AGRONEGÓCIO

Fider Pescados representa tilápia brasileira no Seafood, nos Estados Unidos

Publicado em

“Nossa participação foi importante pois nos ajudou a entender melhor o momento da aquicultura, além de prospectar espaços para a tilápia brasileira no cenário mundial. Fizemos excelentes contatos e abrimos portas para negócios futuros”, conta Juliano Kubitza, gerente de unidade da Fider Pescados.

No evento, a empresa destacou seus passos para exportar tilápia para os Estados Unidos. “O processo para aprovação da exportação dos nossos produtos é bastante criterioso e prezamos muito pela qualidade dos processos. Isso garante para os clientes e também para os consumidores finais que o trabalho realizado deste a criação até o processamento é bem muito feito, além de ter certificações internacionais de boas práticas e de qualidade, como Best Aquaculture Practices (BAP) e Aquaculture Stewardship Council (ASC)”.

Dentre as vantagens oferecidas pela Fider para exportar para mercados importantes, como o norte-americano, destaca-se a logística. “Entregamos tilápia fresca nas principais regiões dos EUA em até 24 horas. Esse fator é essencial para consolidar nossa presença naquele país, sendo inclusive uma vantagem competitiva em relação a concorrentes, como a China”, informa Juliano Kubitza, que completa: “os Estados Unidos representam um grande mercado consumidor. No entanto, apenas 3% da tilápia consumida lá provêm do Brasil. Queremos contribuir para ampliar essa participação e temos qualidade para isso”.

Leia Também:  Copom mantém Selic em 15% e adota tom mais cauteloso, indica relatório do Rabobank

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

Published

on

O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

Leia Também:  Brasileira é acusada de matar homem a tiros em mansão nos EUA

As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

Leia Também:  Movimentação intensa no mercado de milho: desafios e perspectivas

Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA