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Vinhos da Domno Wines são reconhecidos pelo principal crítico de vinhos do mundo

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O renomado crítico de vinhos, James Suckling, famoso por sua abordagem democrática e detalhista, reconheceu a excelência das vinícolas Viña Montes e Bodega Argento, cujos rótulos são comercializados no Brasil pela Domno Wines, importadora do Grupo Famiglia Valduga. O americano, que não apenas pontua vinhos, mas também valoriza a jornada por trás de cada garrafa, destacou a qualidade de diferentes rótulos das duas marcas.

Suckiling, que é um dos críticos do universo dos vinhos mais influentes da atualidade, considera características como sabor, aroma e textura em suas avaliações. Ele, que prefere rótulos vibrantes e intensos, utiliza uma escala de pontos que funciona do seguinte modo: vinhos que conquistam 89 pontos são muito bons; de 90 a 94 são considerados ótimos e aqueles que levam de 95 a 100 são rótulos excelentes.

“Acredito que o consumidor de vinhos atual merece mais do que apenas críticas e sugestões. Eles precisam ver com os próprios olhos o lugar, as pessoas e o processo. Na verdade, há muito mais para aprender sobre vinho do que apenas números e prosa simples”, afirma o crítico, formado em jornalismo pela Universidade de Wisconsin (EUA).

Na avaliação de James Suckling, cinco vinhos da Viña Montes e dois da Bodega Argento obtiveram pontuações com 95 pontos ou mais, sendo considerados excelentes. Foram eles: Montes Alpha M (98 pontos), Montes Folly (97 pontos), Montes Purple Angel (97 pontos), Montes Wings (96 pontos), Montes Outer Limits Syrah (95 pontos), Single Block Malbec Altamira (95 pontos) e Single Vineyard Agrelo Cabernet Franc (95 pontos).

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A Viña Montes nasceu do sonho de Aurelio Montes e Douglas Murray em produzir vinhos de qualidade premium no Chile, em 1987. Alfredo Vidaurre e Pedro Grand juntaram-se ao projeto e, assim, a vinícola chilena foi pioneira no país, focando nos atributos que os mercados internacionais desejavam. Desde então, a Viña Montes é sinônimo de qualidade, consistência e inovação, sempre buscando produções eficientes e sustentáveis, consagrando-se como uma das joias do vinho chileno.

O Montes Alpha M, destaque da vinícola chilena pela avaliação de Suckiling, é o resultado de uma produção extremamente limitada e de uma rigorosa seleção das uvas. Este vinho tinto, elaborado com as varietais Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, possui aromas predominantemente de frutas maduras, como morangos, cerejas e cassis, com notas sutis de menta e geleia. O envelhecimento em barricas francesas, durante 18 meses, confere um aroma de tabaco equilibrado com frutas. No paladar, o rótulo é muito equilíbrio e sedoso, com volume, sabor e persistência muito consistentes com o que se percebe no olfato. O Montes Alpha M acompanha uma nota láctica delicada.

Enquanto isso, a Bodega Argento, localizada no coração de Mendoza, tem se dedicado, desde 2012, a seguir a premissa de liderar a produção argentina de vinhos biológicos e sustentáveis. A vinícola se destaca pelo cuidado e preocupação com os recursos naturais, manejando as vinhas da forma mais orgânica possível. Na adega, a equipe de enologia preserva o melhor do terroir, utilizando a madeira de forma equilibrada e evitando extrações excessivas para manter a pureza, a frescura e a elegância em cada rótulo.

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Para o crítico, um dos destaques da vinícola argentina é o Single Block Malbec Altamira. Este tipo de exemplar, denominado Single Block, diferencia-se principalmente pela cuidadosa seleção de microterroirs dentro de diversos vinhedos, segmentados em blocos, de acordo com o perfil de solo e idade das videiras. O rótulo da Argento é elaborado com a uva Malbec e possui maturação de 12 meses em foudres de carvalho francês de 3.500 litros. Com aromas concentrados, que remetem a frutas negras maduras e desidratadas, e sofisticadas notas de violeta e especiarias doces, este vinho tinto é denso e apresenta excelente estrutura no paladar. Sua acidez média, porém marcante, agrega equilíbrio ao conjunto. O final longo reforça o perfil aromático do Single Block Altamira e o torna convidativo.

Eduardo Valduga, diretor do Grupo Famiglia Valduga, celebra as altas pontuações recebidas por Viña Montes e Bodega Argento. “As excelentes avaliações de James Suckling confirmam o empenho das vinícolas, que fazem parte do portfólio de Domno Wines, à produção de rótulos de qualidade mundial. Estes vinhos proporcionam uma experiência sensorial diferenciada aos nossos clientes, traduzindo o que nos propomos de levar o melhor de cada terroir por meio de uma taça de vinho”, afirma.

Fonte: Domno Wines

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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