AGRONEGÓCIO

Com investimento de R$ 250 milhões, JBS cria 2º turno em sua maior unidade de bovinos na Austrália

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A JBS deu início à operação do segundo turno de produção na unidade de bovinos de Dinmore, na região de Queensland, na Austrália. Trata-se da maior fábrica de proteína bovina da Companhia na Oceania, com processamento diário de 3.400 animais – 10% da capacidade do país. Com um investimento equivalente a R$ 250 milhões, a extensão da operação vai dobrar a capacidade produtiva da unidade ao longo dos próximos 5 meses. Ao todo, 500 novos colaboradores serão contratados – 300 deles já começaram em suas funções.

“Isso demonstra a força de nossa plataforma global única, diversificada por proteínas e por geografias”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. Além de abastecer o mercado australiano, a unidade exporta para a Ásia, incluindo o Oriente Médio, e a América do Norte.

Com esse início do segundo turno, a Companhia continua a expandir suas operações de forma responsável e sustentável, diz Brent Eastwood, CEO da JBS Australia. “Nossos investimentos em Dinmore ressaltam nosso compromisso não somente em produzir com qualidade superior, mas também em criar oportunidades de emprego significativas e contribuir para a economia local”, afirma.

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Quando o segundo turno estiver operando na capacidade total, o número de colaboradores na planta vai ultrapassar 1,8 mil pessoas. Entre os contratados, há eletricistas, supervisores de manutenção, açougueiros, fatiadores e profissionais em outras funções. Localizada na cidade de Ipswich, na Grande Brisbane, a unidade de Dinmore conta em suas equipes com pessoas de 47 nacionalidades – diversidade de talentos e habilidades que marca a JBS em todos os países em que atua. A JBS é a maior produtora de alimentos da Austrália, com mais de 15 mil colaboradores no país, com um forte portfólio em carne bovina, ovinos, suínos e salmão com marcas de valor agregado.

Fonte: JBS

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Pará bate recorde na movimentação portuária e consolida corredor logístico estratégico da Amazônia

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O Pará alcançou um novo recorde na movimentação portuária em 2025 e reforçou sua posição como um dos principais polos logísticos do agronegócio nacional. O estado movimentou 127,7 milhões de toneladas de cargas ao longo do ano, volume que representa cerca de 9% de toda a carga transportada pelos portos brasileiros.

O desempenho expressivo é impulsionado principalmente pelo Porto de Vila do Conde, localizado em Barcarena, e fortalece o protagonismo do chamado Arco Norte no escoamento de commodities agrícolas e minerais destinadas ao mercado internacional.

Atualmente, o Pará concentra aproximadamente 77% de toda a movimentação portuária da Região Norte, consolidando o corredor amazônico como uma rota cada vez mais competitiva para exportação.

Terminais privados ampliam eficiência logística

O avanço operacional registrado no estado está diretamente relacionado à atuação dos terminais privados, que possuem maior flexibilidade para ampliar estruturas e adequar operações conforme o crescimento da demanda.

Diferentemente dos portos públicos, esses terminais conseguem implementar expansões de maneira mais rápida, reduzindo gargalos logísticos e aumentando a capacidade de escoamento das cargas.

Essa dinâmica vem garantindo maior competitividade ao corredor logístico amazônico, especialmente diante da crescente demanda internacional por commodities brasileiras.

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Integração entre rios e rodovias fortalece competitividade

Outro fator decisivo para o crescimento do Pará é o modelo logístico integrado da região, que combina transporte rodoviário e hidroviário.

Segundo Flávio Acatauassú, presidente da Amport, o uso intensivo da navegação fluvial aumenta significativamente a eficiência operacional do corredor amazônico.

“Quando mais da metade da operação acontece pelos rios, utilizando o modal mais eficiente, barato e sustentável, o corredor amazônico se torna mais competitivo do que outras rotas logísticas do país”, afirma.

O transporte hidroviário vem sendo considerado estratégico para reduzir custos logísticos, ampliar a capacidade operacional e melhorar o fluxo de exportações pelo Norte do país.

Tecnologia impulsiona operações nos portos amazônicos

A modernização tecnológica também tem desempenhado papel importante no avanço da infraestrutura portuária paraense.

Sistemas de monitoramento fluvial permitem acompanhar fatores como velocidade das marés e profundidade dos rios, possibilitando maior previsibilidade operacional e segurança para a navegação.

De acordo com Flávio Acatauassú, as tecnologias já permitem prever o comportamento dos corpos hídricos com maior precisão, favorecendo a circulação de embarcações em áreas mais sensíveis dos rios amazônicos.

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Além disso, os terminais vêm ampliando investimentos em operações de transshipment, modelo de transbordo realizado diretamente nos rios sem necessidade de atracação em terra.

Nesse sistema, estruturas flutuantes permitem a transferência de cargas entre barcaças e navios, reduzindo custos operacionais e ampliando a capacidade logística dos portos da região.

Expansão do Arco Norte exige novos investimentos

Com o crescimento contínuo das exportações e o aumento da demanda internacional por commodities, o Pará avança para consolidar sua posição como um dos principais eixos logísticos do Brasil.

Especialistas do setor avaliam, no entanto, que a continuidade desse crescimento dependerá de investimentos permanentes em infraestrutura hidroviária, inovação tecnológica e políticas públicas voltadas à navegabilidade dos rios amazônicos.

A ampliação da capacidade logística da Região Norte é considerada estratégica para garantir maior eficiência no escoamento da produção brasileira e sustentar a competitividade do agronegócio nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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