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Aumente a produtividade da safrinha com o programa Milho+

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Em um cenário agrícola cada vez mais desafiador, onde a questão climática influencia a cada ano a produção de maneira decisiva, é preciso adotar boas práticas agrícolas e estratégias que tornem as lavouras mais resilientes.

Entre as diversas culturas, a segunda safra de milho é uma das que mais precisam desse cuidado porque costuma ter uma janela de cultivo mais vulnerável aos riscos climáticos, já que atrasos e imprevistos no andamento da primeira safra de soja impactam diretamente no desempenho da segunda safra.

Enquanto o El Niño dá sinais de despedida, as previsões indicam que a La Niña pode retornar ainda em 2024. Esses fenômenos climáticos podem alterar os regimes de precipitações em várias áreas e preocupar os produtores. Desse modo, é imperativo investir mais em tecnologia e planejamento.

Milho+

Para ter mais sucesso na safrinha 2023/24, a Sumitomo Chemical traz para o produtor o programa Milho+, uma plataforma de soluções que promove um manejo mais eficiente do milho, visando aumentar os rendimentos e fortalecer as plantas para enfrentar as adversidades climáticas e produzir cada vez mais.

O programa está estruturado em duas fases: o uso de micorrizas com o produto EndoMaxx® SC e a adoção do regulador de crescimento vegetal ProGibb®. Ambos os produtos já possuem sua eficiência comprovada na cultura. Em mais de 250 campos, o ProGibb atestou o aumento de produtividade, garantindo uma média de 8 sacas adicionais por hectare.

“Há uma sinergia entre as duas tecnologias que gera os melhores resultados possíveis, deixando a planta mais preparada para enfrentar os estresses e apta a produzir mais. O programa Milho+ colabora para o avanço do manejo, visando trabalhar em conjunto a fisiologia das plantas e a saúde do solo em prol da produtividade”, afirma Bruno Oliveira, especialista de BioRacionais da Sumitomo Chemical.

Benefícios do uso de micorrizas

Um dos pilares essenciais do programa Milho+ é o uso de micorrizas com o produto EndoMaxx® SC no sulco de plantio. O produto é formulado com quatro diferentes espécies de fungos micorrízicos arbosculares: Glomus mosseae, Glomus aggregatum, Glomus intraradices e Glomus etunicatum.

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Esses microrganismos benéficos se desenvolvem no solo e estabelecem uma relação simbiótica muito saudável com as raízes das plantas de milho, promovendo melhorias na capacidade de absorção de água e de nutrientes, especialmente fósforo, potássio e cálcio.

É muito importante que as plantas consigam acessar o máximo de nutrientes e água de forma mais eficiente, garantindo, assim, um suprimento adequado mesmo durante momentos marcados por condições de estresse ambiental. Além disso, a tecnologia colabora para o aumento da fixação de carbono no solo, redução de erosão e descompactação da terra.

Ou seja, a iniciativa promove a saúde do solo e proporciona uma produção de milho mais sustentável e econômica. “O principal diferencial é que EndoMaxx® SC oferece uma formulação exclusiva e estável de mistura de raças do fungo, com um efeito consistente e único no mercado”, destaca Oliveira.

O papel do regulador de crescimento

Outro fator que estrutura o programa Milho+ é o emprego do regulador de crescimento ProGibb®. Atualmente, essa tecnologia da Sumitomo Chemical representa a única formulação com giberelina de origem natural e registrada para a reposição desse hormônio em plantas de milho.

O manejo fisiológico da cultura do milho favorece os processos fisiológicos da planta, potencializando a fotossíntese e reduzindo o desperdício de energia, o que promove o equilíbrio e a uniformidade da plantação de milho. A giberelina, em sua essência, é um hormônio que age no alongamento celular. “Esse regulador de crescimento dilata as paredes celulares das plantas, potencializa a ação de enzimas e incrementa a absorção de água para que o milho cresça com mais vigor e possa ter folhas maiores e mais largas, além de colmos mais robustos”, explica Eduardo Rossini, gerente de Marketing de BioRacionais da Sumitomo Chemical.

A pulverização foliar de ProGibb® entre os estádios de V2 a V4 da cultura (quando metade das plantas da área apresentam de duas a no máximo quatro folhas desenvolvidas), com dose de 20 a 30 gramas por hectare, gera resultados surpreendentes na lavoura. “Uma única aplicação de ProGibb traz um efeito expressivo. O milho é muito responsivo à pulverização de giberelina e, após uma semana, a lavoura já será outra”, diz Rossini.

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Segundo o gerente, o resultado impressiona no campo, principalmente na fase reprodutiva. “O manejo fisiológico com ProGibb® resulta em melhor formação de espiga e pendão, maior calibre de espigas, maior número de grãos por fileira e maior acúmulo de amido nos grãos. Além disso, a solução ainda colabora para reduzir a incidência de podridão de grãos e aumenta a resistência da planta contra estresses bióticos e abióticos”, ressalta o gerente.

Outro fator importante é que a suplementação com giberelina tem especial importância nas lavouras de milho. É amplamente estudado no meio científico o efeito de inibição da biossíntese de giberelinas por fungicidas do grupo dos triazóis em diversas espécies cultivadas. Nesse caso, a reposição do hormônio é uma prática importante, ao garantir os níveis adequados também para a fase reprodutiva do milho.

O Milho+ está disponível para adoção em todas as regiões produtivas de milho no Brasil. O programa da Sumitomo Chemical oferece uma abordagem abrangente, integrada e eficaz para o manejo do milho, especialmente em um contexto de mudanças climáticas e riscos de intempéries, assegurando a resiliência e sustentabilidade do negócio no médio a longo prazo.

