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Sementes NK, Golden Harvest e Nidera Sementes apresentam lançamentos no Show Safra

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Os produtores de Mato Grosso poderão conferir, durante o Show Safra, que ocorre entre os dias 18 e 22 de março, em Lucas do Rio Verde, os lançamentos da Sementes NK, Golden Harvest e Nidera Sementes. As marcas apresentarão todas as variedade de seus portifólios em híbridos de milho e cultivares de soja, desenvolvidos para atender as especificidades da região.

O principal lançamento da Sementes NK, no evento, será o NK509VIP3, desenvolvido para agricultores que buscam alta produtividade. O híbrido alia tecnologias avançadas de melhoramento de sementes que conferem alta sanidade foliar e boa tolerância ao complexo de enfezamento, com manejo adequado.

Outra novidade que os produtores de Mato Grosso poderão conferir é o híbrido NK501VIP3, que reúne produtividade e proteção. Entre suas principais características estão bom perfil sanitário para as principais doenças foliares, também com boa tolerância ao complexo de enfezamento, mediante manejo adequado.

Já a Golden Harvest apresenta os cultivares que se caracterizam pela alta produtividade, em diferentes ambientes. Entre os lançamentos estão:

  • GH2483IPRO – cultivar do grupo de maturação 8.1, com mais vitórias em todos os testes e que alia produtividade e estabilidade para as lavouras. Além de garantir múltipla resistência a nematóide de cisto. A cultivar também apresenta uma boa arquitetura e excelente engalhamento, estabilidade em diferentes ambientes e sistema radicular agressivo.
  • GH2282IPRO – excelente performance versus anomalia de vagens, alto teto produtivo, estabilidade, ampla janela de semeadura e resistente a nematóide de cisto raça 3 e 10
  • GH2478IPRO – alto potencial de ramificação e produtivo, estabilidade produtiva, múltipla resistência a nematóide de cisto (R: 3 e 9; MR: 6 e 10) e resistência a nematóide de galha (MR M. incógnita).
  • GH2376IPRO – alto potencial produtivo, bom comportamento ao estresse hídrico, excelente performance em abertura de semeadura e múltipla resistência a nematóide de cisto (R: 9; MR: 3, 6 e 10).
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No rol lançamentos de híbridos de milho da Nidera Sementes estão o NS79VIP3, com alto teto produtivo, excelente sanidade foliar, elevado peso mil grãos e responsivo para alto investimento.

O outro lançamento é o NS89VIP3, com excelente estabilidade produtiva, ótima qualidade de colmo e raiz e boa sanidade foliar. Os dois lançamentos foram desenvolvidos para o Cerrado, com foco na Segunda Safra.

A marca também apresentará durante o Show Safra o NS75VIP3, híbrido com elevado teto produtivo, tolerância intermediária ao complexo de enfezamentos, boa qualidade de grãos, ótima arquitetura foliar e bom arranque inicial.

Os produtores mato-grossenses ainda poderão conferir o lançamento da nova cultivar de soja da Nidera: a NS7902IPRO. Com alto teto produtivo, múltipla resistência a nematóides de cisto, alto potencial produtivo e responsiva a ambientes de alto investimento.

Outra cultivar consagrada do portifólio da marca na feira é a NS7676IPRO, que apresenta alta eficiência produtiva para ciclos precoces, múltipla resistência a nematóides de cisto e amplitude geográfica.

Fonte: Íntegra Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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