Saúde

Em parceria com o Sesi, Ministério da Saúde participa do Dia D de Vacinação dos trabalhadores da indústria

Publicado em

O Ministério da Saúde (MS) participou, na quinta-feira (15), do Dia D de Vacinação do Trabalhador da Indústria 2026. A mobilização nacional, promovida em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi), tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal da população trabalhadora em todo o país. A ação ocorreu, simultaneamente, em 25 estados e no Distrito Federal, e montou postos para aplicação de vacinas diretamente nos ambientes de trabalho.

A iniciativa integra o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o MS e o Sesi em 2024, com atenção na ampliação do acesso à imunização e no fortalecimento das ações de saúde nos ambientes industriais. A expectativa para este ano é superar a marca de 21 mil doses aplicadas em todo o Brasil. Em 2025, a mobilização registrou 19.735 doses aplicadas.

As ações de vacinação são realizadas em unidades industriais, unidades móveis e fixas do Sesi e pontos estratégicos definidos pelos departamentos regionais participantes da campanha. Para a ação, foram disponibilizadas doses contra Hepatite B, febre amarela, tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola), além de dT adulto (para difteria e tétano).

Leia Também:  Ministério da Saúde apresenta ao banco do BRICS projeto para construção do primeiro hospital inteligente do SUS

No Distrito Federal, a ação ocorreu na cidade de Santa Maria. Além da vacinação, os trabalhadores também tiveram acesso a ações de promoção da saúde, como aferição de pressão arterial e avaliação de bioimpedância. A mobilização reforça o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a ampliação do acesso à imunização em diferentes territórios e contextos sociais, contribuindo para ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e protegidos.

Para o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), Eder Gatti, que participou da atividade no Rio Grande do Norte, a vacinação continua sendo uma das principais estratégias de proteção coletiva e prevenção de doenças. “As vacinas são reconhecidas mundialmente como eficazes para preservar a saúde das pessoas e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes por diversas doenças. Além disso, contribuem significativamente para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade”, afirmou.

O diretor superintendente do Sesi Nacional, Paulo Mol, destacou que a vacinação dos trabalhadores é uma das frentes de atuação da instituição. “Cuidar da saúde do trabalhador e ampliar a vacinação dentro das indústrias é um compromisso que o Sesi incentiva junto ao setor produtivo. Promover prevenção e saúde nos ambientes de trabalho é uma das nossas principais missões, e participar dessa mobilização nacional é motivo de grande satisfação”, declarou.

Leia Também:  Ministério da Saúde lamenta o falecimento de Regina Próspero

O Ministério da Saúde avalia a parceria como fundamental para ampliar o acesso às vacinas e fortalecer as estratégias extramuros de imunização. “Iniciativas conjuntas fortalecem o acesso à imunização e contribuem para aumentar as coberturas vacinais no país. Levar ações como essa para dentro das indústrias representa um importante esforço de promoção da saúde, prevenção de doenças e proteção coletiva, conforme priorizamos no SUS”, ressaltou Gatti.

Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Advertisement

Saúde

Ministério da Saúde apresenta a secretários estaduais plano de preparação para o El Niño 2026-2027

Published

on

O Ministério da Saúde apresentou nesta quarta-feira (26), durante a 7ª Assembleia do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), em Brasília, o Plano de Preparação e Resposta a Emergências em Saúde Pública associadas ao El Niño 2026-2027. A reunião reuniu gestores estaduais para discutir medidas de preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos possíveis impactos do próximo ciclo do fenômeno climático.

O fenômeno está classificado como “forte” e pode atingir o patamar “muito forte” já em setembro, com janela crítica prevista entre outubro de 2026 e março de 2027. Os efeitos variam de acordo com a região: seca, estiagem e queimadas no Norte e Centro-Oeste; aprofundamento da seca e calor no Nordeste; ondas de calor e temporais no Sudeste; e chuvas intensas, com risco de inundação, no Sul.

Durante a apresentação, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, explicou que a preparação para os possíveis impactos do fenômeno está organizada em cinco eixos: governança federativa, com Sala de Situação de Emergências Climáticas; governança interna, por meio da Sala de Situação Saúde e Clima; recursos e kits emergenciais de assistência farmacêutica; atuação da Força Nacional do SUS (FN-SUS), com bases regionais capazes de deslocar equipes em até 48 horas; e organização de serviços e protocolos técnicos de acordo com as características de cada bioma.

Leia Também:  Saiba mais sobre câncer que acomete filho de Bruno Pereira

“A preparação do SUS para o El Niño é um tema bastante desafiador. A gente tem trabalhado junto ao Conass e ao Conasems na preparação do SUS para os efeitos das mudanças climáticas”, afirmou Massuda.

Entre as ferramentas utilizadas para o monitoramento estão o Painel Nacional de Excesso de Calor, o VigiAR e o GeoRisk, além dos Centros de Informação em Saúde e Clima (CISC), projeto-piloto desenvolvido em oito cidades das cinco regiões do país. A estratégia também prevê a integração dos sistemas e-SUS Notifica, Sivep-Gripe e Sinan para auxiliar na detecção precoce de surtos.

No médio prazo, o Plano Setorial de Adaptação à Mudança do Clima do Ministério da Saúde, o AdaptaSUS, estabelece 27 metas e 93 ações até 2035. A estratégia reúne medidas voltadas à preparação do setor saúde diante dos impactos das mudanças climáticas.

Entre as ações relacionadas à segurança hídrica em áreas sujeitas à seca e à estiagem, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) contratou 18,8 mil cisternas em 397 municípios de sete estados, com aporte de R$ 226,6 milhões destinado a unidades de melhoria sanitária.

Leia Também:  Ministério da Saúde mantém apoio aos atingidos pelo rompimento de Fundão em Mariana (MG) dez anos após o desastre

“Agora, o El Niño exige que a gente acelere o passo na preparação dos planos de resposta aos diferentes impactos que o fenômeno pode produzir no Brasil. É um fenômeno recorrente, mas este vem com uma gravidade bastante intensa. Precisamos preparar o país, considerando as características dos diferentes biomas e os efeitos previstos para cada região”, disse o secretário-executivo.

Na Amazônia, a preparação considera ainda a organização da rede de atenção e a estrutura disponível para atendimento às populações em áreas de difícil acesso, incluindo equipes de saúde e Unidades Básicas de Saúde Fluviais.

O Ministério da Saúde também deverá publicar, nos próximos dias, portaria para instituir um painel de especialistas em clima e saúde, que terá a função de subsidiar tecnicamente as decisões relacionadas à preparação e à resposta aos impactos dos eventos climáticos.

“A gente também ouviu os estados para identificar os diferentes estágios de preparação e os ajustes necessários em questões específicas, como as arboviroses, que tendem a se agravar em função do impacto do El Niño”, completou Massuda.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA