AGRONEGÓCIO

Evonik aponta abastecimento seguro de insumos e sustentabilidade entre desafios do setor durante 5º Simpósio das Tabelas Brasileiras, da UFV

Publicado em

O abastecimento de insumos é hoje um dos desafios mais importantes da indústria de ração. O atual cenário de guerras na Europa e no Oriente Médio traz instabilidades para o mercado e, consequentemente, preocupações com relação ao impacto nos custos e no abastecimento de matérias-primas. Um exemplo desse quadro é o fornecimento de metionina, um aminoácido essencial para aves e suínos, e que enfrentou um desafio de abastecimento poucos anos atrás. A resposta para este quadro é uma estratégia de diversificação da produção e da logística, defende o zootecnista responsável pelo Marketing Estratégico de Essencial Nutrition da Evonik na América Latina, Nei Arruda. “Temos plantas em diferentes continentes. E essa logística de produção diversificada em países de regiões distintas leva a um abastecimento seguro e contribui para a nossa atual participação global de mercado em torno de 35%”, pontuou o especialista.

Ele salienta a importância de ter um fornecimento seguro de insumos e destaca o direcionamento em melhoria de performance no campo. “A melhora da eficiência produtiva está vinculada a uma nutrição focada em melhoria de desempenho associada a uma assistência técnica altamente qualificada, com domínio sobre as matérias-primas e os requerimentos nutricionais. Desta maneira, é possível ofertar um pacote de serviços que leva a um ganho de performance no campo e da rentabilidade do produtor”, disse o executivo lembrando que a empresa é patrocinadora do 5º Simpósio das Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos que vai acontecer na Universidade Federal de Viçosa (UFV), no dia 26 de março, e vai participar com a equipe de especialistas para esclarecer dúvidas dos participantes.

Leia Também:  Governo lança licitação para duplicar MT-240 entre Arenápolis e Nortelândia
ESG: fábrica de lisina próxima a neutralidade de carbono e produção de metionina com emissões 25% menores em comparação com a produzida em outros países

Para Arruda, os investimentos em ESG despontam entre as tendências irreversíveis e mais importantes da cadeia produtiva. “Este é um tema que está sobre a mesa de discussões e obviamente a questão das emissões de gases de efeito estufa é uma das pautas mais relevantes. Os relatórios financeiros têm abordado bastante esta questão e a rastreabilidade leva o consumidor final a buscar produtos com baixo impacto ambiental”, explica.

De acordo com ele, se hoje temos de um lado a indústria atrás de reduzir a pegada ambiental de seus produtos, do outro lado, cabe aos fornecedores de insumos contribuir com esta meta através de uma produção com baixa emissão, porque estes produtos têm impacto direto na pegada de carbono do produto final. “Precisamos nos comprometer com esta questão e oferecer produtos com uma pegada ambiental reduzida”.

Ele explica que a companhia tem certificações de eficiência de seus processos e tem mostrado uma melhor produtividade na produção, o que tem levado a um menor impacto ambiental na produção de carne de frango, suíno, ovos e leite.

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá convoca 632 aprovados para professor pedagogo; confira à relação

“Nossa planta de Biolys, em Castro, no Paraná, está próxima da neutralidade de carbono. É uma planta com certificação de baixa emissão. Quanto à produção de metionina, por exemplo, a nossa produção tem uma emissão em torno de 25% menor na comparação com aquela produzida em outros países e, na comparação com aquela produzida na China, esta redução das emissões chega até 40%”, encerra.

Fonte: Assessoria de Imprensa Márcia Midori

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

Published

on

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

Leia Também:  Levantamento da Williams Brasil aponta importação de 4,106 milhões de toneladas para o ano

Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

Leia Também:  Cacau entra em novo ciclo global com superávit, mas volatilidade e riscos ainda sustentam preços elevados

Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA