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Show Safra recebe tecnologias da FMC

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Realizado anualmente pela Fundação Rio Verde, no município de Lucas do Rio Verde (MT), o Show Safra acontece em uma das maiores regiões produtoras agrícolas do país e, mais uma vez, conta com a participação da FMC, empresa de ciências para agricultura. Nesta edição, que acontece entre 18 e 22 de março, a companhia apresentará seus principais lançamentos para as culturas de soja, milho e algodão.

Como o fungicida Onsuva®, um produto exclusivo da FMC com uma carboxamida inédita no Brasil, o fluindapir, e um triazol, o difenoconazol em alta concentração e efetividade, e que é recomendado para o controle das principais doenças na soja, milho e algodão. Fábio Lemos, gerente de culturas e portfólio da FMC, destaca que “a FMC investe em novas tecnologias químicas, bem como em soluções biológicas inovadoras para promover uma agricultura sustentável e inovadora ao mesmo tempo que apoia os agricultores para protegerem suas plantações e obterem o máximo potencial produtivo.”

Para o controle mais efetivo, o inseticida Premio® Star oferece proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, sendo o único produto do mercado que oferece controle simultâneo contra as principais pragas como as lagartas, os percevejos, e outros alvos secundários das plantações.

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Outro produto com alta tecnologia que será demonstrado durante o Show Safra é o herbicida Reator®, que tem liberação prolongada e é voltado para o manejo de plantas daninhas, como capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e picão-preto (Bidens pilosa) na soja. O produto é um pré-emergente seletivo à soja, que traz alta flexibilidade ao agricultor, estendendo a janela de aplicação, mesmo em períodos secos ou com a soja recém-emergida.

“A tecnologia, também exclusiva da FMC, oferece uma otimização operacional devido às microcápsulas, que permanecem intactas no solo até encontrar condições adequadas de umidade para liberação do ingrediente ativo e posterior controle da sementeira das plantas daninhas”, explica o gerente.

Dentre a linha de biológicos da FMC, o destaque no evento será o biofungicida Provilar®, que possui triplo modo de ação – antibiose, competição e indução sistêmica de resistência, além disso, conta com uma tecnologia de formulação em que os Bacillus estão na forma endósporos, o que permite seu uso em associação com outros produtos químicos. A solução é indicada para a prevenção do mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) nos estágios iniciais da cultura da soja e permite um manejo foliar da doença de maneira preventiva e prolongada.

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“Nas demonstrações, os produtores poderão comprovar a efetividade e tecnologia das soluções FMC para os campos de soja, milho e algodão. Além disso, nossa equipe estará disponível para receber os clientes e visitantes para orientações e trocas sobre o setor”, destaca Fábio.

O estande da FMC dedicará também um dia para informações sobre a cotonicultura. Na quinta-feira (23), a partir das 8h30, Eduardo Santiago, Diretor da Santiago Cotton, falará sobre mercado de algodão na região da BR163 e compartilhará experiências de manejo com os visitantes e produtores. A ação é aberta ao público.

Fonte: FMC

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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