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Principal parceira de produtos biológicos da C. Vale, Vittia participa do Dia de Campo de Verão, em Palotina (PR)

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Vitrine de novidades e tecnologias dos parceiros da cooperativa C. Vale, o Dia de Campo de Verão (23 e 24 de janeiro) é, além de um dos principais eventos agro da região, uma oportunidade para produtores conhecerem de perto o que há de mais inovador para as culturas agrícolas. A Vittia, empresa de biotecnologia e nutrição especial de plantas, segue como principal parceira de produtos biológicos da C. Vale. Uma história de confiança e respeito, construída a partir do objetivo conjunto de oferecer mais produtividade, rentabilidade e sustentabilidade para o produtor.

Grande destaque do estande da companhia será o BioVittia, projeto de sustentabilidade, que tem como objetivo a redução de resíduos de produtos químicos em várias culturas, em todo o Brasil. Os visitantes do Dia de Campo da C. Vale poderão conhecer os resultados e benefícios da iniciativa, e conversar com um produtor de soja do município, que já vem comprovando a eficiência das tecnologias biodefensivas: Eneci Rizzo irá falar da experiência e dos resultados em controle e qualidade, produtividade e rentabilidade do BioVittia em sua lavoura.

O espaço Vittia no evento também apresenta campos demonstrativos com o manejo Raiz Forte, que abrange o manejo nutricional e a defesa das raízes da soja, utilizando os produtos Biomax Premium® Soja, Biomax Azum®, No-Nema®, Tricho Turbo® e Bioenergy®. Além disso, destaca-se o manejo foliar, com o uso do Bio-Imune® e Naft®. O Bio-Imune® oferece proteção contra as principais doenças da soja, especialmente em safras desafiadoras com alta incidência de chuvas e condições propícias para doenças foliares. O Naft®, por sua vez, reduz a deriva nas aplicações agrícolas e auxilia na penetração dos defensivos agrícolas. Outro ponto de destaque será uma dinâmica para demonstrar a completa linha de adjuvantes da empresa.

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“O Dia de Campo C. Vale é o lugar ideal para quem está buscando informação e tecnologia. A Vittia, que atende todos os ciclos das culturas agrícolas, estará presente com um portfólio completo de soluções que trazem resultados expressivos para o campo, sem agredir o meio ambiente”, afirma o Especialista em Desenvolvimento de Mercado da Vittia, Alfredo Meneses Ferro.

O evento é aberto a produtores cooperados C. Vale, parceiros e ao público em geral. Nesta edição, a organização espera superar o número de visitantes do ano passado, quando a expectativa era receber 10 mil pessoas, mas mais de 17 mil compareceram. E vale destacar: durante o evento, todo o portfólio de tecnologias Vittia terá condição especial de venda para os cooperados.

Izaturbo: novo inseticida da Vittia terá lançamento piloto na feira de verão da C. Vale

Em sequência à realização do Dia de Campo de Verão, a parceria Vittia e C. Vale segue com grande calendário de ações ao longo de todo o ano. A cooperativa irá receber o primeiro campo demonstrativo do Izaturbo, o mais novo inseticida microbiológico da Vittia.

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Desenvolvido com uma cepa exclusiva, o Isaria javanica (BV 14), ele é indicado para qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico mosca branca (Bemisia tabaci), psilídeo dos citros (Diaphorina citri) e lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda). O produto possui eficiência agronômica comprovada em todas as culturas de ocorrência das pragas-alvo, e tem formulação em óleo dispersível – o que garante maior resistência a estresses abióticos, como seca e raios ultravioleta.

“A mais recente inovação da Vittia permite aos produtores realizar o controle de pragas de maneira rápida e eficiente, utilizando biodefensivos para reduzir os resíduos químicos nos alimentos. Essa abordagem resulta em produtos finais mais seguros, saudáveis e sustentáveis, oferecendo aos consumidores uma opção confiável e consciente nas prateleiras do mercado”, afirma a Coordenadora de Portfólio da Vittia, Lauany Cavalcante.

Fonte: Vittia

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pressão sobre preços nos EUA abre nova oportunidade para o agronegócio brasileiro

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A escalada do custo dos alimentos e dos combustíveis nos Estados Unidos começa a produzir uma mudança que pode favorecer o agronegócio brasileiro. Pressionado pela inflação e pela proximidade das eleições legislativas de novembro, o governo de Donald Trump passou a adotar medidas para ampliar a oferta de produtos e tentar reduzir preços ao consumidor. Na carne bovina, a decisão já abre uma nova janela para exportadores do Brasil.