Para participar da iniciativa, basta entrar em contato com um representante técnico de vendas da Sumitomo Chemical e aderir ao programa. Quer saber mais? Entre em contato com o SAC Sumitomo Chemical Brasil pelo telefone 0800-725-4011, WhatsApp (85) 98128-3297 ou e-mail: [email protected].

Fonte: Sumitomo Chemical

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Mercado do milho enfrenta pressão de preços com avanço da safrinha e cenário internacional desfavorável

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O mercado brasileiro de milho segue pressionado pelo avanço da colheita da segunda safra, pelo enfraquecimento da paridade de exportação e por um cenário internacional que ainda favorece o movimento de baixa das cotações. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços médios registrados em junho já figuram entre os menores do ano em diversas regiões produtoras do país.

A combinação entre aumento da oferta, compradores cautelosos e estoques confortáveis tem reduzido o ritmo das negociações no mercado físico. Ao mesmo tempo, os contratos futuros operam próximos da estabilidade nas bolsas internacionais, enquanto analistas recomendam estratégias mais defensivas para a comercialização da safra.

Preços do milho atingem os menores patamares de 2026

Levantamentos do Cepea indicam que as médias parciais de junho, apuradas até o dia 18, já representam os menores níveis nominais do ano em importantes praças produtoras.

A pressão vem principalmente da entrada da segunda safra no mercado. Consumidores internos acompanham o avanço da colheita e, diante de estoques considerados suficientes para o curto prazo, evitam aquisições mais agressivas.

Outro fator que contribui para o recuo das cotações é a queda recente dos preços internacionais, que reduz a atratividade das exportações brasileiras e enfraquece a formação dos preços internos.

Do lado da oferta, produtores que possuem capacidade de armazenagem e não necessitam de liquidez imediata seguem restringindo as vendas, aguardando melhores oportunidades de mercado.

Chicago opera próxima da estabilidade

No cenário externo, os contratos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a semana com movimentações limitadas.

O mercado acompanha de perto os desdobramentos das tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã. A expectativa de avanços diplomáticos entre os dois países tem pressionado os preços do petróleo, influenciando indiretamente o mercado de grãos.

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Além da questão geopolítica, os investidores seguem monitorando as condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras norte-americanas, fator que mantém perspectivas positivas para a safra dos Estados Unidos.

B3 registra leves altas nos contratos futuros

Na Bolsa Brasileira (B3), os contratos futuros do milho apresentaram leve recuperação no início da semana.

As principais posições permaneceram negociadas entre R$ 64,00 e R$ 73,00 por saca, refletindo um movimento técnico após as recentes quedas observadas no mercado doméstico.

Apesar dos ganhos pontuais, o ambiente continua marcado por cautela, já que a entrada de grandes volumes da safrinha tende a manter a oferta elevada nas próximas semanas.

Estratégia de venda ganha importância

Diante do atual cenário, consultorias de mercado recomendam que os produtores adotem estratégias mais estruturadas de comercialização.

Segundo a TF Agroeconômica, concentrar vendas durante o pico da colheita pode ampliar a pressão sobre os preços recebidos pelo produtor. A orientação é realizar vendas escalonadas, aproveitar eventuais repiques técnicos e utilizar ferramentas de proteção de preços, como contratos futuros e operações de hedge.

A armazenagem também ganha relevância como instrumento para diluir a oferta ao longo do tempo e reduzir a necessidade de comercialização em momentos de maior pressão do mercado.

Cooperativas e cerealistas, por sua vez, podem intensificar programas de comercialização gradual e ampliar o suporte aos produtores na utilização de instrumentos de gestão de risco.

Compradores encontram ambiente favorável

Para indústrias consumidoras, fábricas de ração e demais segmentos da cadeia, o momento continua favorável para aquisições programadas.

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Com a perspectiva de aumento da disponibilidade de milho no mercado interno, compradores têm conseguido atuar sem necessidade de alongar excessivamente suas posições, realizando compras graduais conforme a demanda.

O cenário também é sustentado por fatores externos, como a menor demanda para produção de etanol nos Estados Unidos, estoques globais relativamente confortáveis e a expectativa de grandes safras na América do Sul.

Clima segue no radar para a próxima temporada

Embora o foco atual esteja na comercialização da safrinha, o mercado já monitora os efeitos climáticos sobre a próxima temporada.

A atuação do fenômeno El Niño pode provocar excesso de chuvas na Região Sul e períodos de irregularidade hídrica acompanhados de temperaturas elevadas no Centro-Oeste.

Para o milho verão, existe preocupação com possíveis atrasos na semeadura em algumas áreas. Já para a segunda safra de 2027, eventuais atrasos no plantio da soja poderiam comprometer a janela ideal de cultivo do cereal.

Perspectiva permanece de cautela

O mercado de milho segue enfrentando um ambiente predominantemente baixista, marcado pelo avanço da colheita brasileira, condições favoráveis para a safra norte-americana e demanda internacional menos aquecida.

Analistas destacam que uma recuperação mais consistente dos preços dependeria de fatores capazes de alterar significativamente a oferta global, especialmente eventuais problemas climáticos no cinturão produtor dos Estados Unidos.

Até lá, a tendência é de manutenção da volatilidade e de atenção redobrada dos produtores na gestão comercial da safra, buscando preservar margens em um cenário de preços pressionados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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