade tão elevada – o que é viável tanto no período das águas quanto das secas. Em seguida, se deve ajustar a disponibilidade de cocho para os animais, que deve ser de 40 a 60 centímetros por animal, para garantir acesso à comida sem gerar competição”, recomenda João Paulo.

O especialista da Trouw Nutrition destaca que a formulação da ração deve atender às necessidades dos animais em energia, proteína, minerais e vitaminas. “Também é importante incluir aditivos nutricionais na formulação, tais como os promotores de crescimento: monensina – que auxilia a modulação ruminal e a melhoria da eficiência alimentar – e os tamponantes – que garantem a segurança da dieta, especialmente quando o volumoso, o pasto, é consumido separadamente da ração. Todas essas características estão disponíveis nas soluções da Trouw Nutrition”, ressalta.

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O objetivo da Trouw Nutrition é oferecer alternativas para que todos os pecuaristas possam alcançar a eficiência produtiva com menos recursos, seja durante a seca ou no período das águas e, para isso, os produtores podem contar com o amplo portfólio da companhia.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

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A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

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Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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