AGRONEGÓCIO

Para controlar alvos importantes nas culturas de soja e milho, Corteva Agriscience lança herbicidas Gapper e Elevore

Publicado em

A escolha e aplicação corretas de herbicidas são passos fundamentais para que o produtor obtenha uma lavoura produtiva e sustentável, sem a presença de plantas daninhas. Para um controle efetivo de algumas invasoras que trazem prejuízos severos às culturas, a Corteva Agriscience lança Gapper®, parte de uma nova família de herbicidas, inédito no uso em milho, utilizado na dessecação pré-plantio para o controle da trapoeraba e outras plantas daninhas de folha larga como soja voluntária, buva e leiteiro, e Elevore®, voltado à dessecação pré-plantio de soja no manejo da buva, formulado com a tecnologia Arylex® Active, já conhecida pelos produtores, por conta do herbicida Paxeo®, referência no controle de buva.

“O produtor sabe que pode contar com a Corteva para o manejo de plantas daninhas em grandes culturas. A liderança da empresa no segmento de herbicidas seletivos veio através de muita inovação e confiança dos agricultores com as soluções únicas e exclusivas desenvolvidas pela companhia. Elevore® e Gapper® chegam para complementar ainda mais o portfólio de herbicidas da Corteva, ajudando o agricultor neste desafio de controlar plantas daninhas em soja e milho”, destaca André Baptista, Líder do Portfólio de Herbicidas da Corteva para o Brasil e Paraguai.

Leia Também:  Produção mundial e brasileira de trigo deve cair na safra 2026/27 e mercado acompanha risco de oferta

Gapper® traz controle efetivo de plantas daninhas importantes no milho

Para o controle da trapoeraba e outras invasoras de folha larga, como buva, soja voluntária, leiteiro, entre outras, com uso na dessecação pré-plantio de milho, Gapper® chega ao produtor com a tecnologia RinksorTM Active e com o diferencial de atuar sem antagonismo com graminicidas e sem carência para o plantio do milho.

Elevore® traz a tecnologia inovadora Arylex® Active no manejo de buva na pré-emergência da soja podendo ser aplicado sem antagonismo com graminicidas. É o mais novo produto da família Arylex® Active, que já conta com o Paxeo, uma referência no manejo de buva.

Fonte: Corteva

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Pesquisadores alertam: EL Niño vem turbinado e vai afetar calendário agrícola no Brasil

Published

on

Pesquisadores e centros meteorológicos internacionais identificaram sinais de que o El Niño de 2026 pode entrar para o grupo dos mais intensos das últimas décadas e permanecer ativo até o início de 2027. O fenômeno, potencializado pelo aquecimento global, tende a alterar o calendário agrícola brasileiro, com risco de atraso no plantio da soja no Centro-Oeste e no Matopiba e excesso de chuvas no Sul, principal região produtora de trigo do País.

As projeções divulgadas entre maio e junho consolidaram a expectativa de um evento persistente. Em algumas áreas próximas à costa da América do Sul, o aquecimento da superfície do oceano chegou a ficar entre 2°C e 3°C acima da média, enquanto a região central do Pacífico registrava anomalias em torno de 0,7°C.

Diferentemente dos grandes eventos de 1982-83, 1997-98 e 2015-16, o El Niño de 2026 se desenvolve em um cenário de aquecimento mais generalizado dos oceanos. Com menos contraste entre águas quentes e frias, os pesquisadores passaram a utilizar novos indicadores para medir a intensidade do fenômeno. Por esse critério, o episódio atual já apresenta características semelhantes às observadas em alguns dos eventos mais severos do registro histórico.

Leia Também:  Plantio de cevada avança no Paraná e atinge mais de 65% da área da Capal em Arapoti

No Brasil, os efeitos costumam variar entre as regiões. No Sul, a combinação entre o El Niño e outros padrões atmosféricos pode favorecer volumes de chuva acima da média durante a primavera e o verão. Para culturas de inverno, como o trigo, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo tende a ser mais importante que o volume acumulado, já que excesso de umidade durante a fase reprodutiva e na colheita pode afetar a qualidade dos grãos.

No Centro-Oeste e no Matopiba, o comportamento tradicional do fenômeno é diferente. As chuvas costumam se tornar mais irregulares no início da primavera, período que marca a abertura do plantio da soja. Eventuais atrasos na semeadura podem reduzir a janela ideal para o milho de segunda safra em 2027, responsável por cerca de 80% da produção brasileira do cereal.

O País entra nesse cenário após uma safra recorde. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta produção de 358,6 milhões de toneladas de grãos em 2025/26, além de uma colheita de 66,7 milhões de sacas de café e mais de 700 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

Leia Também:  Bioeconomia Avança em 2023 com Crescimento de 1,03%, Aponta FGV

Segundo os especialistas, os impactos do fenômeno tendem a ser mais regionais do que nacionais. Enquanto parte das áreas produtoras pode registrar condições favoráveis, regiões dependentes da regularidade das chuvas, como Centro-Oeste e Matopiba, e áreas mais suscetíveis ao excesso de precipitações, como o Sul, devem concentrar maior atenção ao comportamento do clima ao longo da safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA