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Programa Carne Hereford finaliza 2023 com importantes parcerias e saldo positivo

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Encerrando o ano de 2023 com excelentes resultados, o Programa Carne Hereford, da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), foi marcado por importantes parcerias. Entre os destaques estão a parceira com o restaurante L’Entrecotê D’Olivier, liderado pelo chef Olivier Anquier, que conta com duas unidades em São Paulo (SP), e Restaurante Los Pampas 520, localizado em Bento Gonçalves (RS), apresentando todo o sabor e suculência da Carne Hereford.

Outro momento foi a nova parceria de certificação com o Frigorífico Argus, de São José dos Pinhais (PR). A novidade visa ampliar a atuação da Carne Hereford, buscando fomentar, ainda mais, a cadeia da carne bovina. Destaque importante também foi a parceria com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), em eventos como a Peleia Gastronômica nas classificatórias, o Bocal de Ouro e a Final do Freio de Ouro, em que a Carne Hereford esteve em grande evidência no camarote da entidade.

O diretor do Programa Carne Hereford, Eduardo Eichenberg, ressalta a relevância da união entre a ABHB com o Cavalo Crioulo. Para ele, esta parceria foi fundamental para divulgar a qualidade e o diferencial da Carne Hereford em todos os eventos relacionados ao Cavalo Crioulo, uma ligação muito forte de pessoas e de ideais, de mesmos valores que puderam ser alinhados através dessa parceria. Além disso, o programa encerrou o ano com dados positivos, registrando o número de 35 mil animais certificados nos frigoríficos parceiros, impulsionado pela demanda por carne de qualidade e pela expansão para novos mercados.

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O diretor enfatiza as cooperações com os restaurantes como um elemento benéfico para todas as partes envolvidas. “Essas parcerias vão crescendo garantindo, cada vez mais, qualidade para o consumidor, que busca um produto diferenciado. Então, é uma maneira dos restaurantes garantirem aos seus clientes uma carne de qualidade, além de nós podermos expor a nossa marca junto a esses grandes restaurantes”, declara.

Além das parcerias, outro momento marcante para o Programa foi a realização do Concurso de Carcaças Carne Hereford que, mais uma vez, bateu recorde com 600 animais participantes. “Tivemos um recorde no concurso de carcaças na etapa do Frigorífico Silva, que sem dúvidas foi o concurso que mais teve número de animais inscritos, e isso comprova o empenho dos produtores e daqueles envolvidos em, cada vez mais, fornecer um número maior de animais de qualidade para o nosso programa de carne, e consequentemente, ao mercado consumidor”, afirma Eichenberg .

Por fim, sobre as metas futuras do Programa, o diretor destaca a possibilidade de mais parcerias estratégicas que possam levar a Carne Hereford a mais consumidores. “Nosso objetivo é continuar expandindo o programa, com mais parcerias de casas de carnes, restaurantes e, principalmente, frigoríficos. Além da participação em eventos gastronômicos em que possamos mostrar toda a qualidade e sabor da nossa carne Hereford”, observa.

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Fonte: Assessoria de Comunicação da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB)

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo no Brasil fecha primeiro semestre de 2026 em alta, mas junho registra desaceleração nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o primeiro semestre de 2026 com tendência de valorização nos preços, apesar da desaceleração observada nas negociações em junho. O cenário foi sustentado principalmente pela baixa disponibilidade de produto da safra velha, estoques internos apertados e maior necessidade de importação para suprir a demanda doméstica.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o comportamento dos preços reflete um equilíbrio ainda frágil entre oferta e demanda.

“O primeiro semestre foi marcado pela recomposição dos preços. A menor disponibilidade de trigo no mercado interno e a necessidade de importação deram sustentação às cotações, mesmo em um ambiente de liquidez bastante limitada”, destacou.

Mercado do trigo acumula altas expressivas no semestre

Apesar da pressão de baixa registrada em junho, o desempenho acumulado do semestre foi positivo nas principais praças do país.

No Paraná, a média dos preços FOB interior encerrou junho em R$ 1.407 por tonelada, com alta acumulada de 19,9% em relação ao fechamento de 2025. No entanto, o mês registrou recuo de 1,6%, influenciado pela menor demanda dos moinhos e pelo enfraquecimento das referências internacionais.

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No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais intenso no semestre, com avanço de 24,9%. Em junho, porém, houve queda de 5,1%, levando a média para R$ 1.290 por tonelada FOB. Mesmo com a correção, o estado segue sustentado pela escassez de trigo remanescente da safra anterior e pelo forte ritmo de exportações ao longo do período.

Ajuste em junho não muda tendência de alta, diz analista

De acordo com Elcio Bento, a retração observada em junho não representa mudança estrutural no mercado, mas sim um ajuste técnico após meses de valorização.

“O que vimos em junho foi muito mais um ajuste técnico do que uma mudança de tendência. A oferta continua limitada, os estoques seguem apertados e isso impede uma queda mais acentuada dos preços”, analisou.

O ambiente de baixa liquidez continua sendo uma característica marcante do mercado físico brasileiro de trigo. Produtores seguem retendo parte do produto, aguardando melhores condições de preços na entressafra, enquanto os moinhos realizam compras pontuais devido à dificuldade de repasse dos custos ao preço da farinha.

Esse desalinhamento entre oferta e demanda mantém o mercado travado e com negociações limitadas.

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Mercado internacional sustenta cenário de preços no Brasil

No mercado externo, o trigo negociado em Kansas acumulou valorização de 15,5% no primeiro semestre de 2026, mesmo com correções pontuais registradas em junho. Já o trigo argentino, referência importante para a paridade de importação brasileira, avançou 6,7% no período.

Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ao longo do semestre contribuiu para reduzir parte da pressão altista que poderia ter sido transmitida ao mercado doméstico.

Perspectivas para o segundo semestre seguem atreladas ao clima e ao câmbio

Para os próximos meses, o mercado brasileiro de trigo deve permanecer sensível a fatores externos e internos. Entre os principais vetores de atenção estão o desenvolvimento da safra nacional, as condições climáticas na Argentina, o comportamento das bolsas internacionais e as oscilações cambiais.

Segundo o analista, esse conjunto de variáveis continuará sendo determinante para a formação de preços no mercado.

“Esse conjunto de fatores continua oferecendo sustentação estrutural aos preços”, concluiu Elcio Bento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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