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Minerva Foods recebe certificação Great Place to Work em nível global

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A Minerva Foods, líder em exportação de carne bovina na América do Sul e uma das maiores empresas na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados na região, anuncia a conquista da certificação Great Place to Work (GPTW), em todas as suas operações do Brasil, Argentina, Austrália, Colômbia, Paraguai, Uruguai e escritórios internacionais. A conquista da certificação é inédita em nível global.

O reconhecimento é obtido por meio de pesquisa de engajamento, tradicionalmente aplicada pelo instituto em 97 países e tem como base a avaliação sobre as relações construídas no dia a dia do trabalho, as estratégias de gestão de pessoas, desenvolvimento de carreiras, o engajamento, a credibilidade e a confiança das equipes em seus líderes, por meio de um questionário respondido pelos próprios colaboradores.

“Temos o prazer de comemorar a obtenção do certificado global, uma verdadeira prova do valor que damos ao esforço e dedicação de cada indivíduo e ao trabalho em equipe. Estreitamos laços com nossa força de trabalho, respeitando suas ideias e assegurando recursos essenciais para suas atividades cotidianas. A presença de sistemas dedicados à saúde e segurança em todas as nossas instalações destaca nosso investimento contínuo no bem-estar e na proteção de nossos colaboradores. O Reconhecimento não é apenas um valor, mas um pilar essencial de nossa identidade corporativa, impulsionando-nos a fomentar um ambiente que favorece o progresso profissional.” – enfatiza Sergio Saraiva, líder da gestão de pessoas na Minerva Foods.

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Esse é o terceiro ano consecutivo na qual a Companhia obteve o selo Great Place to Work. O reconhecimento teve início em 2022, com a conquista do certificado na unidade industrial de José Bonifácio (SP). No ano seguinte, o êxito foi de mérito nacional, abrangendo todas as operações do Brasil. Em 2024, a Minerva Foods obteve o reconhecimento internacional de todas as suas operações.

O certificaçao abrange toda a operação da Companhia, que atualmente detém unidades de produção no Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai, Colômbia e Austrália, além de 12 escritórios comerciais, nos Estados Unidos, China, Reino Unido, Itália, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Chile, Argélia, Egito, Líbano, Taiwan e Austrália, somando mais de 23 mil colaboradores.

O Great Place To Work Institute é referência mundial em analisar a satisfação dos funcionários em relação ao ambiente de trabalho e tornar os negócios mais atrativos. O programa foi fundado nos Estados Unidos na década de 1980 e, no Brasil, a pesquisa passou a ser realizada a partir de 1996.

Fonte: Minerva Foods

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Acordo Mercosul-União Europeia inaugura nova era para o agro brasileiro, avaliam especialistas

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A entrada em vigor do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, em 1º de maio de 2026, marca o início de uma transformação histórica para o agronegócio brasileiro. Essa é a avaliação dos especialistas Hugo Centurion e Patrícia Cesarino, que classificam o tratado como um divisor de águas para a competitividade do agro nacional.

Segundo os autores, mais do que um acordo comercial, o tratado representa uma mudança estrutural na forma como o Brasil se posiciona no mercado internacional.

“O acordo começa forte, mas seu verdadeiro impacto será percebido ao longo dos próximos anos, na consolidação das cadeias exportadoras brasileiras”, destacam.

Especialistas avaliam que acordo cria oportunidade histórica para o agro

Na análise de Centurion e Cesarino, o acordo não cria competitividade para o Brasil, mas remove barreiras que historicamente limitavam o potencial exportador do país.

Os especialistas ressaltam que o cronograma gradual de liberalização tarifária permitirá que o agronegócio brasileiro amplie presença na Europa de forma consistente nos próximos 5 a 10 anos.

Atualmente, mais de 80% das exportações brasileiras destinadas à União Europeia passam a contar com tarifa zero já na entrada em vigor do tratado. No agro, cerca de 39% dos produtos brasileiros terão acesso imediato sem tarifas.

Para os autores, esse cenário abre espaço especialmente para produtos com maior valor agregado.

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Fruticultura brasileira deve ser uma das maiores beneficiadas

Hugo Centurion e Patrícia Cesarino avaliam que o setor de frutas tende a ser o principal beneficiado no curto prazo, devido à combinação entre alta demanda europeia e baixa proteção tarifária para produtos tropicais.

“Frutas como abacate, melão, uva e maçã terão vantagens importantes porque muitas delas não estarão sujeitas a cotas, eliminando uma das principais barreiras históricas ao crescimento das exportações”, analisam.

Segundo os especialistas, o Brasil reúne vantagens competitivas naturais relevantes:

  • Produção em contra-estação em relação à Europa;
  • Diversidade climática;
  • Capacidade de oferta contínua;
  • Custos competitivos de produção.

Para os autores, o acordo apenas libera um potencial exportador que já existia, mas permanecia limitado pelas tarifas europeias.

Café brasileiro ganha espaço para produtos premium

Outro ponto destacado na análise é o impacto direto sobre a cadeia do café.

Os especialistas afirmam que o tratado favorece especialmente cafés industrializados, especiais e produtos de maior valor agregado, já que o setor passa a operar com tarifa zerada desde o início da vigência.

“Em um mercado sofisticado como o europeu, o Brasil poderá ampliar margens, diferenciar produtos e consolidar marcas próprias”, afirmam.

Na avaliação dos autores, a tendência é de fortalecimento da industrialização e da exportação de produtos processados, reduzindo a dependência exclusiva das commodities agrícolas.

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União Europeia exigirá nova postura do produtor brasileiro

Apesar das oportunidades, Centurion e Cesarino alertam que o acordo também eleva significativamente o nível de exigência técnica e ambiental.

Segundo os especialistas, o mercado europeu continuará sendo um dos mais rigorosos do mundo em temas como:

  • Rastreabilidade;
  • Sustentabilidade;
  • Resíduos químicos;
  • Certificações internacionais;
  • Compliance agrícola.

Para os autores, produtores e agroindústrias precisarão acelerar investimentos em tecnologia, gestão e controle produtivo para atender às exigências do novo ambiente comercial.

Especialistas apontam cinco pilares para competitividade

Na avaliação de Hugo Centurion e Patrícia Cesarino, o sucesso do agro brasileiro dentro do acordo dependerá da capacidade do setor em avançar em cinco frentes estratégicas:

Profissionalização e rastreabilidade;

  • Adoção de tecnologias sustentáveis;
  • Redução de resíduos químicos;
  • Ampliação do valor agregado;
  • Integração entre produtores, cooperativas e exportadores.

Os autores afirmam que os próximos anos serão decisivos para definir quais cadeias produtivas conseguirão transformar a abertura comercial em ganhos permanentes de mercado.

“O desafio do produtor brasileiro não será apenas vender mais, mas vender melhor”, concluem os especialistas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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