Trump autorizou nesta semana a entrada adicional de 300 mil toneladas de carne bovina magra pelas condições mais favoráveis da cota tarifária americana. O volume será dividido em três parcelas de 100 mil toneladas, entre setembro e novembro, e ficará disponível para países enquadrados na categoria de “outros países ou áreas”, na qual o Brasil disputa espaço com outros fornecedores.

A mudança é relevante porque a cota compartilhada à qual a carne brasileira tem acesso normalmente é preenchida rapidamente. Depois de esgotado o limite, os embarques passam a enfrentar uma tarifa extra-cota de 26,4%, reduzindo a competitividade do produto.

Com a ampliação temporária, abre-se espaço para que mais carne brasileira chegue ao mercado norte-americano sem essa tarifa adicional. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) considera a medida uma oportunidade comercial, embora ressalte que o Brasil terá de disputar o novo volume com outros países habilitados.

O momento é particularmente favorável porque os Estados Unidos enfrentam falta de animais. O rebanho bovino americano caiu para o menor nível em cerca de 75 anos, depois de anos de seca, custos elevados e redução do número de matrizes. Como a recomposição do plantel leva tempo, aumentar as importações tornou-se uma das alternativas de curto prazo para ampliar a oferta.

O Brasil chega a essa abertura em posição importante. Entre janeiro e julho deste ano, os Estados Unidos compraram 233,8 mil toneladas de carne bovina brasileira, 17,1% mais que no mesmo período de 2025, tornando-se o segundo maior destino do produto nacional.

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No total, o Brasil exportou 1,97 milhão de toneladas de carne bovina nos primeiros sete meses de 2026, crescimento de 9,9%. A China continua como principal compradora, mas a abertura de espaço adicional nos Estados Unidos ganha importância justamente porque permite ao setor reduzir a dependência do mercado chinês.

Para o pecuarista brasileiro, uma demanda externa maior significa mais competição pela matéria-prima dentro do País. O efeito sobre a arroba não é automático, mas novos canais de exportação tendem a ampliar as alternativas comerciais dos frigoríficos e, principalmente em períodos de oferta mais ajustada de animais, podem contribuir para dar sustentação aos preços pagos pelo boi.

Combustível entra na mesma pressão

A carne não é o único produto que levou o governo americano a buscar alternativas para aumentar a oferta. A guerra contra o Irã elevou fortemente os preços do petróleo e levou a gasolina comum nos Estados Unidos para acima de US$ 4 por galão, cerca de US$ 1 a mais que há um ano.

Trump deve se reunir na próxima semana com representantes de refinarias e grandes redes de combustíveis para discutir formas de reduzir o preço nas bombas. O petróleo chegou a superar US$ 110 por barril durante o conflito, principalmente depois das restrições ao tráfego pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passava aproximadamente 20% do petróleo mundial.

Nesta sexta-feira (28), as cotações internacionais recuavam e caminhavam para encerrar a semana em queda, acompanhando a retomada parcial do fluxo de navios pela região. Ainda assim, o petróleo permanece bem acima dos níveis anteriores à guerra.

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A situação colocou também os biocombustíveis no centro da disputa. Os Estados Unidos possuem uma das maiores indústrias de etanol do mundo e adotaram neste ano metas recordes de incorporação de combustíveis renováveis. Ao mesmo tempo, refinarias pressionam por dispensas que reduziriam temporariamente suas obrigações de mistura.

O governo Trump discute justamente como aliviar os custos das refinarias sem prejudicar agricultores e produtores de biocombustíveis. Uma das possibilidades avaliadas é compensar eventuais dispensas concedidas agora com aumento das metas de combustíveis renováveis em 2027.

Para o Brasil, maior utilização de etanol nos Estados Unidos seria positiva para o mercado internacional, mas ainda não há uma decisão que permita afirmar que haverá aumento das compras do produto brasileiro. Ao contrário da carne bovina, portanto, a oportunidade para o etanol ainda é potencial.

O ponto em comum entre os dois mercados está na mudança de prioridade em Washington. Com alimentos e combustíveis mais caros pressionando o orçamento das famílias, o governo americano passou a procurar rapidamente formas de aumentar a oferta e reduzir custos.

Na carne, essa necessidade já derrubou parcialmente uma barreira que limitava o acesso ao maior mercado consumidor do mundo. Para o Brasil, que já é o maior exportador global de carne bovina e tem capacidade para ampliar embarques, a crise de preços americana pode se transformar em uma oportunidade adicional para pecuaristas e frigoríficos nos últimos meses de 2026.

Fonte: Pensar Agro

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