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Prefeitura de Cuiabá realiza operação de limpeza na Ilha da Banana

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), iniciou nesta terça-feira (28) uma grande operação de limpeza na Ilha da Banana, localizada na região central da capital. Até o momento, cerca de 20 toneladas de materiais descartados irregularmente já foram retiradas do local. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos até o final desta semana.

A área pertence ao Governo do Estado de Mato Grosso e, conforme a Limpurb, o município está realizando a limpeza emergencial para garantir melhores condições de higiene e segurança à população. A Prefeitura já notificou o Estado solicitando informações sobre o processo de licitação e possíveis medidas de manutenção do espaço, que permanece sob responsabilidade estadual.
A expectativa é que, até o término dos trabalhos, aproximadamente 30 toneladas de resíduos sejam removidas, entre entulhos, vegetação e lixo descartado de forma irregular.

A operação conta com 30 servidores da Limpurb, além do apoio de caminhões cata-treco, utilizados para recolher e destinar corretamente os resíduos. O mutirão também busca eliminar bolsões de lixo e remover materiais que possam acumular água parada, como pneus, plásticos e latas, contribuindo diretamente para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.

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O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou a importância da ação e reforçou que o trabalho segue o compromisso da gestão municipal com a limpeza da cidade.

“Estamos fazendo a nossa parte para garantir que a região central permaneça limpa e segura para todos. Mesmo sendo uma área de responsabilidade do Estado, a Prefeitura de Cuiabá não poderia deixar de agir diante do acúmulo de lixo. Seguimos firmes no nosso compromisso de manter a cidade limpa e bem cuidada”, afirmou Felipe Wellaton.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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