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Pecuária intensiva aumenta produtividade e rentabilidade nas fazendas da região Norte

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A nutrição de qualidade é essencial nesse processo. “O confinamento tem várias vantagens. Além de manter o gado em regime de engorda em um momento estratégico, a técnica facilita a gestão da alimentação e da água, fornecidas por meio de dieta ajustada e balanceada. Com isso, o produtor obtém o melhor custo-benefício e os animais têm o desempenho desejado”, explica o zootecnista José Neto, especialista em nutrição de ruminantes da Bigsal.

A Bigsal é a marca de soluções nutricionais da Trouw Nutrition com forte atuação nos estados da região Norte, como Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, além de atuar também em parte do Centro-Oeste, como no extremo norte do Mato Grosso.

José Neto informa que “a principal fase trabalhada nos confinamentos é a de engorda/terminação. Mas, atualmente, cada vez mais vem sendo difundida a recria dos animais jovens confinados, conhecida como técnica do ‘resgate’, utilizada principalmente na transição do período chuvoso para o seco a fim de intensificar a recuperação das pastagens e evitar desnutrição e perda de produtividade dos bovinos. Neste período, os animais ficam confinados e a estratégia de alimentação intensiva pode variar de acordo com o peso de entrada, raça, condição do ambiente e dieta”.

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O confinamento apresenta inúmeras vantagens em relação ao sistema de criação extensiva, como redução da idade do abate e das taxas de lotação das pastagens, além de melhor acabamento de carcaça. “O custo de produção de um animal varia devido ao preço de compra, nutrição e outros custos fixos, podendo representar, respectivamente, 70%, 20% e 10%, esclarece o especialista da Bigsal.

Compreendendo que a nutrição tem impacto direto nos resultados de ganho de peso dos animais, a Bigsal fornece aos pecuaristas um completo pacote de soluções nutricionais que carrega tecnologias e serviços de assistência para o confinamento de alto desempenho, com formulações exclusivas para atender às necessidades específicas e foco no melhor resultado zootécnico.

Um exemplo é Bigtec Feedlot – modelo de treinamento exclusivo para representantes técnicos-comerciais, com duração de seis meses no modelo híbrido, além de visitas a confinamentos de referência na região Norte. O principal objetivo é a capacitação de profissionais para realizar atendimentos de alta performance. Além de profissionais capacitados, a empresa conta com equipamentos modernos e de alta tecnologia, como o NOA, que realiza análises bromatológicas em tempo real, como granulometria e mensuração de fibra dos volumosos e dietas.

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“Para ter acesso a esses serviços e esclarecer dúvidas, indicamos que o pecuarista confinador procure um representante autorizado da Bigsal em sua região e solicite um atendimento personalizado”, recomenda José Neto.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil é peça-chave do supermercado global agrícola e reforça liderança no comércio mundial de alimentos

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O Brasil consolidou sua posição como uma das maiores potências agropecuárias do planeta, mas a tradicional definição de “celeiro do mundo” pode não representar com precisão o papel desempenhado pelo país na segurança alimentar global. A avaliação é do professor de Agronegócio Global do Insper, Marcos S. Jank, que defende uma interpretação mais alinhada à dinâmica atual do comércio internacional de alimentos.

Segundo o especialista, embora o Brasil seja um dos principais produtores e exportadores agrícolas do mundo, o conceito de “supermercado global” descreve de forma mais adequada sua participação nas cadeias agroalimentares internacionais.

Brasil responde por 6% da produção agropecuária mundial

Os números mostram que o Brasil é responsável por aproximadamente 6% da produção agropecuária global em termos de volume calórico. O país ocupa posição de destaque, mas permanece atrás de grandes produtores como China, que responde por 16% da produção mundial, Estados Unidos, com 11%, e Índia, com 9%.

No comércio internacional, entretanto, o protagonismo brasileiro é ainda mais evidente. Em 2025, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram cerca de US$ 170 bilhões, representando aproximadamente 9% de todo o comércio agrícola global. O desempenho coloca o Brasil como o segundo maior exportador agropecuário do mundo e líder em diversas cadeias de commodities agrícolas.

Segurança alimentar reduz dependência entre países

De acordo com Jank, a ideia de um único país abastecendo o planeta não corresponde à realidade atual. A segurança alimentar é uma prioridade estratégica para as nações, que buscam manter elevada capacidade de produção interna para reduzir dependências externas.

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Atualmente, apenas 22% da produção agropecuária mundial é destinada ao comércio internacional. Os outros 78% permanecem nos países produtores para atender ao consumo doméstico.

No caso brasileiro, aproximadamente 60% da produção agrícola permanece no mercado interno, enquanto cerca de 40% é direcionada às exportações, considerando a produção convertida em equivalente calórico.

Esse cenário demonstra que a maior parte dos alimentos produzidos globalmente é consumida dentro das próprias fronteiras nacionais, reforçando a importância da autossuficiência alimentar.

Brasil complementa déficits globais de oferta

A China ilustra bem essa dinâmica. Apesar de ser o maior produtor, consumidor e importador de alimentos do mundo, o país importa cerca de 15% do que consome. A principal exceção é a soja, cuja dependência externa supera 80%.

Nesse contexto, o Brasil desempenha papel fundamental ao fornecer produtos agrícolas capazes de suprir desequilíbrios entre oferta e demanda em diferentes regiões do planeta. O país se destaca como fornecedor confiável de commodities em diversas cadeias agroindustriais, incluindo soja, milho, carnes, açúcar, café, algodão e celulose.

A combinação de escala produtiva, disponibilidade de recursos naturais e tecnologia tem permitido ao agronegócio brasileiro ampliar sua relevância estratégica nos mercados internacionais.

Presença brasileira está nos alimentos consumidos em mais de 190 países

Embora os consumidores estrangeiros raramente encontrem marcas brasileiras nas prateleiras dos supermercados, a participação do Brasil na alimentação mundial é muito maior do que aparenta.

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Mais de 190 países importam commodities produzidas no Brasil. Esses produtos são processados por indústrias locais e transformados em milhares de alimentos, bebidas e itens de consumo final comercializados em supermercados, restaurantes, hotéis, cafeterias, açougues e serviços de alimentação.

Na prática, ingredientes e matérias-primas brasileiras estão presentes em inúmeros produtos consumidos diariamente ao redor do mundo, mesmo quando sua origem não é identificada pelo consumidor final.

Brasil fortalece posição como pilar do abastecimento global

A análise reforça que o papel do Brasil transcende a imagem tradicional de fornecedor de matérias-primas agrícolas. O país ocupa posição central nas cadeias globais de abastecimento e contribui diretamente para a segurança alimentar de dezenas de mercados internacionais.

Diante desse cenário, especialistas avaliam que o Brasil se aproxima mais da definição de um dos principais pilares do “supermercado global” de alimentos do que da ideia de “celeiro do mundo”, uma vez que a produção destinada ao consumo interno continua sendo prioridade para a maioria das nações.

Com crescimento contínuo da produtividade, ampliação dos mercados compradores e fortalecimento da competitividade internacional, o agronegócio brasileiro segue consolidando sua influência no abastecimento alimentar mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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