AGRONEGÓCIO

Citricultura: Fungicida conquista adesão por controlar doenças relevantes

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Solução indicada ao manejo de doenças em mais de uma dezena de cultivos, o fungicida Vitene®, da Sipcam Nichino Brasil, tem ampliado a adesão por parte de produtores de citros. Conforme a companhia, três anos após chegar ao mercado, o fungicida demonstra eficácia no manejo de três doenças de importância econômica da cultura: podridão floral dos citros (Colletotrichum sp), pinta-preta (Phyllosticta citricarpa) e verrugose (Elsinoe australis).

De acordo com a companhia, isoladamente ou em conjunto, tais patógenos contam com potencial para reduzir em níveis significativos a produtividade e o valor comercial de frutos.

A Sipcam Nichino avalia que Vitene® cresce no manejo do produtor, sobretudo, pela ação preventiva que o caracteriza. Segundo a companhia, “trata-se de uma solução estratégica, com absorção e translocação rápidas em botões florais e frutos”. Para a empresa, esses atributos entregam diferenciais de controle, inclusive, nos períodos chuvosos.

Também conhecida por ‘estrelinha’, a podridão floral dos citros constitui a principal doença da fase de florescimento dos citros. Conforme a Sipcam Nichino, o patógeno atinge quase todas as variedades comerciais. Segundo acrescenta o fabricante, a frequência de chuvas e longos períodos de ‘molhamento’ na florada favorecem epidemias da ‘estrelinha’. “Esse fungo leva perdas da ordem de 85% aos pomares”, afirma a Sipcam Nichino.

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Para a área técnica da companhia, outra doença, a pinta-preta, igualmente merece atenção. “Manchas necróticas nos frutos ocasionam depreciação da qualidade e a queda dos mesmos já perto da colheita”, explica a Sipcam Nichino. De acordo com a empresa, o controle dessa doença deve ser iniciado após se constatar pétalas de flores caídas, e se prolongar até o final do período chuvoso.

Por fim, entende a companhia, a verrugose dos citros também requer cuidados específicos. “Traz manchas corticosas nos frutos, com perdas em qualidade, além de propicia abrigo ao ácaro da leprose. Neste caso, a recomendação é aplicar Vitene® quando dois terços das pétalas estiverem ‘no chão’”, ressalta a Sipcam Nichino.

A companhia descreve Vitene® como um fungicida multicultura, sistêmico, do grupo das estrobilurinas e dos triazois. A empresa destaca ainda o benefício da seletividade da solução, decorrente da formulação, que contém os ativos azoxistrobina e difenoconazol.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

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Fonte: Sipcam Nichino Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja e milho aceleram em maio e reforçam protagonismo do agro global

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As exportações brasileiras de grãos seguem em ritmo acelerado em 2026, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais de alimentos e biocombustíveis. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam forte crescimento nos embarques de soja, farelo de soja e milho ao longo dos primeiros meses do ano, com destaque para o avanço previsto em maio.

Exportações de soja avançam e podem superar 16 milhões de toneladas em maio

Segundo a ANEC, os embarques de soja do Brasil devem atingir aproximadamente 16,1 milhões de toneladas em maio, volume superior aos 14,18 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano até maio, as exportações brasileiras da oleaginosa já somam cerca de 59,2 milhões de toneladas, mantendo o país em posição estratégica no abastecimento global.

A China continua liderando as compras da soja brasileira, respondendo por cerca de 70% das importações entre janeiro e abril de 2026. Espanha, Turquia, Tailândia e Paquistão aparecem na sequência entre os principais destinos do produto brasileiro.

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Milho ganha força nas exportações brasileiras

O milho também apresenta crescimento expressivo no mercado externo. A previsão da ANEC indica embarques de aproximadamente 419,6 mil toneladas em maio, número significativamente superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Entre os principais compradores do milho brasileiro em 2026 estão Egito, Vietnã e Irã, que juntos concentram grande parte da demanda internacional pelo cereal nacional.

O movimento reforça a competitividade do milho brasileiro no mercado global, especialmente diante da crescente demanda por ração animal e biocombustíveis em diversos países.

Farelo de soja mantém ritmo forte no comércio internacional

As exportações de farelo de soja também seguem aquecidas. A projeção para maio é de aproximadamente 2,78 milhões de toneladas, acima das 2,12 milhões embarcadas no mesmo período de 2025.

Os principais destinos do farelo brasileiro entre janeiro e abril foram Indonésia, Tailândia, Irã e países europeus, consolidando a presença do produto brasileiro em mercados estratégicos da indústria global de proteína animal.

Portos do Arco Sul e Norte sustentam fluxo recorde

Os dados da ANEC mostram ainda que os portos de Santos, Paranaguá, Barcarena, Itaqui e Rio Grande seguem liderando os embarques brasileiros de grãos.

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O Porto de Santos permanece como principal corredor logístico do agronegócio brasileiro, concentrando grande parte dos embarques de soja e milho. Já os terminais do Arco Norte seguem ampliando participação estratégica nas exportações, especialmente para mercados asiáticos e europeus.

Agro brasileiro amplia protagonismo no mercado global

O avanço das exportações ocorre em um cenário de forte demanda mundial por alimentos, proteínas e biocombustíveis. A combinação entre alta produção, capacidade logística e competitividade cambial mantém o Brasil em posição de destaque no comércio agrícola internacional.

Além da soja e do milho, o país também registra movimentação relevante em produtos como DDGS, sorgo e trigo, ampliando a diversificação da pauta exportadora do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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